quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O SEGREDO PARA OBTER A PAZ PESSOAL – DANIEL 4

HOJE vamos conhecer o único capítulo da Bíblia que foi escrito por um rei pagão. Trata-se de Daniel 4, escrito pelo rei Nabucodonosor, que nos conta como ele se converteu. Vamos em frente com a preciosa ajuda do Espírito Santo.
“1 Nabucodonosor rei, a todos os povos, nações, e línguas, que moram em toda a terra: Paz vos seja multiplicada.
2 Pareceu-me bem-fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo.
3 Quão grandes são os seus sinais, e quão poderosas as suas maravilhas! O seu reino é um reino sempiterno, e o seu domínio de geração em geração.” (Dan. 4:1-3).
Nabucodonosor diz-nos que descobriu o segredo para alcançar paz. (v. “Paz vos seja multiplicada”). Ele vai mostrar-nos como se pode encontrar paz em Deus e não nas coisas deste mundo.
Lembre-se que ele era o rei mais rico e poderoso do mundo. Leia: ”Eu, Nabucodonosor, estava sossegado em minha casa, e próspero no meu palácio.” (Dan. 4:4). Tinha tudo aquilo que este mundo tem para oferecer, mas não tinha vida eterna, nem paz com Deus. Contudo, Deus vem até ele para o levar a concentrar a sua atenção nas coisas eternas, e não nos prazeres passageiros deste mundo. Vamos ler a história tal como aconteceu: “5 Tive um sonho que me espantou; e estando eu na minha cama, os pensamentos e as visões da minha cabeça me perturbaram.
6 Portanto expedi um decreto, que fossem introduzidos à minha presença todos os sábios de Babilónia, para que me fizessem saber a interpretação do sonho.
7 Então entraram os magos, os encantadores, os caldeus, e os adivinhadores, e lhes contei o sonho; mas não me fizeram saber a interpretação do mesmo.
8 Por fim entrou na minha presença Daniel, cujo nome é Beltessazar, segundo o nome do meu deus, e no qual há o espírito dos deuses santos; e eu lhe contei o sonho, dizendo:
9 Ó Beltessazar, chefe dos magos, porquanto eu sei que há em ti o espírito dos deuses santos, e nenhum mistério te é difícil, dize-me as visões do meu sonho que tive e a sua interpretação.” (Dan. 4:5-9)
Deus fá-lo ter um sonho. Ele chama de novo os mesmos sábios que não conseguiram ajudá-lo numa situação semelhante em Daniel 2. Porque é que não chamou Daniel de imediato? Ele sabia que Daniel poderia interpretar os sonhos.
Será que tinha medo da verdade? Às vezes somos assim. Evitamos as verdades de Deus porque temos medo que elas nos magoem. (Isto é apenas aquilo que Satanás quer que pensemos.) As verdades da palavra de Deus e o dom da vida eterna nunca irão ferir-nos. Elas visam salva-nos e melhorar a nossa vida.
(João 8:32 “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.)
Vejamos como o rei reage ao que Daniel tem para lhe dizer.
“10 Eram assim as visões da minha cabeça, estando eu na minha cama: eu olhava, e eis uma árvore no meio da terra, e grande era a sua altura;
11 crescia a árvore, e se fazia forte, de maneira que a sua altura chegava até o céu, e era vista até os confins da terra.
12 A sua folhagem era formosa, e o seu fruto abundante, e havia nela sustento para todos; debaixo dela os animais do campo achavam sombra, e as aves do céu faziam morada nos seus ramos, e dela se mantinha toda a carne.
13 Eu via isso nas visões da minha cabeça, estando eu na minha cama, e eis que um vigia, um santo, descia do céu.
14 Ele clamou em alta voz e disse assim: Derrubai a árvore, e cortai-lhe os ramos, sacudi as suas folhas e espalhai o seu fruto; afugentem-se os animais de debaixo dela, e as aves dos seus ramos.
15 Contudo deixai na terra o tronco com as suas raízes, numa cinta de ferro e de bronze, no meio da tenra relva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e seja a sua porção com os animais na erva da terra.
16 Seja mudada a sua mente, para que não seja mais a de homem, e lhe seja dada mente de animal; e passem sobre ele sete tempos.
17 Esta sentença é por decreto dos vigias, e por mandado dos santos; a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer, e até o mais humilde dos homens constitui sobre eles.
18 Este sonho eu, rei Nabucodonosor, o vi. Tu, pois, Beltessazar, dize a interpretação; porquanto todos os sábios do meu reino não puderam fazer-me saber a interpretação; mas tu podes; pois há em ti o espírito dos deuses santos.” (Dan. 10-18)
O rei conta-lhe que sonhou com uma grande árvore que foi cortada por ordem divina e roga a Deus que lhe diga o que isso significa.
Daniel precisa de alguns minutos até conseguir dizer ao rei o seu significado.
“19 Então Daniel, cujo nome era Beltessazar, esteve atónito por algum tempo, e os seus pensamentos o perturbaram. Falou, pois, o rei e disse: Beltessazar, não te espante o sonho, nem a sua interpretação. Respondeu Beltessazar, e disse: Senhor meu, seja o sonho para os que te odeiam, e a sua interpretação para os teus inimigos.” (Dan. 4:19)
Daniel fica muito preocupado com este sonho. Ele apercebe-se que não tem uma mensagem favorável, mas, de qualquer forma, conta a verdade ao rei.
“20 A árvore que viste, que cresceu, e se fez forte, cuja altura chegava até o céu, e que era vista por toda a terra;
21 cujas folhas eram formosas, e o seu fruto abundante, e em que para todos havia sustento, debaixo da qual os animais do campo achavam sombra, e em cujos ramos habitavam as aves do céu;
22 és ,tu, ó rei, que cresceste, e te fizeste forte; pois a tua grandeza cresceu, e chegou até o céu, e o teu domínio até a extremidade da terra.
23 E quanto ao que viu o rei, um vigia, um santo, que descia do céu, e que dizia: Cortai a árvore, e destruí-a; contudo deixai na terra o tronco com as suas raízes, numa cinta de ferro e de bronze, no meio da tenra relva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e seja a sua porção com os animais do campo, até que passem sobre ele sete tempos;
24 esta é a interpretação, ó rei é o decreto do Altíssimo, que é vindo sobre o rei, meu senhor:
25 serás expulso do meio dos homens, e a tua morada será com os animais do campo, e te farão comer erva como os bois, e serás molhado do orvalho do céu, e passar-se-ão sete tempos por cima de ti; até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer.
26 E quanto ao que foi dito, que deixassem o tronco com as raízes da árvore, o teu reino voltará para ti, depois que tiveres conhecido que o céu reina.” (Dan. 4:20-26).
Daniel diz ao rei que ele é a árvore. Deus está a preparar-se para executar o Seu julgamento sobre ele devido aos seus pecados. Deus tinha tentado de diferentes formas que o rei se arrependesse. Mostrou-lhe todos os factos que lemos nos capítulos 2 e 3. Mas o rei recusou arrepender-se. Então, como é dito no capítulo 4, Deus vem até ele e diz: “Vou dar-te uma última oportunidade. Eu amo-te e quero que te salves. Mas, se continuares a pecar, perder-te-ás.”
Deus foi misericordioso ao prevenir o rei de que o tempo estava a esgotar-se. Deus não quer que ninguém se perca, portanto Ele avisa-nos. Mas depende de cada pessoa aceitar Cristo. Deus respeita as nossas escolhas. Não nos obriga a nada. Se recusamos ou adiamos a entrega do nosso coração a Deus, Ele respeita essa escolha. Mesmo que isso signifique que nos vamos perder. Eu quero sempre tomar as decisões certas para seguir a Deus, e você?
Daniel reconhece que é um momento crucial para o rei.
Daniel 4:27: “Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, e põe fim aos teus pecados, praticando a justiça, e as tuas iniquidades, usando de misericórdia com os pobres, se, porventura, se prolongar a tua tranquilidade.”
Daniel apela ao rei que se converta. Há aqui uma questão importante que não quero que deixemos para trás. Repare na forma como Daniel define conversão. Ele diz que ela envolve um “rompimento com os nossos pecados”. É difícil pôr de lado alguns pecados, mas Deus ajudar-nos-á se o fizermos com fé e pela Sua graça.
Como podemos afastar-nos do pecado? Daniel diz que “rompemos” com o pecado “pela justiça”. Justiça é “fazer o bem.” A única forma de encontrar poder para fazer o bem é pedir a Jesus que entre no nosso coração (Filipenses 1:11).
Infelizmente, o rei adiou a sua decisão de seguir o concelho de Daniel:
“28 Tudo isso veio sobre o rei Nabucodonosor.
29 Ao cabo de doze meses, quando passeava sobre o palácio real de Babilónia,
30 falou o rei, e disse: Não é esta a grande Babilónia que eu edifiquei para a morada real, pela força do meu poder, e para a glória da minha majestade?
31 Ainda estava a palavra na boca do rei, quando caiu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Passou de ti o reino.
32 E serás expulso do meio dos homens, e a tua morada será com os animais do campo; far-te-ão comer erva como os bois, e passar-se-ão sete tempos sobre ti, até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer.
33 Na mesma hora a palavra se cumpriu sobre Nabucodonosor, e foi expulso do meio dos homens, e comia erva como os bois, e o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceu o cabelo como as penas da águia, e as suas unhas como as das aves.” (Dan. 4:28-33).
Um ano mais tarde, o rei ainda não tinha mudado. Ele não reconhecia Deus como Soberano e Senhor da sua vida. “Não é esta a grande Babilónia que eu edifiquei..., com a força do MEU poder, e para glória da MINHA magnificência?” Deus, relutantemente, retira as Suas bênçãos do rei e ele enlouquece.
Sabe qual é a grande causa da perda das pessoas? É o ADIAMENTO – adiar uma decisão de deixar o pecado e ir a Jesus. Por isso é tão importante dizer “sim” a Deus quando estamos convictos de que O queremos seguir. Tomei a decisão de me esforçar para seguir imediatamente as convicções que eu recebo da palavra de Deus e não adiar.
Tenho visto que quando a pessoa adia, o diabo fá-la cair na armadilha da desobediência e, um dia, é tarde de mais. Tenho a certeza que Nabucodonosor estava profundamente afectado pelas palavras de Daniel e tinha toda a intenção de as seguir, mas achava que não precisava de o fazer já. Que erro trágico. Felizmente este não é o fim da história. Deus é muito misericordioso.
“34 Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei ao céu os meus olhos, e voltou a mim o meu entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei, e glorifiquei ao que vive para sempre; porque o seu domínio é um domínio sempiterno, e o seu reino é de geração em geração.
35 E todos os moradores da terra são reputados em nada; e segundo a sua vontade ele opera no exército do céu e entre os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?
36 No mesmo tempo voltou a mim o meu entendimento; e para a glória do meu reino voltou a mim a minha majestade e o meu resplendor. Buscaram-me os meus conselheiros e os meus grandes; e fui restabelecido no meu reino, e foi-me acrescentada excelente grandeza.
37 Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, e exalto, e glorifico ao Rei do céu; porque todas as suas obras são rectas, e os seus caminhos justos, e ele pode humilhar aos que andam na soberba.” (Dan. 4:34-37)
Nabucodonosor finalmente aprende a lição que o leva ao arrependimento e a uma mudança de coração. Consciencializa-se que Deus é o Soberano do universo e que (verso 35) “segundo a sua vontade ele opera ... não há quem possa estorvar a sua mão, e lhe diga: Que fazes?” Quando o rei aprendeu esta lição, a sua razão voltou.
Esta é uma lição muito importante também para nós. Muitos argumentam com Deus. Tentam questioná-l´O, tal como Nabucodonosor. Não devemos questionar a autoridade de Deus e o direito de fazer as coisas à Sua maneira. Podemos não entender sempre, mas temos de confiar que Ele nos ama e obedecer-Lhe. Temos de aprender a responder a Deus segundo a Sua palavra e obedecer-Lhe sempre sem questionar e adiar.
Leia de novo o versículo 37. Outra lição é que o ORGULHO leva a que muitos percam a vida eterna. O orgulho é o embrião de todo o pecado. O orgulho diz: “Vou fazer as coisas à MINHA MANEIRA independentemente do que Deus diz.” O orgulho pecaminoso tem de ser abandonado.
Nabucodonosor encontrou a paz que só Deus pode dar. Gostaria de terminar o nosso estudo lendo quatro textos das Escrituras que nos dizem como podemos ter também essa paz.
1- João 3:16:” Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigénito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” Crer que Deus nos ama imensamente. Jesus morreu por nós.
2- Actos 11:18: “Ouvindo eles estas coisas, apaziguaram-se e glorificaram a Deus, dizendo: Assim, pois, Deus concedeu também aos gentios o arrependimento para a vida.” Arrependermo-nos dos nossos pecados porque eles causam dor a Deus.
3- 1ª João 1:9: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” Confessar os nossos pecados a Jesus em oração.
4- Apocalipse 3:20: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” Permitir que ele entre no nosso coração para ser nosso amigo e dirigir a nossa vida.
Posso fazer-lhe uma pergunta pessoal acerca do que estudámos?
Já tomo esta decisão tão importante de seguir Cristo? Se perdesse a sua vida hoje, teria a certeza de que passaria a eternidade com Jesus? Deus abençoe a sua decisão. Amem!

