quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

COMO EMPREGOU CRISTO OS SÍMBOLOS APOCALÍPTICOS

Jesus viveu em um tempo quando a esperança judia de uma pronta vinda de um Messias político se intensificou grandemente. Uma quantidade de escritos apocalípticos, sob nomes falsos ou pseudónimos, circulavam com grande profusão, e mantinham a esperança messiânica candente aplicando a mensagem do juízo de Daniel e de outras passagens proféticas a seu próprio tempo e situação. Os títulos de algumas destas obras pseudoepigráficas são: 4 Esdras, 1 Enoc, Apocalipse de Baruque, Livro dos Jubileus.

Os termos "apocalíptico" e "apocalipticismo" foram usados mais tarde pelos eruditos para indicar as escatologias especulativas e contraditórias contidas nesses escritos do judaísmo tardio. As três características dominantes desse apocalipticismo judeu foram as seguintes: (1) O juízo cósmico-universal em torno do Israel nacional ou a um fiel remanescente judeu; (2) a substituição súbita da presente era pecaminosa pela criação de um mundo sem pecado e um novo cosmos; e (3) o fim predeterminado deste mundo pecaminoso e a vinda iminente do Messias. Esta urgência frequentemente estava apoiada por cálculos contraditórios de períodos de tempo na história mundial.

A maioria dos escritores apocalípticos acreditavam que o fim desta era pecaminosa estava perto, e que ocorreria em sua geração. Também acreditavam que eles eram os verdadeiros intérpretes dos profetas canónicos de Israel com respeito à sua própria crise. Um exemplo notável foi a comunidade de Qumran, cujo fundador e professor ensinou que a predição de Habacuque de um remanescente do povo de Deus que sobreviveria (Hab. 2:4) estava cumprindo-se em sua própria e única seita nas cavernas do Mar Morto.
Contra o fundo desta esperança iminente comum do judaísmo do século I de nossa era, o emprego que Jesus fez de alguns símbolos apocalípticos bem conhecidos chega a ser mais significativo. Mostra o enfoque inovador da mensagem do evangelho que proclamou Jesus. Cristo deu novo significado a termos apocalípticos tão populares como: "Filho do Homem", "juízo", "vida eterna e ressurreição", "reino de Deus", "esta era e a era por vir". Todas estas expressões eram mais ou menos termos técnicos nos esquemas apocalípticos do judaísmo tardio. A mensagem de Jesus surpreendeu os judeus de seu tempo porque deu a cada símbolo apocalíptico um novo significado messiânico ou cristocêntrico que despedaçou seus sistemas

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Leis Dominicais (Textos de Ellen G. White)

Deus fez o mundo em seis dias e descansou no sétimo, santificando este dia e separando-o de todos os outros como sagrado a Sua própria Pessoa, para que fosse observado por Seu povo durante todas as suas gerações. Mas o homem do pecado, exaltando-se acima de Deus, assentando-se no templo de Deus e ostentando-se como se fosse o próprio Deus, cuidou em mudar os tempos e as leis. Este poder, tencionando provar que não somente era igual a Deus, mas estava acima de Deus, mudou o dia de repouso, colocando o primeiro dia da semana onde deveria estar o sétimo. E o mundo protestante tem admitido que este filho do papado seja considerado sagrado. Na Palavra de Deus, isto é chamado de sua fornicação. (Apoc. 14:8.) SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 979.

Durante a dispensação cristã, o grande inimigo da felicidade do homem fez do sábado do quarto mandamento um objeto de ataque especial. Satanás diz: “Eu atravessarei os propósitos de Deus.

Capacitarei meus seguidores a porem de lado o memorial de Deus, o sábado do sétimo dia. Assim, mostrarei ao mundo que o dia abençoado e santificado por Deus foi mudado. Esse dia não perdurará na mente do povo. Apagarei a lembrança dele. Porei em seu lugar um dia que não leve as credenciais de Deus, um dia que não seja um sinal entre Deus e Seu povo. Levarei os que aceitarem este dia a porem sobre ele a santidade que Deus pôs sobre o sétimo dia.” Profetas e Reis, págs. 183 e 184.

