Fim do Milénio, Nova Jerusalém desce para a terra, satanás é
solto, ímpios ressuscitam e cercam a cidade Santa, fogo desce do céu e os
consomem.
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Vídeos Eventos Finais - Parte 07 (Final)
Deus faz novas todas as coisas, a terra é restaurada á sua
perfeição original, Deus habitará com seu povo e Ele será seu Deus…
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
A ÚNICA CIDADE SEM CEMITÉRIO
Quando eu tinha uns 6 anos, fiz uma viagem – a minha
primeira e grande viagem – fui com a minha mãe da Figueira da Foz para uma
aldeia (terra da minha mãe) perto de Soure ao sul de Coimbra onde vivi até aos
12 anos. Soure é uma vila para mim muito atrativa, o rio e um castelo, além de
um lindo parque com baloiços para as crianças. Mas aquela cidade tem um lugar
triste chamado cemitério.
Aos 12 anos voltamos para a Figueira da Foz, conheci a
grande cidade, passado algum tempo fiquei doente e fui internado no grande
hospital, ao lado havia e há um grande cemitério.
Daí em diante, conheci muitas outras cidades, cidades
famosas, grandes capitais, como Coimbra, Lisboa, Barreiro, Valencia, Madrid em
Espanha, enfim; conheci muitas cidades em toda a Europa.
Mas sabe o que eu ainda não encontrei? Uma cidade que não tenha
cemitério. Ando à procura de uma cidade que não tenha cemitérios; eu ainda não
achei. Você já encontrou? Se conhecem por favor à saída fale dela que eu quero
visitar.
Hoje eu quero falar de uma Cidade que não tem cemitério
nenhum, a cidade dos meus sonhos.
O patriarca Abraão – ele é conhecido como o pai da fé e pai
de todos os que crêem nas promessas de Deus, e ele andou como um peregrino aqui
nesta Terra, e andava mesmo sem saber para onde ia, mas procurava uma cidade
sem cemitério, porque "aguardava a Cidade que tem fundamentos, da qual
Deus é o arquiteto e edificador." (Heb. 11:10)
Com efeito, a Cidade que Deus nos preparou, a Cidade de ouro
e cristal não terá cemitérios. Lemos em:
Apoc. 21:2-4 – "E vi a santa cidade, a nova Jerusalém,
que descia do céu da parte de Deus, adereçada como uma noiva ataviada para o
seu noivo. E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Eis que o
tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o
seu povo, e Deus mesmo estará com eles. Ele enxugará de seus olhos toda
lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor;
porque já as primeiras coisas são passadas."
Todos quantos entrarem pelas portas da Cidade de Jerusalém
celeste nunca mais verão a morte, porque a morte já não existirá, porque nesta
Cidade não haverá cemitérios, já não haverá luto: ninguém vai se vestir de
preto, mas de vestes brancas, que são símbolo de vitória.
O apóstolo Paulo escreve sobre essa inexcedível vitória.
Notem as sua palavras em: 1ªCor. 15:54, 55 – "Mas, quando isto que é
corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir
da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrito: Tragada foi a
morte na vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu
aguilhão?"
Quando o almirante Nelson travou a batalha contra a esquadra
francesa, no rio Nilo, o almirante Nelson abateu os seus inimigos franceses
numa derrota esmagadora, e ele impressionado com isso, disse: "A palavra
vitória não é suficientemente grande para descrever o importante
acontecimento." (MM, 1966,14).
Quando o Senhor Jesus Cristo vier na Sua glória e majestade,
quando Ele chamar os mortos e transformar os vivos, "quando este corpo
corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de
imortalidade", então a palavra vitória será pequena demais para descrever
o acontecimento.
E quando todos os justos de todos os tempos se reunirem numa
grande e inumerável multidão, e atravessarem os portais da Cidade Eterna, a
Cidade que não tem cemitérios, então a palavra vitória não será suficientemente
grande para descrever a ocorrência.