domingo, 24 de janeiro de 2010

O PROCESSO LENTO DA MUDANÇA DO SÁBADO PARA O DOMINGO

Não creia que apresento este assunto para ferir ou magoar alguém, não. Oro ao Deus Eterno que me derrame sobre mim e sobre você o Espírito Santo, necessitamos do poder para compreender este assunto e tomar a decisão contra a "corrente". Deixe a Bíblia falar, nós perguntamos e ela responde, o Senhor nos abençoe em Jesus. Amém!
Introdução: Denifinição do Dicionário (KLS) relativa à palavra: LEI
"Lei - Regra necessária ou obrigatória: submeter-se a uma lei/Acto de autoridade soberana, que regula, ordena, autoriza ou veda: promulgar uma lei/Lei Divina, conjunto dos preceitos que Deus ordenou aos homens pela revelação.
Faz o Sábado parte da Lei Divina?
(Êxodo 20:8-11) - Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou.
Qual, segundo a revelação, seria a atitude de Cristo em relação à Lei?
(Isaías 42:21) - O SENHOR se agradava dele por amor da sua justiça; engrandeceu-o pela lei, e o fez glorioso.
No primeiro discurso de Cristo, como se referiu à Lei?
(Mateus 5:17) - Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir.
A Lei de Deus é para durar por quanto tempo?
(Mateus 5:18) - Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.
Nota: Torna-se óbvio por estas afirmações do Senhor Jesus que a Lei de Deus na qual se incorpora o Sábado como mandamento, não seria abolido na dispensação cristã, e que Cristo não tinha em mente fazer qualquer alteração a algum dos mandamentos. No entanto a prática cristã é bem diferente, ou seja, em vez de ter em alta estima a Lei de Deus e naturalmente o Sábado, guardam o Domingo, crendo que foi Cristo que fez esta abolição. Vemos nas próprias palavras do Senhor que não faz nenhuma alusão a alterar. Deve buscar-se, pois, em qualquer outra parte a responsabilidade dessa mundança.
Que disse Deus, pelo profeta Daniel (ver neste site o portal: viverpelaverdade), que o poder representado pela "ponta pequena" cuidaria em fazer?
(Daniel 7:25) - E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo.
Que disse o Apóstolo Paulo, faria "o homem do pecado"?
(II Tessalonicenses 2:2,3) - Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição.
Nota: Só existe um meio pelo qual qualquer poder pode exaltar-se acima de Deus, e esse é pretender mudar a Lei de Deus, e exigir obediencia à sua própria lei em lugar à Lei de Deus.
Que poder se atribui autoridade para mudar a Lei de Deus?
* O papado.
"O Papa é de tão grande autoridade e poder que ele pode modificar, explicar ou interpretar mesmo as leis divinas... O Papa pode modificar uma Lei Divina, visto o seu poder não provir de homem, mas de Deus, e ele age como representante de Deus na Terra." Lucius Ferraris, Prompta Bibliotheca, "Papa," art. 2.
Que mandamento da Lei de Deus especialmente cuidou o papado em mudar?
* O quarto mandamento.
"Eles (os Católicos) alegam que o Sábado foi mudado para o Domingo, o dia do Senhor, contrariamente ao Decálogo, como é evidente; nem existe exemplo algum de maior jactância do que a mudança do dia de repouso. Grande, dizem eles, é o poder e autoridade da Igreja, visto haver dispensado um dos Dez Mandamentos." - Augsburg Confessions, Art. XXVIII.
"Ela (a Igreja Católica Romana) subverteu o quarto mandamento, dispensando o Sábado da Palavra de Deus e substituindo-o pelo Domingo, como dia santificado." - S. Summerbell, em History of the Christians, p. 418.
Qual foi o propósito de Deus ao ordenar a Israel ao sanfiticar o Sábado?
(Ezequiel 20:20) - E santificai os meus sábados, e servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o SENHOR vosso Deus.
Como o Sábado foi dado para que o homem se lembrasse de Deus como Seu Criador, pode perceber-se imediatamente que um poder buscasse exaltar-se acima de Deus, um poder que procuraria em primeiro lugar cobrir ou remover aquilo que chama a atenção do homem para o Seu Criador. Isto não poderia ser feito com mais eficiência do que pondo de parte a memória divina - o Sábado do sétimo dia. A esse trabalho do papado faz Daniel referencia, ao dizer: "Ele cuidará em mudar os tempos e a lei." Daniel 7:25.
Reconhece o papado ter mudado o Sábado?
* Sim.
- Pergunta: Como podeis provar que a Igreja possui poder de ordenar festas e dias santos?
- Resposta: Pelo próprio acto da mudança do dia de descanso para o Domingo, o qual todos os Protestantes aceitam; e portanto, contradizem-se positivamente, observando o Domingo, e violando a maioria dos outros dias de festas ordenados pela mesma Igreja.
Abridgement of Christian Doctrine, plo Rev. Henry Tuberville, D.D., do Douay College, França (1649), p. 58.
- Pergunta: Tendes qualquer outra maneira de provar que a Igreja tem poder de instituir festas por preceito?
- Resposta: Não tivesse ela esse poder, e não poderia ter feito aquilo em que concordam todos os Dirigentes das Religiões Cristãs - não poderia ter substituído a observancia do Sábado do sétimo dia da semana, pela do Domingo, o primeiro dia, mudança para a qual não há autoridade Escriturística." Catecismo Doutrinal, do Reverendo Stephan Keenan, p. 174.
"A Igreja Católica, por sua própria e infalível autoridade criou o Domingo como dia santificado para substituir o Sábado, da Lei." Kansas City Catholic, de 9 de Fevereiro de 1893.
Reconhecem as autoridades católicas não ter a Bíblia mandamento algum para a santificação do Domingo?
"Podereis ler a Bíblia do Génesis ao Apocalipse, e não encontrareis uma única linha que autorize a santificação do Domingo. As Escrituras ordenam a observancia religiosa do Sábado, dia que nós não santificamos." Cardeal Gibbons em The Faith of Our Fathers, edição de 1892, p. 111.
"O Domingo é uma instituição católica, e a sua observancia só pode ser defendida por principios católicos. De principio a fim das Escrituras não é possível encontrar uma única passagem que autorize a mudança do culto público semanal, do último para o primeiro dia da semana."
Catholic Press (Sidney, Australia), 25 de Agosto de 1900.
Reconhecem isso os escritores Protestantes?
* Sim.
O Dr. Edward T. Hiscox, autor do Manual Baptista, fez perante um grupo de pastores, a seguinte e sincera admissão: "Havia e há um mandamento de manda santificar o Sábado, mas esse Sábado não era o Domingo. Dir-se-á, entretanto, e com alguma demonstração de triunfo, que o Sábado foi transferido do sétimo dia para o primeiro dia da semana, com todos os seus deveres, privilégios e sanções. Sinceramente desejo de informação sobre esse assunto, que estudei por muitos anos, pergunto: Onde é possível encontrar-se o registo de uma tal mudança? Não no Novo Testamento, absolutamente não. Não existe prova escrituristica da mudança da instituição do Sábado do sétimo dia para o primeiro dia da semana.
"É claro" conua ele, "que sei prefeitamente ter o Domingo entrado em uso, como dia religioso, na primitiva história cristã, o que sabemos através dos pais da Igreja e de outras fontes. Que pena, porém, que ele nos venha assinalado com a marca do paganismo e baptizado com o nome do deus Sol, em seguida adoptado e sancionado pela apostasia papal, e legado ao protestantismo como uma doação sagrada." De um discurso feito a 13 de Novembro de 1893.
Presbiterianos: "O Sábado cristão (domingo) não se encontra na Escritura, e não era pela Igreja Primitiva chamado o Sábado." Tratado de Teologia de Dwight, vol. 4, p. 401.
Congregacionalistas: "Não existe na Bíblia mandamento que requeira de nós a observancia do primeiro dia da semana como sendo o Sábado cristão." Mode and Subjects of Baptism, por Fowler.
Episcopais: "A festa do Domingo, como todas as outras festividades, foi sempre uma ordenança simplesmente humana, e estava longe das cogitações so Apóstolos estabelecer a este respeito uma ordem divina - longe deles e da Primeira Igreja Apostólica transferir para o Domingo as leis do Sábado." The History of the Christians Religion and Church, Neander, p. 186.