O Sábado – o Grande Ponto em Litígio
Na peleja a ser travada nos últimos dias estarão unidos, em oposição ao povo de Deus, todos os poderes corruptos que apostataram da lealdade à lei de Jeová. Nessa peleja, o sábado do quarto mandamento será o grande ponto em litígio, pois no mandamento do sábado o grande Legislador Se identifica como o Criador dos céus e da Terra. Mensagens Escolhidas, vol. 3, págs. 392 e 393.

“Certamente guardareis os Meus sábados”, diz o Senhor; “pois é sinal entre Mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que Eu sou o Senhor, que vos santifica.” Êxo. 31:13. Alguns procurarão colocar obstáculos no caminho da observância do sábado, dizendo: “Não sabeis que dia é o sábado”, mas parecem saber quando chega o domingo, e têm manifestado grande zelo em fazer leis impondo sua observância. The Kress Collection, pág. 148.

O Movimento da Lei Dominical na Década de 1880
Por muitos anos temos esperado que seja promulgada uma lei dominical em nosso país, e agora que o movimento está precisamente diante de nós, perguntamos: O que nosso povo pretende fazer neste sentido? … Devemos buscar especialmente a Deus, pedindo que agora seja concedido graça e poder a Seu povo. Deus vive, e não cremos que chegou plenamente o tempo em que Ele queira que nossas liberdades sejam restringidas.

O profeta viu “quatro anjos em pé nos quatro cantos da Terra, conservando seguros os quatro ventos da Terra, para que nenhum vento soprasse sobre a Terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma”. Outro anjo, “que subia do nascente do Sol”, gritou para eles, dizendo: “Não danifiqueis nem a Terra, nem o mar, nem as árvores, até selarmos em suas frontes os servos do nosso Deus.” Isto aponta para a obra que temos de fazer agora: clamar a Deus para que os anjos segurem os quatro ventos até que sejam enviados missionários a todas as partes do mundo e tenham proclamado a advertência acerca da desobediência à lei de Jeová. Review and Herald Extra, 11 de dezembro de 1888.

Defensores da Lei Dominical não Compreendem o que Fazem
O movimento dominical está agora abrindo caminho nas trevas. Os líderes encobrem a verdadeira questão, e muitos que se unem ao movimento não percebem para onde propende a tendência oculta. …

Eles estão agindo como cegos. Não vêem que se um governo protestante abandona os princípios que deles fizeram uma nação livre e independente, e, pela legislação, introduz na Constituição princípios que propaguem a falsidade e ilusão papal, eles estão se lançando nos horrores romanos da Idade Média. Review and Herald Extra, 11 de dezembro de 1888.

Muitos há, mesmo entre os que se empenham neste movimento em favor da imposição do domingo, que se acham cegos aos resultados que seguirão a essa ação. Não vêem que golpeiam diretamente a liberdade religiosa. Muitos existem que jamais compreenderam as reivindicações do sábado bíblico e o falso fundamento sobre o qual repousa a instituição do domingo. …

Os que se empenham em conseguir uma emenda à Constituição, para obter uma lei que imponha a observância do domingo, mal compreendem qual vai ser o resultado. Uma crise está iminente. Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 318 e 352.

Não Ficar Parado, Sem Fazer Nada
É nosso dever fazer tudo que estiver ao nosso alcance para evitar o perigo que se aproxima. … Sobre homens e mulheres de oração, em todas as partes do país, recai a grande responsabilidade de pedir que Deus afaste essa nuvem do mal, e conceda mais alguns anos de graça para trabalharmos para o Mestre. Review and Herald Extra, 11 de dezembro de 1888.

Os que estão agora guardando os mandamentos de Deus precisam pôr-se em atividade para obter a ajuda especial que só Deus pode dar-lhes.

Devem trabalhar mais diligentemente para adiar até quando for possível a calamidade que se aproxima. Review and Herald, 18 de dezembro de 1888.

O povo de Deus, que guarda os mandamentos, não deve permanecer calado neste tempo, como se aceitássemos a situação de bom grado. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 975.