É por isso que S. Paulo disse noutra parte que nós somos
mais do que vencedores por Aquele que nos amou. É uma vitória tão grande, é uma
supervitória, é algo tão maravilhoso que a língua humana não poderá jamais
descrever. "Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em
coração humano, o que Deus tem preparado para aqueles que O amam." (1ª
Cor. 2:9).
I – DESCRIÇÃO DA CIDADE
Como será a Cidade Eterna, como será a Cidade que não tem
cemitérios?
1) A Bíblia diz que a Nova Jerusalém será construída de ouro
puro, semelhante a vidro límpido. (Apoc. 21:18). Portanto, será uma cidade
muito rica. Os homens que a contemplarem nunca viram tanto ouro na sua vida. A
visão da Cidade de Ouro parece vidro cristalino.
2) A Bíblia acrescenta que a cidade terá a glória de Deus; e
por isso, o seu fulgor, o seu brilho será semelhante a uma pedra preciosíssima,
como pedra de jaspe cristalina. (21:11).
E se a Cidade terá a glória de Deus, não precisa nem do sol
nem da lua para lhe darem claridade. A
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
O Sábado ou o Domingo?
Os estudos anteriores revelaram o assombroso fato de que
alguém tentou mudar o original sétimo dia do sábado do nosso Deus. Foi revelado
que Deus não fez nenhuma mudança com relação ao sábado. Ele é parte da eterna,
imutável, lei dos dez mandamentos de Deus. O sábado foi originado no jardim do
Éden, será guardado na nova terra, é o sinal especial de um relacionamento com
Deus. O chifre pequeno teria autoridade para mudar o sábado para o domingo?
Neste estudo queremos examinar toda possível evidência no Novo Testamento que
mesmo remotamente tenha surgido a possibilidade dessa mudança. Examinaremos
todos os textos do Novo Testamento que mencionam o primeiro dia da semana.
Existem apenas oito.
O DOMINGO NO NOVO TESTAMENTO
1.
O chifre pequeno realmente mudaria os tempos e as leis
de Deus?
“E proferirá palavras contra o Altíssimo, e
destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará
em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e
tempos, e a metade de um tempo.” (Daniel 7:25)
2.
Examine todos os 8 textos do Novo Testamento que
mencionam o 1° dia da semana.
Ver:
2.1 Marcos
16:9 “E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana,
apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demónios.”
Nota: Este texto simplesmente declara a verdade de que Jesus
ressuscitou no primeiro dia da semana. Não há insinuação de que devemos guardar
este dia em honra a ressurreição de Jesus.
2.2 Marcos 16:1,2; Lucas 24:1; Mateus 28:1; João 20:1,2
“E, PASSADO o sábado,
Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem
ungi-lo. E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao
nascer do sol.” Marcos 16:1,2
Nota: Este texto
deixa claro que o sábado foi o dia anterior a ressurreição, e não o dia da
ressurreição.
2.3 “Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da
semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se
no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco.” João 20:19
Nota: Os
discípulos não estavam reunidos para honrar a ressurreição de Jesus, porque não
acreditaram nisto naquela ocasião. Eles se mantiveram trancados e escondidos
por medo de lhes acontecer o que aconteceu a Jesus. Nada indicava aqui uma
mudança no dia ou adoração.
2.4 I Coríntios 16:2 “No primeiro dia da semana cada um de
vós ponha de parte (em casa) o que puder ajuntar, conforme a sua
prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar.”
Nota: Paulo
estava arrecadando dinheiro para os cristãos de Jerusalém que sofriam de fome
(Atos
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
A MENSAGEM DO SEGUNDO ANJO - APOCALIPSE 14:8
LEIA A MENSAGEM DO PRIMEIRO ANJO
"E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu! Caiu Babilónia, aquela grande cidade que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição!" (Apoc. 14:8).
"E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu! Caiu Babilónia, aquela grande cidade que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição!" (Apoc. 14:8).