Metodistas: "É certo não haver mandamento positivo para o baptismo infantil... Também não o há para santificar o primeiro dia da semana." Theological Compend (1902), Rev. Amós Binney, ps. 180,181.
Luteranos: "A observancia do dia do Senhor (domingo) não se baseia em nenhum mandamento de Deus, mas sim na autoridade da Igreja." Augsburg Confession of Faith.
Como se processou esta mudança na observancia dos dias, subitamente ou gradualmente?
* Gradualmente.
"A Igreja Cristã não operou uma transferência formal de um dia para o outro, mas sim gradual e quase inconscientemente." The Voice from Sinai, Archdeacon F. W. Farrar, p. 167.
Nota. Esta é em si mesma, a prova de não ter havido mandamento divino para a mudança do Sábado.
Durante quanto tempo foi o Sábado observado na Igreja Cristã?
* Por muitos séculos. Efectivamente, a sua observancia nunca cessou completamente entre os cristãos.
Nota: Diz o Sr. Mrer, ilustre clérigo da Igreja da Inglaterra: "Os primitivos cristãos tinham grande veneração pelo Sábado e passavm o dia em devoção e sermões. E não é de duvidar que os próprios Apóstolos tenham tido esta pratica." Diálogos Sobre o Dia do Senhor, p. 189.
"O Sábado foi religiosamente observado na Igreja do Oriente, durante mais de trezentos anos depois da paixão do Salvador." Learned Treatise of the Sabbath, pelo Professor E. Brerwood, do Gresham College, Londres (Episcopal), p. 77.
Lyman Coleman, criterioso e sincero historiador, diz: "Retrocedendo até ao quinto século, foi contínua a observancia do Sábado na Igreja Cristã, mas com rigor e solenidade gradualmente decrescente, até ser de todo abolida." Ancient Christianity Exemplified, cap. 26, secção 2.
Diz o historiador Sócrates, que escreveu em medados do século V: "Quase todas as igrejas do Mundo celebram os sagrados mistérios no Sábado de cada semana; não obstante os cristãos de Alexandria e de Roma, em vista de alguma antiga tradição, recusaram-se a fazê-lo." Ecclesiastical historiy, Livro V, cap. 22.
Sozomen, outro historiador do mesmo período, escreveu: "O povo de Constantinopla e de outras cidade, congrega-se tanto ao Sábado como no dia imediato; costume esse que nunca é observado em Roma." Idem, Livro 7, cap. 19.
Tudo isto teria sido impensável e impossível caso houvesse sido dado um mandamento divino para a mudança do Sábado. As útimas duas citações mostram também que foi Roma a dar inicio a apostasia do Sábado.
Como se originou a observância do Domingo?
“A oposição ao judaísmo introduziu a festividade particular do domingo, muito cedo, realmente, em substituição do Sábado… A festa do Domingo, como todas as outras festividades, era de cariz humana, e estava longe do pensamento dos Apóstolos de o introduzir em substituição do Sábado (apesar da cultura e religiosidade pagã terem como dia de culto religioso o Domingo), longe deles e da Primeira Igreja Apostólica, transferir para o Domingo o mandamento do Sábado. No fim do segundo século, começou a surgir uma progressiva alteração do pensamento cristão, pois a esse tempo o homem (os pagãos) considerava pecado o trabalho aos domingos.” Church History, de Neander, p. 186.
Quem pela primeira vez promulgou por lei de observar o Domingo?
* Constantino o Grande.
“A mais antiga documentação relativa ao culto aos Domingo como imposição legar é o édito de Constantino, em 321 A. D., que decreta que as cortes de justiça, os habitantes da cidades e o comércio em geral, devessem repousar ao Domingo (venerabili die Solis) exceptuando-se apenas os que se empenhavam em trabalhos agrícolas.” – Enciclopédia Britânica, nona edição, artigo Domingo.
“Constantino o Grande fez uma lei para todo o Império, (321 A. C.), instituindo que o Domingo fosse observado como dia de repouso em todas as cidades e vilas; mas permitindo que os camponeses prosseguissem nos seus trabalhos.” – Enciclopédia Americana, artigo Sábado.
A que obrigava a Lei de Constantino?
“Que os juízes e o povo das cidades, bem como os comerciantes, repousem no venerável dia do Sol. Aos moradores dos campos, porém, concede-se atender livre e desembaraçadamente aos cuidados da sua lavoura, visto suceder frequentemente não haver dia mais adequado à sementeira e ao plantio das vinhas, pelo que não convém deixar passar a ocasião oportuna e privar-se a gente das provisões deparadas pelo Céu.” Édito de 7 de Março de 321, A. D., Corpus Júris Civilis cord., Liv. 3, Tit. 12,3.
Que testemunho dá Eusébio (270-336), célebre bispo e admirador de Constantino, reputado historiador eclesiástico?
“Todas as coisas, sejam quais forem, que era dever fazer ao Sábado, nós as transferimos para o dia do Senhor (Domingo).” – Commentary on the Psalms, Cox´s Sabbath Literature, Vol. 1, p. 361.
Nota: A mudança do Sábado foi o resultado dos esforços conjugados da Igreja e do Estado, e passaram-se séculos antes desta concertação.
Em que Concílio a Igreja proíbe o Sábado e adopta o Domingo?
“O sétimo dia, Sábado, foi… Cristo prestava culto neste dia, igualmente os Apóstolos e os Cristãos Primitivos, até ao Concílio de Laodicéia, de certo modo, foi neste Concílio que foi abolido inteiramente a sua observância… O concílio de Laodicéia (364 A. D.)… estabeleceu pela primeira vez a observância do dia do Senhor.” – Dissertation ond the Lord´s Day Sabbath de Prynne, p. 163.
História das primeiras denegações Bíblicas
* “Os Cristãos não deverão judaizar e permanecer ociosos no Sábado, mas trabalharão nesse dia… Se, porém, forem achados a judaizar (observar o Sábado), serão separados de Cristo.” History oh the Conusils of the Church, de Hefele, Vol. 2, p. 316.
“Em 386, sob Graciano. Valenciano e Teodósio, foi decretado que todo o litígio e trabalho devessem cessar (ao domingo) …
“Entre as doutrinas prescritas em carta do Papa Inocêncio I, escrita no último ano do seu pontificado (416), lê-se que o Sábado devia ser observado como dia de jejum…
“Em 425, sob Teodósio o Jovem, foi remendada a abstenção de ir a teatros e circos (aos domingos) …
“Em 538, no Concílio de Orleans, … foi ordenado que tudo quanto era previamente permitido ao Domingo fosse legar; mas houvesse abstenção do trabalho de arar a terra, ou nas vinhas, derrubadas, colheitas, debulha, plantação e cercas, a fim de que o povo pudesse mais facilmente frequentar a igreja…
“No ano 590 o Papa Gregório, em carta ao povo romano, denunciou como profetas do anticristo os que mantivessem que se não devia trabalhar no sétimo dia.” Law of Sunday, por James T. Ringgold, ps. 265-267.
Nota: A última citação é demonstrativa que no ano de 590 havia na Igreja os que ensinavam a respeitar o Sábado, o sétimo dia.
De quem diz a Bíblia que somos servos?
(Romanos 6:16) – Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?
Quando o Senhor Jesus fosse tentado a adorar Satanás, qual foi a Sua resposta?
(Mateus 4:10,11) – Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam.
Que pensam os Católicos dos Protestantes por estes observarem o Domingo?
“Foi a Igreja Católica que, por autorização de Jesus Cristo, transferiu este repouso para o Domingo, em comemoração da ressurreição de nosso Senhor. Assim, a observância do Domingo pelos Protestantes é uma homenagem que, contra si próprios, prestam à autoridade da Igreja (Católica).” – Plain Talk About Protestantism f Today, por Mons. Ségur, p. 213
Como se refere o Senhor Jesus ao culto que não está em conformidade com os Mandamentos de Deus?
(Mateus 15:9) – Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens.
Quando Israel apostatou, e o culto a Baal se generalizou, qual foi o apelo de Elias?
(I Reis 18:21) - Então Elias se chegou a todo o povo, e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o.