Não estamos cumprindo a vontade de Deus se nos deixarmos ficar em quietude, nada fazendo para preservar a liberdade de consciência. Fervente e eficaz oração deve ascender ao Céu para que essa calamidade seja deferida até que possamos realizar a obra por tanto tempo negligenciada. Haja as mais fervorosas orações, e então trabalhemos em harmonia com as nossas orações. Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 320 e 321.

Há muitos que estão despreocupados, e se acham, por assim dizer, adormecidos. Eles dizem: “Se a profecia predisse a imposição da observância do domingo, a lei certamente será promulgada”, e, tendo chegado a essa conclusão, assentam-se em calma expectativa do evento, confortando-se com o pensamento de que Deus protegerá Seu povo no tempo de angústia. Mas o Senhor não nos livrará se não fizermos algum esforço para realizar a obra que Ele nos confiou. …
Como fiéis atalaias, deveis dar o aviso ao ver que vem a espada, para que homens e mulheres, pela ignorância, não sigam um rumo que evitariam se conhecessem a verdade. Review and Herald Extra, 24 de dezembro de 1889.

Combater as Leis Dominicais Pela Pena e Pela Voz
Não podemos trabalhar para agradar a homens que irão empregar sua influência para reprimir a liberdade religiosa, e pôr em execução medidas opressivas para levar ou compelir seus semelhantes a observar o domingo como sábado. O primeiro dia da semana não é um dia para ser reverenciado. É um sábado espúrio, e os membros da família do Senhor não podem ter parte com os homens que o exaltam, e violam a lei de Deus, pisando Seu sábado. O povo de Deus não deve votar para colocar tais homens em cargos oficiais; pois assim fazendo, são participantes nos pecados que eles cometem enquanto investidos desses cargos. Fundamentos da Educação Cristã, pág. 475.

Espero que a trombeta dê o sonido certo no tocante a esse movimento da lei dominical. Penso que seria melhor se, em nossas revistas, o assunto da perpetuidade da lei de Deus se tornasse uma especialidade. … Devemos agora fazer tudo que for possível para derrotar essa lei dominical. Counsels to Writers and Editors, págs. 97 e 98.

Os Estados Unidos Aprovarão uma Lei Dominical

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Conheça O Papa Negro: Chefe da Ordem Assassina dos Jesuítas


IHS é o símbolo dos Jesuítas. Ensinam que significa “Iesus, Homo Sanctus”. Mas na realidade são as iniciais de “Isis, Horus, Seb”, três deuses que vinham logo abaixo do deus Sol.

Notícia de 2008 do Jornal O Globo sobre a eleição do Papa Negro:

Conforme a tradutora Mary Schultze, o escritor Eric Von Phelps  - dono do site Vatican Assassins acusa os Jesuítas de serem responsáveis por todos os conflitos mundiais e pelos assassinatos políticos e religiosos dos últimos 460 anos. De acordo com Phelps, os Jesuítas mandaram matar o Presidente Kennedy:
Phelps também afirma que muitos judeus e gentios pertencentes aos mais altos escalões do governo mundial e, principalmente, americano têm sido apenas joguetes nas mãos do Papa Negro, o General dos Jesuítas, colaborando com este para praticar maldades contra o povo e os governos democraticamente constituídos, do Ocidente e do Oriente. Falando do Papa Negro, que ele afirma ser o homem mais poderoso do mundo, Phelps nos dá as seguintes informações:
[O papa negro] reside em Roma, na “Igreja de Jesus”, perto do Vaticano, e de lá dá as ordens aos seus subordinados, no mundo inteiro, para que ajam em nome do Vaticano. Diz Phelps que nessa Igreja também funciona a base geral dos Cavaleiros de Malta, a Ordem mais poderosa, depois da Sociedade Jesuíta. [Os papas nada podem fazer sem o consentimento do General dos Jesuítas. Os Cavaleiros de Malta são especializados em altos negócios e atos de terrorismo.]
O General dos Jesuítas, bem como todos os altos dignitários da Ordem, são feiticeiros luciferianos, que celebram “missas negras”, vestidos e encapuzados de negro, praticando rituais de magia. O Dr. Alberto Rivera, ex-Jesuíta convertido a Jesus Cristo, afirma a mesma coisa, num dos seus livros publicados por J. Chick. Por ter se convertido ao verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo e contado ao mundo os horrores praticados pela Ordem à qual pertencera durante muitos anos, o Dr. Rivera foi perseguido com cinco tentativas de assassinato, tendo falecido (não se sabe se de câncer ou outra “moléstia’), há cerca de 4 anos, em Oklahoma, USA.
Nesse mesmo livro, o Dr. Rivera conta que, após o Concílio Vaticano II, o Papa Negro (que nessa época era o Pe. Pedro Arrupe), explicou o que significava a expressão “Irmãos separados”, dizendo que era: “irmãos separados… para morrer”. Esses “irmãos separados” seriam principalmente os protestantes, judeus e ortodoxos, os mais odiados pelo Vaticano.
O conselho superior da Ordem é formado por sete homens da alta hierarquia, seis brancos e um negro. [Sete é o número da plenitude bíblica e também novaerense, portanto tinha de ser o número dos líderes da organização jesuíta, como é, também, das empresas de sociedade anônima. Esta Ordem é uma empresa militar anônima a serviço do Vaticano.]
O mandato do General é perpétuo, exceto se ele for considerado um “herege”. Os jesuítas que exercem cargos importantes são obrigados a fazer um “pacto de sangue” [deixamos de transcrever aqui o conteúdo desse pacto, que consta da entrevista do jornalísta Rick Martín, simplesmente porque ficamos estarrecidos com o mesmo.]
Diz o escritor Phelps que os jesuítas são os verdadeiros autores do livro “Os Protocolos dos Sábios de Sião” e que existem muitas versões do mesmo, adaptadas a cada país onde são distribuídas. Voltando ao General dos Jesuítas, é ele quem controla todos os governos da terra, através dos seus “provinciais”. Para a Ordem é fácil conseguir agentes em todos os países, através da educação e doutrinação religiosa que seus padres oferecem em quase todos as cidades do mundo. Não existe um país onde eles não estejam agindo, através dos seus subordinados. [Um dos auxiliares do Cardeal Spellman, no “Pequeno Vaticano”, que funciona dentro da enorme e luxuosa Catedral de São Patrício, nos anos 70, era natural do Ceará, da familia Arraes de Alencar. j
Os jesuítas são proprietários de quase todas as atividades esportivas nos Estados Unidos [e quem sabe, também, no Brasil]. Eles comandam os enormes estádios. Também comandam as atividades recreativas criadas por Walt Disney, um Judeu maçom grau 33. Diz Phelps que eles gostam de usar Judeus como testas de ferro em várias empreitadas, a fim de que, no caso de um escândalo, a culpa recaia sobre os mesmos, que têm sido o bode expiatório do mundo inteiro.