Este anjo "seguiu" o primeiro, não no sentido de
substituí-lo, mas sim no sentido de acompanhá-lo (como em Apoc. 14:4). A
mensagem adicional menciona a "Babilónia" pela primeira vez em
Apocalipse, e a descreve como a grande adúltera que seduziu as nações com vinho
intoxicante. A mensagem do segundo anjo não pode entender-se adequadamente se
se isola Apocalipse 14 do contexto que lhe seguir nos capítulos 16 a 18, nos
quais é dada mais informação a respeito de Babilónia.
O outro enfoque para entender "Babilónia" é
recuperar as conexões com o Antigo Testamento. O nome "Babilónia"
está escolhido de maneira intencional para revelar a relação teológica de tipo
e antítipo com o arqui-inimigo de Israel durante o velho pacto. A queda
histórica do império neobabilónico, tal como Isaías, Daniel e Jeremias a
predisseram, está decretado como sendo o protótipo da queda de Babilónia do
tempo do fim. Esta correspondência tipológica esclarece a interpretação da Babilónia
do tempo do fim e de sua queda. Quando se estabeleceu a continuidade dos
fundamentos teológicos de ambas as Babilónias, o Apocalipse proporciona a
aplicação para o tempo do fim. Apocalipse 17 refere babilónia como sendo um
"mistério" (v. 5), o que indica que a Babilónia do tempo do fim é a
renovação apocalíptica da antiga cidade que se sentava sobre as "muitas
águas" do Eufrates (Jer. 51:13). Uma comparação minuciosa revela a
correspondência intencional:
BABILÔNIA DO TEMPO DO FIM: "Vem, mostrar-te-ei o
julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas".
Apocalipse 17:1
BABILÓNIA HISTÓRICA: "Ó tu que habitas sobre muitas
águas, rica de tesouros! Chegou o teu fim, a medida da tua avareza". Jeremias
51:13
Esta correspondência essencial das duas Babilónias está
descrita pelo CBA desta forma:
"A antiga cidade de Babilónia estava situada junto às
águas do rio Eufrates (ver com. Jer. 50:12, 38), morava simbolicamente 'entre
muitas águas' ou povos (Jer. 51:12, 13; cf. Isa. 8:7, 8; 14:6; Jer. 50:23),
assim também a Babilónia moderna é apresentada sentada ou vivendo sobre os
povos da terra, ou oprimindo-os (cf. com. Apoc. 16:12)".1
A frase "Babilónia a Grande" (mencionada 5 vezes:
14:8; 16:19; 17:5; 18:2, 21) é uma alusão direta à egolatria de Nabucodonosor
em Daniel 4:30 (ver também Apoc. 18:7). As frases a respeito da queda de Babilónia
e de seu vinho intoxicante em Apocalipse 14:8 estão tomadas dos oráculos da
condenação do Antigo Testamento contra Babilónia (Isa. 21:9; Jer. 51:7):
A QUEDA DA BABILÓNIA DO TEMPO DO FIM: "E outro anjo
seguiu, dizendo: Caiu, caiu babilónia, aquela grande cidade, que a todas as
nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição." (Apocalipse 14 : 8)
A QUEDA DA BABILÔNIA HISTÓRICA: "Caiu, caiu Babilónia;
e todas as imagens de escultura dos seus deuses jazem despedaçadas por
terra" (Isa. 21:9).
"A Babilónia era um copo de ouro na mão do SENHOR, o
qual embriagava a toda a terra; do seu vinho beberam as nações; por isso,
enlouqueceram" (Jer. 51:7).
Assim como a antiga Babilónia foi a perseguidora de Israel,
assim também "Babilônia" no Apocalipse é a perseguidora do Israel de
Deus no tempo do fim. Louis F. Were recalçou o caráter teológico de Babilónia:
"Menciona-se Babilónia nas profecias do Apocalipse só devido à sua
oposição à Jerusalém".2 Também A. Farrar comentou de maneira similar:
"Babilónia é a paródia de Jerusalém".3
| Mulher Fiel |
O contraste entre "Israel" e "Babilónia"
que se descreve como duas mulheres, chega a ser ainda mais surpreendente quando
se presta atenção às suas descrições detalhadas. Enquanto a mulher de Deus no
capítulo 12 aparece "no céu" iluminada com o sol e as estrelas, a
mulher infiel do capítulo 17, adornada com as invenções do homem, "está
sentada sobre muitas águas" e "sobre uma besta escarlate" (Apoc.