Conclusão: Em tempos de ignorância Deus tolera o que de outro modo seria pecado; mas quando a Sua luz chega e anuncia a todos os homens e em todo o lugar que se arrependam. Qual deve ser a atitudes que este devem tomar?
Qual será a sua decisão?

sábado, 23 de janeiro de 2010

A QUESTÃO DA MARCA DA BESTA NO APOCALIPSE: 666



O que é a marca da besta? A maioria das pessoas diz que a marca da besta é o 666 tatuado na mão ou na testa. Será isso? Vamos ver o que a Bíblia diz em…Apocalipse 13:16,17: “E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte, para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse a marca, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.
Quantas coisas estão referidas que as pessoas devem ter para poder comprar ou vender? Devem ter um destes três itens:
1. A marca;
2. O nome;
3. O número do seu nome.
Qual deles é o 666? É a marca, o nome ou o número do nome? O próximo versículo diz-nos. Vamos ler em Apocalipse 13: 18 (leia na sua Bíblia) “Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.”
O 666 é o número do nome da besta. Não é a marca da besta. O nome é uma coisa, o número é outra e a marca da besta é diferente de ambos. Muitos cristãos foram levados a crer que a marca é o 666. Portanto, estão à procura de algo que nem sequer está previsto na Bíblia.
É importante saber o que é a marca da besta. Os avisos mais temíveis na Bíblia são dados àqueles que recebem a marca.
Apocalipse 14:9,10 “Seguiu-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão, também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se acha preparado sem mistura, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.”
Como é que as pessoas podem evitar a marca da besta se não sabem o que ela é? Se pensam que é o 666, então não saberão o que recusar. É por isso que é tão importante entender este assunto.
Se não é o 666 então o que é exactamente a marca da besta? Hoje vamos estudar o que a Bíblia diz. Vamos rever a identidade da besta. Encontramos em Apocalipse 13:1-3 a descrição desta besta.
Apocalipse 13:1-3 “Então vi subir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças nomes de blasfémia. E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder e o seu trono e grande autoridade. Também vi uma de suas cabeças como se fora ferida de morte, mas a sua ferida mortal foi curada. Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta.” (apresentamos os textos bíblicos, apelamos a que confira na sua Bíblia). Num dos nossos estudos anteriores explicamos que a besta e a ponta pequena de Daniel 7 são a mesma coisa.
Lembra-se do que aprendemos em relação ao que eles representam? (Resposta: o papado romano). Não se esqueça que isto não quer dizer que quem pertencer à Igreja Romana é a besta ou tem a marca. Deus tem pessoas verdadeiras em todas as Igrejas. Em vez disso, significa que o sistema de adoração não segue a Bíblia e terá um papel relevante nos últimos dias.
Os números na Bíblia são simbólicos. O sete representa a perfeição ou totalidade. Deus criou o mundo em sete dias e descansou no Sábado. Seis é o número do homem. Ele foi criado no sexto dia. Assim, o 666 representa o papado exaltando-se acima da autoridade de deus, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Agora vamos ver o contexto em que aparece a marca da besta. Vai dar-nos pistas acerca do que a marca da autoridade do papado quer provar – que é Deus na Terra.
O livro do Apocalipse descreve dois grupos de pessoas nos últimos dias. Um é leal a Deus e o outro é desleal.
Apocalipse 14:9-12 (ler) "Seguiu-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão, também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se acha preparado sem mistura, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. A fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, nem aquele que recebe o sinal do seu nome. Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus."
Os dois grupos são: de um lado aqueles que adoram a besta e recebem a sua marca e do outro os que são leais a Deus e guardam os Seus mandamentos.
Um adora o Criador; o outro adora a besta.
Apocalipse 14:7 “Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” Nos últimos dias, Deus chama-nos para O adorarmos como Criador.
Apocalipse 14:9 “Seguiu-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão,” E avisa-nos para não seguirmos a besta.
Cada um destes dois grupos tem a sua marca ou selo para os representar.
Acabámos de ler acerca da marca em Apocalipse 13:16. Agora vamos ler acerca do selo que Deus coloca
no Seu povo obediente e fiel.
Apocalipse 7:2,3 “E vi outro anjo subir do lado do sol nascente, tendo o selo do Deus vivo; e clamou com grande voz aos quatro anjos, quem fora dado que danificassem a terra e o mar, dizendo: Não danifiques a terra, nem o mar, nem as árvores, até que selemos na sua fronte os servos do nosso Deus.” O povo fiel de Deus, que O adora como Criador, está selado com o selo de Deus na testa. O povo do inimigo que adora a besta está marcado com a marca da besta.
Portanto, temos dois grupos de pessoas que estão definidos pela forma como adoram a Deus. Um adora-O como Criador; o outro segue uma prática de culto estabelecida pelo papado. O povo de Deus está simbolicamente selado por causa da sua lealdade. E o outro grupo está marcado com a autoridade do papado.
O que é exactamente a marca e o selo? Primeiro vamos identificar o selo de Deus e depois vamos ver o que é a marca da besta.
O que é que Deus sela entre o Seu povo?

Isaías 8:16 “Ata o testemunho, sela a lei entre os meus discípulos.” Os selos estão associados aos docum entos legais. Para se vender uma propriedade, tem de ser feito um papel oficial com um selo. Portanto, o selo de Deus faz parte de um documento legal – os dez mandamentos. Ele diz: “sela a lei entre os meus discípulos.”
Todos os selos têm de ter três elementos: o nome da pessoas cuja autoridade é representada pelo selo; o título oficial; e o território sobre o qual tem autoridade. Os presidentes dos países têm selos. O selo do Presidente dos Estados Unidos da América tem os três elementos: o nome: (presidente actual); o título: Presidente; e o território: Estados Unidos da América. O selo de um notário público também tem esses três elementos.
O que é o selo de Deus? Sabemos que está relacionado com a Sua lei. Mas que parte da lei de Deus contém os três elementos de um selo? Vamos ler os dez mandamentos para descobrir. Só há um lugar na lei onde encontramos os três elementos. É no quarto mandamento. Vamos lê-lo...Êxodo 20:8-11
“8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.
9 Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho;
10 mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas.
11 Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.” Aqui estão eles. O SEU nome...O SENHOR, O Seu título: Criador e Mantenedor. O Seu território: o Céu e a Terra.
Sem o seu selo no quarto mandamento esta lei seria um documento sem selo e não oficial. Então os mandamentos poderiam ser atribuídos a qualquer deus ou pessoa. Buda podia dizer: “Não tenham outros deuses perante mim, etc.” Mas apenas o Deus verdadeiro podia selar a Sua lei com o Seu nome, título e território. Só Deus poderia dar a razão para obedecermos a estas leis, porque “sou o teu criador e a Terra é o meu domínio.”
A Bíblia deixa bem claro que o Sábado é um sinal ou selo especial de Deus. Podemos ler, acerca disto, em Romanos 4:11 onde nos diz que o selo e o sinal são a mesma coisa. As palavras são usadas de forma intercalada.
Romanos 4:11 “E recebeu o sinal da circuncisão, selo da justiça da fé que teve quando ainda não era circuncidado, para que fosse pai de todos os que crêem, estando eles na incircuncisão, a fim de que a justiça lhes seja imputada.”
A circuncisão era um sinal exterior da fé interior de Abraão. Portanto, um sinal ou selo é a mesma coisa. Vamos a Ezequiel 20:12 para ver como o Sábado é também um sinal exterior, ou selo, do povo de Deus que tem uma fé interior para O seguir como seu Criador.
Ezequiel 20:12 “Demais lhes dei também os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles; a fim de que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica.”
Ezequiel 20:20 “E santificai os meus sábados; e eles servirão de sinal entre mim e vós para que saibais que eu sou o Senhor vosso Deus.”