Através de muitas diversões, os Jesuítas iludem as pessoas, oferecendo-lhes prazer e divertimento, enquanto trabalham no sentido de erradicar os governos protestantes, no Ocidente. 0 autor explica que Las Vegas, com os seus cassinos famosos, está nas mãos da Máfia. Contudo, os mafiosos da alta cúpula são todos católicos praticantes, levando a sério a sua religião e obedecendo cegamente os seus párocos. A alta cúpula está sempre na dependência espiritual do Arcebispo de Nova York (atualmente o Cardeal Edward Egan), onde fica o quartel general da Máfia. Hollywood também pertence aos Jesuítas e os Judeus que aparecem como proprietários das companhias cinematográficas não passam de testas de ferro da Ordem.
Diz Phelps que o General dos Jesuítas é o ditador, absolutamente autocrata, da Ordem. Quando ele fala, seus padres provinciais obedecem cegamente. Existem cerca de 83 provinciais no mundo, atualmente. Tudo indica que a Ordem dividiu o mundo em 83 regiões diferentes. Para cada região há um provincial, sendo que para os Estados Unidos [onde a Ordem detém uma fortuna incalculável, inclusive com mais de 50% de ações no maior banco - o Bank of América] foram designados dez provinciais. Na América Central há um provincial, bem como também um, na Irlanda. [Supomos que no Brasil existe apenas um, na certa residindo discretamente num desses colégios jesuítas que existem em quase todas as cidades importantes do país.]
O seu governo segue os moldes babilônicos do tempo de Nabucodonosor, representado pelo próprio General. É a forma romana de governo, com tudo centralizado numa soberania mundial. [Costuma-se dizer que o papa JP2 [era] o homem mais rico do mundo. Contudo, este General é o mais poderoso e, também, é riquíssimo, pois sua Ordem fatura bilhões de dólares no mundo inteiro, anualmente, segundo o escritor britânico Avro Manhattan, em seu livro “The Vatican Billíons“. Avro foi o maior pesquisador e historiador do Vaticano, no Século XX, tendo publicado 20 livros sobre o assunto.]
Sempre que deseja iniciar uma agitação social, revolução ou guerra, o General convoca um encontro com os seus provinciais e juntos ouvem as informações do provincial, onde essa agitação deverá acontecer, a respeito das queixas do povo desse país e nessas informações se baseia o General para ordenar o inicio da agitação. [Isso confere com o que lemos nos livros "The Vatican’s Holocaust" e "The Vatican in World Politics; de Avro Manhattan.] Nos Estados Unidos, a Ordem usou o “Movimento dos Direitos Civis”, através do agitador Martin Luther King, que o autor chama de “Lúcifer King”. Nos Estados Unidos eles começaram uma agitação, que culminou com a assinatura do Ato dos Direitos Civis. O objetivo dessa agitação foi concentrar a autoridade do poder em Washington, onde os Jesuítas têm o seu quartel general. Esse documento foi redigido por Theodore Herburg (Cavaleiro de Malta), o qual foi presidente da “Universidade Notre Dame; durante muitos anos, pertencente à Ordem Jesuíta. [Dessa Universidade emergiu, nos anos 60, o Movimento Carismático, o qual ajudaria a unir católicos e protestantes, principalmente os pentecostais, nas Américas Este foi um dos muitos golpes de mestre dos Jesuítas ]
Os provinciais do mundo inteiro governam os Jesuítas inferiores e muitos deles não fizeram o “pacto de sangue”. Essa instituição é igual à da Maçonaria, na qual o maçom de grau inferior nunca sabe o que acontece nos bastidores mais elevados da Ordem e trabalham, simplesmente, achando que estão fazendo uma obra digna, como bons soldados desse exército poderoso. E o mais incrível, diz Phelps, é que os maçons dos mais altos graus também são subordinados ao general dos Jesuítas. Quando a Ordem Jesuíta foi desfeita pelo papa, em 1773, Frederico, o Grande (1712-1786), Rei da Prússia e grande amigo de Voltaire, deu guarida aos Jesuítas e junto com eles escreveu o ritual da Franco Maçonaria Escocesa. [Por causa desse "ato de caridade" de Frederico, os Jesuítas foram tomando conta da Alemanha e hoje são os donos desse país, onde preparam o maior exército do mundo (o Exército da União Européia), para o caso de uma guerra mundial, que poderá ser o Armagedom. ]
Uma coisa é certa e irrefutável. Todas as guerras do planeta têm contribuído para o fortalecimento econômico e político da Ordem Jesuíta, como as guerras napoleônicas, por exemplo. [Na II Guerra Mundial eles contrabandearam o ouro dos nazistas para os bancos da Suíça e dos Estados Unidos e ficaram riquíssimos], sendo que hoje são donos do Federal Reserve Bank, conforme diz Phelps.