17:1-3). Enquanto a mulher do capítulo 12 leva um menino em seu seio a que vai
dar à luz, a mulher do capítulo 17 tem na sua mão um cálice cheio do sangue dos
descendentes da outra mulher. A primeira mulher é protegida; a segunda persegue
e será destruída.
Não pode identificar-se Babilónia com Roma imperial. A
grande "meretriz" que se senta "sobre uma besta escarlate"
(Apoc. 17:3) é um símbolo que distingue Babilónia (a mulher) do poder político
(a "besta"). Desde o começo tem como característica essencial Babel
(literalmente, "porta dos deuses") quis elevar-se aos céus para usurpar
o lugar e o poder soberano de Deus (ver Gén. 11:4; Isa. 14:13, 14; Jer. 51:53).
A intenção básica de Babilónia de representar a Deus sobre a
terra segundo "sua vontade" (Dan. 11:36) é o mal mais fundamental.
Esta aspiração demoníaca se enfatiza na profecia do "chifre
pequeno" do profeta Daniel (caps. 7 e 8) e do "rei
do norte" (11:36-45). O objetivo perigoso de substituir tanto a Deus como
a sua redenção messiânica fica desmascarado na guerra que faz o chifre contra o
"Príncipe dos príncipes", o verdadeiro Sumo-Sacerdote de Deus, e
contra o Seu sacrifício todo suficiente (8:11, 25). Doukhan captou esta relação
de Babilónia com o livro de Daniel com uma percepção aguda. Diz Doukhan: "A
ambição de Babel é idêntica à do chifre pequeno. Tem uma natureza religiosa e está
dirigida à posição do Sumo-Sacerdote em relação com a purificação e o juízo.
Dessa maneira, luta por conseguir tanto o poder para perdoar pecados como o fim
último para decidir a respeito da salvação (ver Lev. 16:19, 32)".4
O segundo anjo anuncia que Deus julgou a Babilónia e suas
reivindicações religiosas de representar a
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
A MENSAGEM DO PRIMEIRO ANJO - APOCALIPSE 14:6, 7
"Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um
evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação,
e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe
glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a
terra, e o mar, e as fontes das águas" (Apoc. 14:6, 7).
A expressão
"outro anjo" (v. 6) conecta este mensageiro com o anjo anterior que
aparece no Apocalipse, o "anjo forte" do capítulo 10. A tríplice
mensagem de Apocalipse 14 ao que parece funciona como a expansão da missão do
"anjo forte" durante a sexta trombeta (Apoc. 10:5-7). Em ambos os
capítulos, o 10 e o 14, a advertência do tempo do fim do céu tem o propósito de
alcançar toda a terra. O anjo "voando pelo meio do céu" (o zénite do
céu) em Apocalipse 14 simboliza o alcance universal de sua mensagem, assim como
o anjo forte tinha posto seu pé tanto sobre o mar como sobre a terra. Esta
esfera de ação universal se recalca pela ênfase: "Tendo o evangelho eterno
para pregar aos moradores [literalmente, 'se sentam'] da terra, a toda nação,
tribo, língua e povo" (v. 6). Esta proclamação do "evangelho
eterno" de Deus é a verdadeira mensagem de reavivamento para o fim.
Desenvolve a promessa anterior de Cristo:
"E este evangelho do reino será pregado em todo mundo,
para testemunho a todas as nações; e então virá o fim" (Mat. 24:14).
O adjetivo "eterno " [em gr., aiónion] aplicado ao
"evangelho" em Apocalipse 14:6 leva consigo um significado especial.