O Sábado de Deus é um sinal entre Ele e o Seu povo, uma demonstração de que ele adora o verdadeiro Deus criador ao não adorar à sua maneira. Ele adora de acordo com a forma como Deus especificou.
Sendo assim, o selo de Deus é o Sábado, guardado pelo povo de Deus por ter aprendido a confiar n´Ele a amá-l`O e obedecer-Lhe como Deus amoroso e poderoso que é.
Por outro lado, temos a marca da besta. Um sinal representa submissão a Deus; o outro rebelião. O que é a marca da besta?
Repare que a marca da besta tem a ver com a adoração. Apocalipse 14:9,10 “Seguiu-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão, também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se acha preparado sem mistura, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.” Aqui diz-nos que existe uma forma de NÃO adoração.
Deus pede-nos para O ADORAR...
Apocalipse 14:6,7 “E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.”
Na mensagem do primeiro anjo, é-nos dito para adorar o Criador. Como é que o fazemos? Honrar a Deus como o Senhor da nossa vida. Se Ele nos diz na Bíblia para O honrar guardando o Sábado como um memorial a Ele como Criador, então devemos fazê-lo, não para ganhar a salvação, mas porque amamos e respeitamos Deus.
Enquanto a mensagem do primeiro anjo nos pede que adoremos Deus como Criador, o terceiro anjo avisa-nos para não adorarmos a besta. É evidente que existe uma forma de ADORAR e outra forma de NÃO ADORAR. Deus estabeleceu o Sábado como memorial à criação. Apocalipse 14:7 até cita o quarto mandamento.
Portanto, o tema central é a adoração. Vamos adorar o Criador dando-Lhe a nossa vida e santificando o sábado do sétimo dia; ou vamos adorar a besta? Repare na forma como o próximo versículo descreve as pessoas que dão a sua vida a Jesus e O adoram como Criador.
Apocalipse 14:12 “Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.”
O povo de Deus é descrito como tendo fé em Jesus, consequentemente guardam os Seus mandamentos. Eles guardam o Sábado.
Então a marca da besta é o oposto ao selo de Deus – o Sábado. Sabemos que o poder da besta é o papado. Sendo assi m, a marca deve identificar aqueles que seguem as tradições e os ensinos não bíblicos do papado. O que é que o papado diz ser a sua marca de autoridade?
Vamos consultar algumas fontes católicas para ver como é que o papado responde a sua alegação de ter o poder de Deus na Terra.
“O Domingo é a nossa MARCA de autoridade...A Igreja (de Roma) está acima da Bíblia; e esta transferência da observância do Sábado para o Domingo é a prova desse facto” (Catholic Record, 1 de Setembro de 1923) Registo Católico.
Leu? Eu fico impressionado!
“A coisa mais audaz, a mudança mais revolucionária que a Igreja fez aconteceu no primeiro século. O dia santo, o Sábado, foi alterado do Sábado para o Domingo... não a partir de instruções dadas nas Escrituras, mas pela percepção que a Igreja tem do seu próprio poder...aquelas pessoas que pensam que as Escrituras deveriam ser a única autoridade, deveriam logicamente tornar-se Adventistas do Sétimo Dia e guardar o sábado” – Saint Catherine Catholic Church Sentinel (Sentinela da Igreja Católica de Santa Catarina, 21 de Maio de 1995. Jornal de uma igreja católica em Michigan).
Adorar no Domingo não tem qualquer fundamento bíblico. Jesus nunca guardou o domingo. Os discípulos não guardaram o Domingo. A única pessoa no mundo que alegou ter autoridade para alterar o Sábado para o Domingo foi o papa.
Não se confunda com as questões acerca do nosso dever de obedecer a Deus ou não. O assunto é muito simples. A guarda do Sábado está na Bíblia. O Domingo não está. A Igreja Católica entende a simplicidade deste assunto. A guarda do Domingo está baseada na tradição da Igreja Romana. A Bíblia apenas profetiza sobre um poder que iria mudar a lei – o papado romano.
Agora surge a pergunta: Qual vamos escolher? Vamos optar por honrar Deus como nosso Criador? Ou vamos optar por guardar um dia que honra o poder que Deus disse que iria alterar os tempos e a lei?
Vivemos no tempo em que Deus está a selar o Seu povo. Hoje ninguém tem a marca da besta. Ainda está no futuro o dia em que o papado (acompanhe o blogue: http://tempocrise.blogspot.com) se unirá com outras igrejas para pressionar as pessoas a obedecer à marca da sua autoridade. Mas, estamos a preparar-nos para receber o selo ou a marca. Hoje queremos declarar a nossa aliança com Jesus. É seu desejo seguir Jesus e honrá-l`O santificando o Sábado e não o Domingo, o falso Sábado do papado?
Convido/a a orar. Rogue a Deus que confirme no seu coração se este estudo vem da Sua parte. Se Deus o confirmar, implore força para ser fiel. Lembre-se que você não pode ser fiel sem o poder do Espírito Santo e a graça de Jesus. Deus o/a abençoe.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

OS LOUCOS DO APOCALIPSE

“Je n´ai jamais connu une personne qui ait entrepris l´étude des prophéties et qui ait écrit là-dessus qui ne soit devenue folle. »
William Ramsey

« C´est le signe d´un bon équilibre mental que de ne s´être jamais occupé de l´Apocalypse. »
Johann G. von Herder

« Ou bien l´Apocalypse trouve un homme fou, ou bien elle le quitte fou. »
Anonyme

É uma legião de loucos que rodeia o Apocalipse. E nunca foram tão numerosos como nestes últimos anos. Depois da Segunda Guerra Mundial, no amanhecer do Holocausto de Hiroshima, e mais recentemente seguindo os cuidados ecológicos, da epidemia da Sida e da explosão demográfica, o Apocalipse tornou-se uma referência dramática. Não só nos meios das ciências religiosas, mas também na literatura, no cinema, musica e a pintura têm sido os transmissores de exprimir esta febre que exprime a angústia nervosa dos nossos contemporâneos.
E quanto mais avançamos nesta década do século 21, mais o movimento se intensifica. Desde os anos 80, se têm verificado “uma verdadeira explosão do tema apocalíptico” (J.-P.PREVOST, Pour lire l´Apocalypse, 1991, p.7; cf. B. McGINN, Apocalyptic Spiritality, Londres, 1980, p. 141; cf. T.K.FREIMAN, Postscripts, p.157: “À medida que o mundo se aproxima do terceiro milénio e a partir dos anos 80, a referencia ao fim torna-se mais e mais intensa.”). Não se trata simplesmente de um “tema” abstracto dado simplesmente para nos entreter ou no melhor dos casos para nossa inspiração. À boca de cena, mais e mais os loucos tornam-se actores do Apocalipse.
Ainda está na nossa consciência David Koresh, nos Estados Unidos. Na base de uma intensa referencia ao Apocalipse, ele citava capítulos inteiros de memória. Vernon Howell, aliás, David Koresh, apresentava-se como messias-Deus, e arrogava o direito de ter relações sexuais com todas as mulheres do seu grupo (casadas ou não, jovens ou menos jovens). Ele armazenou um enorme arsenal de armas e transformou a sua casa numa verdadeira fortaleza. Ele esperava o fim do mundo e desafiou as forças armadas dos Estados Unidos durante um cerco de cinquenta dias. Os seus propósitos incoerentes e os seus actos imprevisíveis tornaram as negociações difíceis. Terminou, dia 19 de Abril de 1993, arrastando mais de uma centena de pessoas, entre elas crianças, para uma morte horrível que chocou todo o mundo.