Ainda segundo Phelps, o livro ‘O Conde de Monte Cristo’de Alexandre Dumas, é uma sátira ao poder jesuíta na França, contando como, após terem sido eles expulsos pela República, voltaram com todo o poder.
Dumas lutou junto com os patriotas italianos, em 1848, a fim de libertar Roma do poder temporal do papado. Ele escreveu vários livros, sendo “O Conde de Monte Cristo” o mais conhecido. Lendo este livro podemos observar que o Conde de Monte Cristo é invencível, como a Ordem que ele representa. Contudo, existe algo que ele não pôde conseguir, ou seja, o amor da mulher que havia deixado na França. Ele conseguiu receber de volta todo o poder político, riqueza e prestígio, enfim, tudo que havia perdido, menos a mulher amada. Os jesuítas não podem casar pois se constituíssem família teriam obrigações e deixariam em segundo plano a lealdade e cega obediência ao seu General.
Eles podem trair qualquer nação e depois sumir… sem deixar rastro. Podem se livrar dos católicos irlandeses que embarcaram no Titanic e depois sumir… sem deixar rastro. Podem liquidar qualquer desafeto seu, que entre num hospital e lá receba uma dose letal de Raios X, drogas, uma cirurgia inacabada e depois sumir… sem deixar rastro. [Podem liquidar qualquer pessoa, em qualquer parte do globo, inclusive o autor do livro, o entrevistador, Rick Martin, a tradutora da entrevista e depois sumir... sem deixar rastro. Que Deus tenha piedade de todos nós!] Fazem isso com a maior naturalidade, afirmando que tudo é para a glória de Deus (Ad Majorem Dei Gloriam). [Glória maior para o deus deste século, o qual não é o nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo. Glória maior para o seu deus, que é mencionado pelo apóstolo Paulo, na 2 Coríntios 11:14.]
O objetivo maior da Ordem Jesuíta é a reconstrução do Templo de Jerusalém, a fim de lá entronizar o papa de Roma, de onde este deverá governar o mundo. [...]
Sobre Inácio de Loyola (fundador dos Jesuítas) diz o autor do livro “VatícansAssassíns”:
Quando Inácio de Loyola fundou a Ordem Jesuíta, uma das primeiras coisas que ele fez foi ir para Jerusalém, a fim de lá estabelecer o seu quartel general, facilitando, desse modo, a entronização do papa naquela cidade. Contudo, o seu plano fracassou. Ele fora um soldado espanhol ferido na guerra Franco-Espanhola, cuja perna foi ferida e ficou defeituosa, o que lhe deixou um complexo de inferioridade, pois, mancando, não poderia conquistar o amor de uma bela mulher. Entrou em profunda depressão e então se voltou para a religião. Começou a ler biografias de santos, teve algumas visões “beatíficas” e dispôs-se a escrever os seus famosos “exercícios espirituais”. Fundou a sua Ordem (1536) e foi prostrar-se aos pés do papa, a fim de lhe pedir a bênção, jurando defender o papado, até o final dos tempos. O papa (Pio II) comprou a idéia, deu-lhe a bênção e, assim, foi sacramentada a Ordem religiosa mais fanática, perigosa e destruidora que o mundo já conheceu.
Seus “súditos” espirituais eram obrigados a obedecer-lhe cegamente as ordens, como até hoje. Loyola tinha uma vontade indomável, uma têmpera de aço e dispôs-se a recuperar, para o papado, os Estados Europeus perdidos durante a Reforma Protestante. Logo depois da bênção papal, Loyola e seus comandados começaram a perpetrar suas obras malignas. Guerras e mais guerras têm acontecido no planeta, desde a fundação da Ordem. Os Jesuítas são sempre os cabeças em todas as conspirações globais. Enriqueceram à custa de doações de membros católicos fanáticos e ricos, sem falar nas apropriações indébitas que têm feito, durante esses quase 500 anos de existência.
Como diz o Dr. William P. Grady, em seu livro “Final Authority”, capítulo 13:
Os métodos empregados por esta Ordem clandestina são dignos de estudo, visto como o seu objetivo final ainda permanece em operação na América e na desprezada Versão Autorizada de 1611 (Bíblia King James). O modus operandí da Sociedade Jesuíta pode ser delineado pelos seus seis estágios seguintes:
1) Educação
2) Doutrinação 
3) Infiltração 
4) Sedição
5) Sedação
6) Perseguição. 