Afirma que o evangelho do tempo do fim é o evangelho inalterado dos apóstolos
de Jesus. O evangelho do tempo do fim não é um evangelho diferente, mas sim o
evangelho como foi exposto por Paulo nas suas cartas aos romanos e a outras
igrejas. A estrutura delicada do evangelho da soberana graça de Deus (ver Ef.
2:4-10) não pode ser alterado nunca, nem sequer por um anjo ou por um apóstolo.
Uma inovação tal cairia sob a maldição
de Deus (ver Gál. 1:6-9).
O evangelho eterno chega a ser cada vez mais relevante quando
é contemplado em seu marco de Apocalipse 13, onde o anticristo demanda a
lealdade à sua falsificação ou "evangelho diferente" (cf. 2 Cor.
11:4). Referindo-se aos decretos do concílio do Trento (1545-1563), o bispo
Chr. Wordsworth comentou:
terça-feira, 26 de agosto de 2014
A MENSAGEM DO TERCEIRO ANJO - APOCALIPSE 14:9-12
Esta advertência solene é dirigida a cada crente. Convoca a
cada um a permanecer firme contra as ameaças de morte do anticristo, e
desenvolve a mensagem do segundo anjo de que todas as nações se viram
compelidas a "beber o vinho" de Babilónia (Apoc. 14:8): "Se alguém
beber o vinho da ira de Babilónia, também terá que beber o vinho da ira de
Deus!" O "cálice" simbólico da ira de Deus (Apoc. 14:10; 16:19)
era um conceito tradicional nas profecias de juízo de Israel. O "cálice de
vinho" na mão de Deus servia como o símbolo de sua justiça punitiva.
Até Israel que quebrantou o pacto teve que beber o vinho de
sua ira (Jer. 25:15, 16, 17; 49:12; Ezeq. 23:31-34; Isa. 51:17, 22; Sal. 60:3;
75:8). Mas Israel experimentou a taça da ira de Deus só em forma temporária
(ver Sal. 60:3; Isa. 51:22). Entretanto, alguns inimigos de Israel tiveram que
beber a taça da ira até sua extinção: "Beberão, e engolirão, e serão como
se não tivessem sido" (Ob. 16). "Bebei, embebedai-vos e vomitai; caí
e não torneis a levantar-vos..." (Jer. 25:27; também o v. 33).
A aceitação por parte de Jesus da taça da ira divina da mão
de Deus no Getsémani pertence à essência do evangelho (Mat. 20:22; 26:39, 42).
Declara E. W. Fudge: "Porque ele aceitou aquela taça, seu povo não tem que
bebê-la. A taça que nos deixa [a taça da comunhão] é um recordativo constante
de que ele ocupou nosso lugar (Mat. 26:27-29)".
Os adoradores da besta têm que beber a ira de Deus
"pura" [em gr., akrátu; "sem diluir", NBE; "sem
mistura", CI). Este cálice da ira já não está misturado com misericórdia.
Derramar-se-á com as 7 últimas pragas (Apoc. 15:1). Isto significa que todas as
pragas de Apocalipse 16 constituem uma parte integral da mensagem do terceiro
anjo. Uma expressão hebraica nestes versículos tem desafiado os intérpretes:
"Será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos
anjos e na presença do Cordeiro. A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos
dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores
da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome"
(Apoc. 14:10, 11).
A frase "fogo e enxofre" é parte da maldição do
pacto, maldição que inclui extinção ou aniquilação (Deut. 29:23; Sal. 11:6). O
juízo sobre Sodoma e Gomorra resultou em que "subia da terra fumo como
fumaça de
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
O SIGNIFICADO DA NOVA JERUSALÉM
"Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a
primeira terra passaram, e o mar já não existe. Vi também a cidade santa, a nova
Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada
para o seu esposo. Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o
tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de
Deus, e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a
morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as
primeiras coisas passaram. E aquele que está assentado no trono disse: Eis que
faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são
fiéis e verdadeiras. Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ómega,
o Princípio e o Fim. Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da
vida. O vencedor herdará estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será
filho. Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos
assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os
mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a
saber, a segunda morte" (Apoc. 21:1-8).