Uma tragédia parecida aconteceu algum tempo depois no Japão. Desta vez, o messias Shoko Asahara apresentava-se como um guru cabeludo inspirado nas religiões budistas e hindus. A seita, que tinha começado de forma inocente a partir de escolas de yoga, afirma-se na realidade no tipo apocalíptico. Esta seita esperava o fim do mundo e previa o Apocalipse para 1997. No seu livro intitulado “O Desastre Aproxima-se do País do Sol Nascente” (1995), Asahara anunciava a vinda do Armagedom sob a forma de um gás proveniente dos Estados Unidos, enviado por Judeus e franco-maçons. Tal como David Koresh, o guru dominava os seus discípulos e incitava-os a cometer actos criminosos de toda a espécie. O ataque ao metro de Tóquio, a 20 de Março de 1995, tem a sua assinatura. Um gás mortal, o sarin, produzido por nazis com o objectivo de exterminar pessoas de forma massiva, foi utilizado em cinco lugares diferentes a horas de ponta. O balanço elevou-se a vários milhares de pessoas intoxicadas e uma dezena de mortos. A polícia japonesa relatou ter descoberto nos aposentos da seita material suficiente para destruir 4 a 5 milhões de pessoas.
Na Suíça, arredores de Fribourg e também em Valais, a 27 de Outubro de 1994, os habitantes de Cheiry e de Granges-sur-Salvan viveram a mesma angústia. O fogo onde morreram mais de cinquenta pessoas, entre as quais várias crianças, testemunha da loucura de uma outra seita chamada “Templo Solar” cujo messias, Luc Jouret, médico homeopata, pregava, ele também, sobre o Apocalipse e não cessava de repetir que tinha chegado a hora do Apocalipse.
Na propriedade foram descobertos vários cadáveres vestidos de vestes de culto brancas, vermelhas e negras; dispostos em círculo, eles estavam amarrados e tinham recebido uma bala na cabeça. Nunca se chegou a saber se se tratou de um suicídio colectivo ou de um outro tipo de crime. Também aqui, a polícia que investigou descobriu um importante arsenal de armas que a seita tinha adquirido para a batalha final. No ano seguinte, a 23 de Dezembro de 1995, aconteceu o mesmo cenário de horror atingiu a França. Nos arredores de Grenoble, perto da aldeia de Pierre-de-Chérennes, quinze pessoas da mesma seita do “Templo do Sol”, entre as quais várias crianças, foram encontradas abatidas a revólver em igual dramática circunstância.
Estes três exemplos, entre outros (Lembramo-nos dos acontecimentos na Guyane em Novembro de 1978, onde mais de novecentas pessoas se suicidaram por envenenamento sob a ordem do seu guru, Jim Jones), são incontestavelmente o sintoma da nossa civilização. A análise do fenómeno revela um certo número de circunstâncias:
1- Presença de um profeta-messias-Deus do tipo carismático, que pretende deter a palavra da verdade e move um grupo de pessoas a vê-lo como mestre. Estas fazem tudo para lhe agradar.
2- Rejeição do sistema estabelecido e suspeição sobre todos os que não se conformam com as regras e as ideias do grupo. Esta raiva do tipo xenófoba manifesta-se frequentemente por uma vida comunitária fechada a toda a influência do exterior, esta é julgada maléfica. O grupo pratica actos criminosos às ordens do mestre, considerados actos de “justiça”.
3- Fixação sobre a mensagem apocalíptica em detrimento do amor ao próximo, da razão e da ética.
4- Obsessão em ver cumprir-se o Apocalipse já e aqui, o que conduz frequentemente estas “seitas do Apocalipse” (expressão usada pelo o sociólogo americano J.R.Hall, livro “The Apocalypse at Jonestown”) a tornarem-se os actores da profecia e a produzirem acontecimentos do Apocalipse.
Este carácter pode concentrar-se num só indivíduo, que vive concentrado sobre ele próprio, ele é simultaneamente profeta e seita. Nota-se também que o fenómeno aparece em todas as tendências religiosas. Não só entre os cristãos, mas também, entre os judeus, muçulmanos, nas religiões orientais e na Nova Era.
Apesar de algum paralelismo com certos movimentos isolados na história passada do cristianismo (os Taboristas da Boémia no século XV, ou os “exaltados” de Muntzer no século XVI), este fenómeno é novo pelo seu carácter patológico e violento. A nossa civilização está atingida pelo sindroma Apocalipse.
A Igreja que tem uma mensagem a proclamar (Mateus 24:14) no contexto do Apocalipse, deve, como pessoas e como igreja a ser dirigida pelo Espírito Santo. Todos os fiéis anseiam que “as primeiras coisas passem”. Estou a escrever no contexto da Tragédia do Haiti, o meu coração dói, mas meu dever, meu chamado é a proclamar o amor, a paz que o Homem de Nazaré veio trazer, salvação e esperança. Sou chamado a ser muito zeloso no amor, a buscar os perdidos e a falar de Cristo como o “Príncipe da Paz”.
Amigos e amigas que acompanham este blogue quero dar-vos uma palavra de amor e de amizade em Jesus. Sei, uma ou outra vez ficam estupefactos com uma ou outra afirmação, desejo que percebam que estou falando num contexto de análise bíblica e nunca, Deus me livre, num sentido proselitista, menos ainda catastrofista, tudo será dirigido pelo Senhor que tudo fez bem e tudo fará muito bem, amem!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

A QUESTÃO DA MARCA DA BESTA EM DANIEL 3 (Parte - A)


Você estava com saudade do nosso encontro? Aqui estamos para Apresentar um tema muito interessante, uma marca da besta. O que é que A maioria das pessoas pensa da marca? (Resposta: 666.) Sabia que a Bíblia revela que o n º 666 não é uma marca? Vemos ver. Antes de minério de continuar ao Senhor que lhe conceda o Seu Espírito Santo, só Ele pode ajudar a entender assunto tão pertinente.
VAMOS ler Apocalipse 13:16,17: "16 E fez que a todos, grandes e pequenos, pobres e ricos, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte, 17 para que ninguém pudesse comprar ou vender , senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. "
Repare que no verso 17 (português de Portugal "verso" é Versículo), Aqueles que não são encontradas comprar ou vender os que tem uma de três coisas: a marca, o nome ou o número.
Qual é a palavrinha de duas letras que separa estes três itens? "Ou". A marca não é nem o nome ou número. São três itens separados.
Então o que é o 666? Vamos ler o versículo 18 para descobrir na Bíblia.
Apocalipse 13:18: "Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta, porque é o número de um homem, eo seu número é seiscentos e sessenta e seis ".
Diz "O seu número é seiscentos e sessenta e seis".
A marca da besta não é o número 666, como se diz! Hoje faixa não vamos ter tempo para estudar este na íntegra. Num próximo estudo voltaremos a estudar este assunto e ficaremos um saber quem é a besta antes de descobrirmos o que é uma marca. Vamos apenas Recolher alguns aspectos interessantes acerca da marca. Comecemos com ...
Apocalipse 13:11-17:
"11 E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como dragão.
12 Também exercia toda uma Autoridade da primeira besta na sua presença, e que fazia a terra e os que habitavam nela adorassem a besta primeira, Cuja ferida mortal fora curada.
13 E operava grandes sinais, de maneira que fazia até descer fogo do céu à terra, à vista dos homens;
14 e, por meio dos sinais que lhe foi permitido fazer na presença da besta, enganava os que habitavam sobre a Terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta que Receberá uma ferida da espada e vivia.
15 FOI-LHE CONCEDIDO também dar fôlego à imagem da besta, para que a imagem da besta falasse, e fizesse que Fossem mortos todos os que não adorassem a besta da imagem.
16 E fez que a todos, grandes e pequenos, pobres e ricos, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte,
17 para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. "
Aqui são dadas em duas bestas. Uma besta com aparência de cordeiro que fala como um dragão (ver. 11) ea primeira besta nos versos 1-3.
Vamos que o esquematizar uma Bíblia diz antes de nos questionarmos acerca do seu significado.
(Leia os versículos para cada ponto)
1 - V. duas bestas 11,12 Temos.
2 - 14 V. A besta com aparência de Cordeiro manda construir uma estátua à primeira besta;
3 - V. 15 Ela ordena ao mundo que adore a besta da estátua;
4 - V. 15 Aqueles que se recusarem adorá-la são ameaçados de morte;
5 - V. 16 Este é um acontecimento mundial "Todos";
6 - V. 18 Está relacionado de alguma forma com o n º 666.
Temos seis pontos. (leia-os de novo) Agora temos de perguntar: "O que é que isto significa?" Deixemos uma Bíblia desvendar o seu próprio significado.
O que é que representa um animal na profecia?
Daniel 7:15-17,23:
"15 Quanto a mim, o Daniel meu espírito foi abatido dentro do corpo, e as visões da minha cabeça me perturbavam.
16 Cheguei-me a um dos que Estavam perto, e perguntei-lhe a verdadeira significação de tudo isso. Ele respondeu-me e fez-me saber das coisas uma interpretação.
17 Estes grandes, animais que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da terra.
23 Assim me disse ele: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; devorara toda a terra, ea pisara aos pés, ea fará em pedaços. "
A Bíblia diz os animais que REPRESENTAM um reino ou reinos.
Com esta chave, ficamos a saber que as duas bestas de Apocalipse 13 Reino REPRESENTAM dois. Elas constroem uma estátua ordenam e ao mundo que um adore. Se recusarem como pessoas, não poderão comprar nem vender, e eventualmente Serão ameacadas de morte. Este é o contexto que envolvem a marca.
Com este pano de fundo, vamos a Daniel 3 onde encontramos uma história que descrevê um acontecimento que é muito semelhante Aquilo que acontecerá dos tempos sem fim. Esta história de Daniel 3 profético tem significado. Vejamos.
Daniel 3:1-6:
"1 O rei Nabucodonosor fez uma estátua de ouro, uma era da qual altura de sessenta côvados, ea sua largura de seis côvados; levantou-a campo no de Dura, na província de Babilónia.
2 Então o rei Nabucodonosor mandou ajuntar os sátrapas, os prefeitos, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os juízes, os magistrados, e todos os oficiais das províncias, para que viessem à dedicação da estátua que ele fizera levantar.
3 Então se ajuntaram os sátrapas, os prefeitos, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os juízes, os magistrados, e todos os oficiais das províncias, para a dedicação da estátua que o rei Nabucodonosor fizera levantar; e Estavam todos em pé diante da imagem.
4 E o pregoeiro Clamou em alta voz: Ordena-se a vós, ó Povos, nações e gentes de todas as línguas:
5 Logo que ouvirdes o som da trombeta, da flauta, da harpa, da cítara, do Saltério, da gaita de foles, e de toda a sorte de música, prostrar-vos-eis, e adorareis a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor Levantado tem.
6 E qualquer que não se prostrar e não a adorar, será na mesma hora lançado dentro duma fornalha de fogo ardente ".
ESTABELECER Consegue os paralelos com Apocalipse 13? Aqui está enguias;
1. V. 1 - Há um poderoso reino: Nabucodonosor, rei da nação mais poderosa da época, uma Babilónia.
2. V. 1 - Ele constrói uma estátua.
3. V. 1 - Ele baseia o tamanho da estátua no Sistema sexagesimal. Sessenta côvados de altura e seis côvados de largura. Muito semelhante ao 666 de Apocalipse 13.
4. V. 4 - Ele reúne "Povos, gene e nações de todas as línguas".
5. V. 5 - Ele ordena-lhes que adorem a estátua.
6. V. 6 - Aqueles que recusam adorá-la Serão mortos.
As seis características idénticas da marca da besta tal como são descritas em Apocalipse 13 estão aqui apresentadas. Isto ilustra um Princípio de como interpretar a Bíblia. No livro de Apocalipse, Deus pode dizer muito poucos versículos em, usando as histórias do Velho Testamento (VT) para ilustrar os eventos dos últimos dias. É por isso que nenhum livro do Apocalipse vemos tantas nomes e palavras do VT. Dos 404 versículos de Apocalipse, Contêm 276 citações do VT. Deus E.U.A. as histórias do VT para ilustrar os eventos dos últimos dias. Portanto, quando lemos em Apocalipse acerca duma estátua que é erigida por um reino, e que todos são um Obrigados inclinar-se perante ela, recomendamos que o leitor volte atrás e leia esta história do VT mais detalhes para conhecer.
Veja o versículo 1 outra vez. Que metal Nabucodonosor usou para construir esta estátua? Era feita de ouro da cabeça aos pés.
Lembra-se de outra história que lemos em Daniel, no estudo anterior, também que descrevia uma estátua? Daniel 2. de que era feita uma estátua de Daniel 2? OS (Reveja metais.) O que representava uma cabeça de ouro (Babilónia.) O que representavam o ventre e os braços de prata? Os Medo-Persas. Saber que o seu império um dia seria derrotado por uma nação mais fraca era uma boa notícia para o rei? Não. Vamos voltar a Daniel 3.
Um dia o rei Decidiu dizer ao mundo o que ele pensava acerca da estátua de Daniel 2. Ele mandou construir um sua própria estátua, mas fá-la totalmente de ouro da cabeça aos pés. Nabucodonosor está a declarar: "Não cairei!"
Bom, é melhor ficar por aqui hoje, não quero que desista, fique atento que postarei o restante deste estudo muito próximo. Deus derrame bênçãos sobre a sua vida em Jesus.

A QUESTÃO DA MARCA DA BESTA EM DANIEL 3 - PARTE B


Olá amigos. Vamos continuar o título em estudo, para melhore compreender o que vamos estudar aconselho uma lei que dois ou três parágrafos do estudo anterior.
Repare nenhum significado. Nabucodonosor utiliza um símbolo que Deus usou para ensinar uma verdade em Daniel 2 e distorce essa verdade. Sim, ele faz uma estátua que é igual a de Daniel 2. Sim, ele a cabeça de ouro. Ma onde Deus usou outros metais para ensinar que haveria quatro grandes reinos, Nabucodonosor (PP-BR Nabucodonozor) distorce esta ideia fazendo uma estátua toda de ouro.
Portanto, a primeira coisa que aprendemos em Daniel 3 é que a marca da Besta ea uma estátua tem algo ver com o acto de falsificar uma verdade de Deus e alterá-la, ma não ensinar a pregar a verdade total.
A seguir vemos que, em Daniel 3:1: "O rei Nabucodonozor fez uma estátua de ouro, uma altura da qual era de sessenta côvados, ea sua largura de seis côvados; levantou-a campo no de Dura, na província de Babilônia. ", esta estátua tem 60 côvados de altura e 6 de largura. Foram os babilônios que Desenvolveram o sistema sexagesimal que existem em 60 segundos num minuto, numa hora 60 minutos, 360 graus num círculo, etc este facto leva a pensar que o número 6 propriedades especiais tinha. Sim, a adoração pagã estava Interligada ao número 6. Na realidade, o número 666 pode ser datado da época de Babilónia Antiga como um número que era usado para adorar os Deuses Pagãos.
Pagã Isto realça o facto de que o rei estava a basear esta estátua falsa na Adoração e não na adoração do Deus verdadeiro. Também indica que a marca da besta Irã usar uma verdade de Deus e Falsifica-la ea eça estará Baseada não paganismo e não na verdadeira adoração de Deus.
Daqui para a frente vamos seguir a história tal como ela está registada em Daniel 3.
O rei ordena a todos os líderes do seu império que se reúnam na Planície de Dura. Ali ele erigiu esta estátua de 30 metros. Ele diz a que tem todos de uma adorar quando ouvirem a música, ou Serão atirados para uma fornalha ardente. Mas, três homens recusam curvar-se perante uma estátua. Quando eles são Levados Perante o rei, eles dizem-lhe que uma sua confiança está sem Deus não Deu. Vamos ler uma história no verso 16.
Daniel 3:16-18:
"16 Responderam Sadraque, Mesaque e Abednego, e disseram ao rei: Ó Nabucodonozor, não Necessitamos de te responder sobre este negócio.
17 Eis que o nosso Deus a quem nós servimos pode nos Livrar da Fornalha de fogo ardente, e ele nos livrará da tua mão, ó rei.
18 Mas se não fica sabendo, ó rei, que não Serviremos um teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste. "
A resposta dada por enguias: "Não Necessitamos de te responder sobre este negócio" - significa "Não estamos nada preocupados. Se Deus quer nos libertar, Ele pode faze-lo. Se não, mesmo assim não adoraremos a tua estátua. "
Vamos ver porque é que eles não curvavam se perante uma estátua. - Em Êxodo 20:4-6:
"4 Então disse o Senhor um Moisés: Estende a mão e pega-lhe pela cauda (estendeu ele a mão e lhe pegou, e ela se Tornou em vara na sua mão);
5 enguias para que creiam que te apareceu o Senhor, o Deus de seus pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque eo Deus de Jacó.
6 Disse-lhe mais o Senhor: Mete agora a mão sem seio. E meteu a mão no seio. E quando um tirou, eis que a mão estava leprosa, branca como a neve. "
O segundo mandamento proíbe isso. O que aprendemos aqui é que a marca da besta um tem algo ver com um reino poderoso que promulgação leis que exigem que as pessoas adorem de forma contraria aos mandamentos de Deus.
O que devemos fazer quando somos Colocados numa situação semelhante à destes três homens (Sadraque, Mesaque e Abednego)?
Actos 5:29 "Respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Importa antes obedecer a Deus que aos homens."
Devemos obedecer sempre a Deus em vez de obedecer aos homens.
Vamos voltar à nossa história para ler o que acontece a seguir.
Daniel 3:19: "Então Nabucodonozor se encheu de raiva, e se lhe mudou o aspecto do semblante contra Sadraque, Mesaque e Abednego, e deu ordem para que uma fornalha se aquecesse sete vezes mais do que se costumava aquecer." O rei fica furioso. Os três Servos Fiéis a Deus são amarrados como se Fossem uma ameaça para uma sociedade. Esta é a forma como Satanás trabalha. Ele faz com que Aqueles que guardam uma lei Sejam vistos como desrespeitadores da lei.
Os três hebreus Devem ter Sido fortemente tentados enquanto estiveram à espera que uma Fornalha aquecesse. Imagino que o diabo DEVE ter Sussurrado aos seus ouvidos. "De que serve se morreres? Se morreres como é que vais testemunhar aos outros? Pede ao rei uma segunda oportunidade. Quando tocar uma música, curva-te e apertas tuas sandálias. Desta forma Permanecer vivo e podes fazer muitas coisas boas para uma causa de Deus. "Independentemente da Astúcia das tentações de Satanás, elas não levaram à transgressão. Eu gostaria de ser assim, e você?
Talvez saiba o que aconteceu a seguir. Podemos ler em Daniel 3:21-23:
"21 Então estes homens foram atados, vestidos de seus mantos, suas Túnicas, seus turbantes e demais roupas, e foram lançados na fornalha de fogo ardente.
22 Ora, tão urgente era a ordem do rei ea fornalha estava tão quente, a que chama do fogo matou os homens que carregaram uma Sadraque, Mesaque e Abednego.
23 E estes três, Sadraque, Mesaque e Abednego, caíram atados dentro da fornalha de fogo ardente ".
Eles são atirados para o fogo. Ele está tão quente que mata os guardas que Atiraram os lá para dentro. Imagino que o rei estava Sentado no seu trono e não queria que ninguém o incomodasse. Mas, então, quando ele olha para uma fornalha, vê algo a mover-se sem fogo. O que pode ser?
Daniel 3:24,25:
"24 Então o rei Nabucodonozor se espantou, e se levantou depressa; falou, e disse aos seus conselheiros: Não Lançamos nós dentro do fogo atados três homens? Responderam ao rei: É verdade, ó rei.
25 Ele disse: Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, e nenhum dano SOFREM; eo aspecto do quarto é semelhante a, um filho dos deuses ".
Eles não estão mortos! Deus enviou o Seu Filho para os salvar.
Daniel 3:26-27:
"26 Então chegando-se Nabucodonozor à porta da fornalha de fogo ardente falou, dizendo: Sadraque, Mesaque e Abednego, servos do Deus Altíssimo, saí e vinde! Logo Sadraque, Mesaque e Abednego saíram do meio do fogo.
27 E os sátrapas, os prefeitos, os governadores, e os conselheiros do rei, estando reunidos, viram que o fogo não tinha tido poder sobre os corpos algum destes homens, nem foram chamuscados os cabelos da sua cabeça, nem sofreram mudança os seus mantos , nem sobre as enguias tinha passado o cheiro de fogo ".
O rei ordena-lhes que saiam do fogo. A multidão está perplexa! A única coisa que se queimou foi o que os atavam cordas.
Já pensou alguma vez que não teria acontecido se eles tivessem se curvado? Não teriam tido uma oportunidade de conhecer o Filho de Deus. E nas Provações que somos tentados um transgredir, mas também é aí que nos aproximamos mais de Deus se Lhe formos Fiéis.
Daniel 3:28-30:
"28 Falou Nabucodonozor, e disse: Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abednego, o qual enviou o seu anjo e livrou os seus servos, que confiaram nele e frustraram a ordem do rei, escolhendo antes entregar os seus corpos, do que servir ou adorar um deus algum, senão o seu Deus.
29 Por mim, pois, é feito um decreto, que todo o povo, nação e língua que proferir blasfêmia contra o Deus de Sadraque, Mesaque e Abednego, seja Despedaçado, e como suas casas Sejam feitas um monturo; porquanto não há outro deus que POSSA Livrar desta maneira.
30 Então o rei fez prosperar uma Sadraque, Mesaque e Abednego na província de Babilônia. "
Fiéis Sido Por terem, como pessoas aprenderam acerca do reino da verdade de Deus. e um prêmio como, estes três homens são promovidos. Deus honra Aqueles que O honram.
É sem dúvida uma história de fidelidade. Vamos resumir o que ela nos ensina acerca da marca da besta quando comparamos com um Apocalipse 13.
1 - A marca não é o número 666. (Apoc. 13:17,18)
2 - Reinos (Governos) poderosos levarão o mundo um ESTABELECER uma marca.
3 - A marca está associada com uma adoração de uma "estátua" simbólica que representa uma eça Duma verdade de Deus.
4 - A adoração falsa estará Baseada na antiga adoração pagã.
5 - Todo o mundo é obrigado a seguir esta falsa adoração.
6 - A falsa adoração estará em oposição aos mandamentos de Deus.
7 - Enquanto transgredir A maioria ira, Existirão alguns Fiéis que permanecerão Leais Zambianos ou simplesmente a Deus.
8 - Deus Irá Libertá-los da fornalha e NÃO SERÃO feridos.
9 - Com tudo isto ganharão uma experiência com Jesus preciosa.
Num dos próximos estudos vamos aprofundar este assunto. Vamos estudar quem é a besta eo que é especificamente uma marca.
Deixe-me fazer-lhe uma pergunta antes de terminar. Onde estava Daniel Enquanto decorria esta historia? Ainda estava vivo, mas não estava presente. A Bíblia não diz onde ele estava. Talvez estivesse fora numa missão diplomática. Deus, na Sua sabedoria, tirou-o da cena. Isto levou os outros três um agir por sua própria conta. Daniel representa aquele grupo de pessoas que Serão retiradas do caminho. E os outros três REPRESENTAM Aqueles que Serão deixados.
Nenhum de nós sabe quem terá de passar pelo teste. Mas eu sei que Independentemente do que acontecer eu sempre quero ser uma sensação Jesus. E você?