Esta visão de João continua a série de visões
("Vi") que começaram com a do segundo advento em Apocalipse 19:11.
Alguns inclusive consideram Apocalipse 21:1-8 como "a parte mais
importante de seu livro".
Apocalipse 20 e 21 estão unidos por muitos elos. Ambos falam
de "céu e terra" (20:11; 21:1), do "mar" (20:13; 21:1), do
"livro da vida" (20:12; 21:17), do "trono" de Deus (20:11;
21:3), da "segunda morte" (20:14; 21:8) e do "lago de fogo"
(20:15; 21:8). Estas conexões confirmam que a visão da Nova Jerusalém é a
culminação da longa cadeia de visões que aparecem em Apocalipse 19:11 a 21:8.
Em outras palavras, a visão de "um novo céu e uma terra nova" (21:1).
Segue à segunda vinda de Cristo (19:11-16) e ao milénio.
A descida da presença constante de Deus sobre a terra
renovada é o propósito do plano de Deus e dos seus juízos sobre a humanidade
pecadora. Por conseguinte, a visão de Deus morando com os homens em Apocalipse
21:1-8 forma o ponto culminante de todas as visões anteriores de João, e a
consumação da esperança dos mártires. A inspiração do Espírito Santo, os dois
últimos capítulos de seu livro [o de João] formam o cântico mais sublime.
Agora João recebe visões repetidas da Nova Jerusalém (Apoc.
21:1-8, 10-27; 22:1-6), que revelam
domingo, 10 de agosto de 2014
Jesus já tinha usado os SIMBOLOS do Apocalipse
Jesus viveu no tempo quando a esperança judaica de uma
pronta vinda do Messias político se intensificava grandemente. Uma quantidade
de escritos apocalípticos, sob nomes falsos ou pseudónimos, circulavam com grande
profusão, e mantinham a esperança messiânica candente aplicando a mensagem do
juízo de Daniel e de outras passagens proféticas ao seu próprio tempo e
situação. Os títulos de algumas destas obras pseudoepigráficas são: 4 Esdras, 1
Enoc, Apocalipse de Baruque e o livro dos Jubileus (deuterocanónicos).
Os termos "apocalíptico" e
"apocalipticismo" foram usados mais tarde pelos eruditos para indicar
as escatologias especulativas e contraditórias contidas nesses escritos do
judaísmo tardio. As três características dominantes desse apocalipticismo
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
A MENSAGEM DO TERCEIRO ANJO - Apocalipse 14:9-12
"Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em
grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte
ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem
mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante
dos santos anjos e na presença do Cordeiro. A fumaça do seu tormento sobe pelos
séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os
adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome.
Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a
fé em Jesus" (Apoc. 14:9-12).
Esta advertência solene é dirigida a cada crente. Convoca a
cada um a permanecer firme contra as ameaças de morte do anticristo, e
desenvolve a mensagem do segundo anjo de que todas as nações se viram
compelidas a "beber o vinho" de Babilónia (Apoc. 14:8): "Se alguém
beber o vinho da ira de Babilónia, também terá que beber o vinho da ira de
Deus!" O "cálice" simbólico da ira de Deus (Apoc. 14:10; 16:19)
era um conceito tradicional nas profecias de juízo de Israel. O "cálice de
vinho" na mão de Deus servia como o símbolo de sua justiça punitiva.
Até Israel que quebrantou o pacto teve que beber o vinho de
sua ira (Jer. 25:15, 16, 17; 49:12; Ezeq. 23:31-34; Isa. 51:17, 22; Sal. 60:3;
75:8). Mas Israel experimentou a taça da ira de Deus só em forma temporária
(ver Sal. 60:3; Isa. 51:22). Entretanto, alguns inimigos de Israel tiveram que
beber a taça da ira até à sua extinção: "Beberão, e engolirão, e serão
como se não tivessem sido" (Ob. 16). "Bebei,
Subscrever:
Mensagens (Atom)

.jpg)



.jpg)