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

OS NOSSOS DIAS NA PROFECIA DANIEL 2 - PARTE A

HOJE vamos começar a estudar a fantástica previsão que a Bíblia faz de 2500 anos de história antes dela ter acontecido. Relaciona-se com a actualidade e revela a forma como o mundo irá acabar. Sempre que eu estudo a Bíblia gosto de pedir a orientação de Deus. Gostaria de pedir a Deus sabedoria para entender o que vamos estudar? Então feche os olhos e fale com Deus.
Vamos abrir as nossas Bíblias em Daniel 2 para estudarmos esta profecia fantástica. Fica combinado que eu vou colocar o texto bíblico integral aqui, você pode ler na sua Bíblia, está bem?
Daniel 2:1-3 (estes são os nossos textos se quer leia na sua Bíblia e pode conferir com os que vou colocar, Deus o/a abençoe)
1 Ora no segundo ano do reinado de Nabucodonozor, teve este uns sonhos; e o seu espírito se perturbou, e passou-se-lhe o sono.
2 Então o rei mandou chamar os magos, os encantadores, os adivinhadores, e os caldeus, para que declarassem ao rei os seus sonhos; eles vieram, pois, e se apresentaram diante do rei.
3 E o rei lhes disse: Tive um sonho, e para saber o sonho está perturbado o meu espírito.
(Entendeu o método? Aqui nos versos 1 a 3 pode ler o texto acima mencionado, gostou?)
Agora vou falar-lhe um pouco acerca do pano de fundo desta história (você tem que me desculpar – falo para amigos brasileiros – eu sou português e naturalmente escrevo o português de Portugal, tem algumas nuances diferentes, ainda que eu pelo muito contacto que tenho com brasileiros, tento ficar entre os dois; português BR, português PT.). Ela acontece por volta do ano 603 a.C. Este rei governa o império mais forte daquela altura, e Daniel é um judeu que foi levado cativo para Babilónia quando o rei atacou Jerusalém.
Esta história regista a forma como Deus deu ao rei Nabucodonosor um sonho profético acerca dos eventos dos últimos dias. Sabemos isto porque Deus dá a Daniel a capacidade de interpretar o sonho. Vamos ler o que Deus disse ao rei.
Daniel 2:27-30 (ler)
27 Respondeu Daniel na presença do rei e disse: O mistério que o rei exigiu, nem sábios, nem encantadores, nem magos, nem adivinhadores lhe podem revelar;
28 mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonozor o que há de suceder nos últimos dias. O teu sonho e as visões que tiveste na tua cama são estas:
29 Estando tu, ó rei, na tua cama, subiram os teus pensamentos sobre o que havia de suceder no futuro. Aquele, pois, que revela os mistérios te fez saber o que há de ser.
30 E a mim me foi revelado este mistério, não por ter eu mais sabedoria que qualquer outro vivente, mas para que a interpretação se fizesse saber ao rei, e para que entendesses os pensamentos do teu coração.
Já leu?
Então vejamos, Daniel diz ao rei que o Deus do Céu está a revelar-lhe os segredos do futuro. Repare o que diz o versículo (verso) 28. De que dias fala este sonho? “Dos últimos dias.” Portanto esperamos que fale dos últimos dias da Terra. Mas ele inclui mais do que isso. Lemos acerca disso no versículo 29.
Daniel 2:29 (leia no texto acima) Daniel diz ao rei que este sonho irá revelar o “que há-de ser” no original acrescenta “depois disto.” Este é um aspecto interessante. O que Daniel está a dizer é que este sonho nos levará desde aquele ponto no tempo, por volta de 63 a.C., até aos últimos dias. Por outras palavras, Deus deu ao rei um serumo da história da Terra desde 603 a.C. até ao seu fim.
Porque é que Deus deu este sonho ao rei? São três as razões mencionadas. A primeira é para que possamos conhecer o futuro. Podemos ler isto no versículo 28.
A segunda razão está registada (registrada) no versículo 30.
Daniel 2:30
“30 E a mim me foi revelado este mistério, não por ter eu mais sabedoria que qualquer outro vivente, mas para que a interpretação se fizesse saber ao rei, e para que entendesses os pensamentos do teu coração.”
Leu? Foi revelado para o bem de Daniel e dos seus amigos que interpretam o sonho. Deus queria colocar Daniel e os seus amigos em posições de destaque a fim de que eles fossem Suas testemunhas. Assim, ele tomou providências para que eles fossem os únicos sábios a interpretar o sonho do rei.
(vou parar aqui, para pedir desculpas aos portugueses por me ter dirigido aos brasileiros como o fiz acima, a razão prende-se que a consulta aos meus blogues há uma proporção de 300 brasileiros para 10 portugueses)
A capacidade de interpretar sonhos e compreender a profecia teria um impacto forte durante toda a vida de Daniel. Podemos ver isso no versículo 49: “A pedido de Daniel, o rei constituiu superintendentes sobre os negócios da província de Babilónia a Sadraque, Mesaque e Abednego; mas Daniel permaneceu na corte do rei.”
Penso que aqui também existe uma lição para nós. Compreender a profecia bíblica traz-nos muitas bênçãos. Em primeiro lugar, elas ajudam-nos a entender o futuro. Isto é sempre útil porque permite preparar-nos para o que está para vir. É como quando a meteorologia nos diz que se aproxima uma grande tempestade; nós levamos as plantas e os animais para dentro e preparamos tudo. Quando sabemos o que o futuro nos reserva, podemos preparar-nos. É claro que a preparação mais importante para o nosso futuro é estar espiritualmente bem com Deus, não é?
A terceira razão por que Deus deu este sonho ao rei está no versículo 30: “E a mim me foi revelado este mistério, não por ter eu mais sabedoria que qualquer outro vivente, mas para que a interpretação se fizesse saber ao rei, e para que entendesses os pensamentos do teu coração.”
Leu a última frase? “e para que entendesses os pensamentos do teu coração.” Esta é provavelmente a razão mais importante da profecia – conhecer melhor o nosso coração e como podemos chegar-nos a Deus. Deus queria que o rei se arrependesse dos seus pecados e aceitasse a salvação. Ao dar-lhe este sonho Deus esperava converter Nabucodonosor. Ao estudar a profecia descobri que ela faz o mesmo por mim. Ela aproxima-me de Jesus e inspira-me a viver completamente para Ele.
Portanto, as três razões por que Deus deu este sonho ao rei são também as mesmas três razoes por que Deus nos dá a profecia para estuar. Elas:
1. Prevêem o futuro para que possamos saber o que está para vir.
2. Protegem o Seu povo para que possamos preparar-nos para o que está para vir.
3. Convertem-nos e aproxima-nos mais d´Ele para que nos acheguemos a Jesus, o único que nos pode dar segurança no futuro.
Estou a orar para que durante estes estudos, possamos sentir estas três razoes na nossa vida. Que possamos aprender o que a Bíblia diz acerca do futuro. Que saibamos quais as decisões que devemos tomar para nos protegermos a nós mesmos e aos nossos queridos; e, o mais importante de tudo, que nos aproximemos de Deus e da Sua palavra. É isso que deseja?
Hoje vou parar aqui, continuamos amanhã se Deus quiser. Deus derrame bênçãos sobre si e a sua família em Jesus. Amem!