A história dá testemunho de que a apropriação jesuíta sempre começa, invariavelmente, com o estabelecimento de colégios e universidades possibilitando o alcance de até altos graus acadêmicos, a fim de atrair da nação os aspirantes a eruditos. Esse estratagema inaugural de Educação não pode ser enfatizado demais. A apostasia é concebida sempre na sala de aula. Newman informa:
Eles descobriram muito cedo a vasta importância de liderar a mais alta educação como meio de ganhar o controle das vidas dos jovens mais habilitados e mais bem situados, fabricando servos intelectualmente treinados aos seus propósitos.. A habilidade acentuada dos padres jesuítas, seus conhecimentos insuperáveis da natureza humana, sua afabilidade nas maneiras e sua notável adaptabilidade às idiossincrasias e circunstâncias de cada indivíduo, tornavam-nos praticamente irresistíveis uma vez que entrassem em íntimas relações com a juventude suscetível.
O livre pensador Francis Bacon (1556-1626) ficou tão impressionado com as escolas deles que disse: “Tal como são, gostaria que fôssemos nós”. Tendo iludido o estudante desavisado ao exibir uma incumbência para excelência acadêmica, os professores jesuítas perdem pouco tempo em partir para o segundo estágio, que é a Doutrinação. Newman declara:
Sem dúvida, é provável que mais tempo tenha sido empregado em moldar os seus caracteres religioso e moral em completa harmonia com os ideais da Sociedade do que em assegurar a maestria dos estudos Grande número dos jovens mais desejáveis que ingressaram em suas escolas, sem intenção alguma de se tornarem membros da sociedade, foram ganhos através do paciente esforço dos que deles ficaram encarregados. [Podemos ler sobre este assunto no capítulo 8 da “Moníta”dos Jesuítas] .
Com o abandono natural de várias classes graduadas, o terceiro estágio inevitável – a Infiltração – tem início. Por causa do seu treinamento superior e abrasadora convicção, muitos dos melhores graduados logo vão ocupar posições de liderança no governo, no comércio e nas forças armadas. Newman prossegue:
Seu zelo proselitista os impulsiona às regiões adjacentes e, através do esforço, a ganhar de volta à fé católica os que tenham se envolvido em “heresia” Comunidades inteiras foram reavidas em tempo incrivelmente curto.
Esta absorção na sociedade secular tem sido facilitada pela única isenção permitida à Ordem – que não precisa usar a vestimenta clerical. Edmond Paris comenta sobre essa espantosa Ordem secreta:
O mesmo acontece hoje. Os trinta e três mil membros oficiais da Sociedade operam no mundo inteiro na capacidade do seu pessoal, como oficiais de um exército verdadeiramente secreto, contendo em suas fileiras chefes de partidos políticos, oficiais de altos escalões, generais, magistrados, físicos, professores de faculdade, etc., todos eles batalhando para realizar em sua própria esfera – a Opus Dei – em realidade os planos do papado. 
A capacidade de se infiltrar com bastante sucesso tem se tornado. possível através do quarto estágio – a Sedição. Um verdadeiro jesuíta é a personificação exata da I Timóteo 4:2:
“… Pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência”.
Um dos seus generais (Suarez) autenticou a Sedição com estas palavras:
É permitido a um indivíduo matar um tirano por causa do seu direito de autodefesa. Pois, embora a comunidade não o ordene, deve-se entender sempre que ela deseja defender-se individualmente em lugar de cada cidadão, e até mesmo de um estrangeiro… assim, após ter declarado que foi destituído de seu reino, é legal tratá-lo como um tirano real e, conseqüentemente, qualquer homem tem o direito de matá-lo.
Quanto à Sedação, diz o escritor Newman:
Desde o princípio, eles usaram o confessionário ao máximo como meio de dominar as almas de homens e mulheres e obter um conhecimento dos assuntos religiosos e políticos que servisse aos objetivos da Sociedade. Os filhos e filhas dos ricos e nobres eram buscados por todos os meios para ficar sob a sua influência, e, para tanto, logo se tornaram seus confessores favoritos, na corte imperial e em muitas cortes reais da Europa. Era o seu objetivo constante tornar o seu sistema confessional tão atraente para os ricos e nobres, que sempre vinham procurá-lo espontaneamente. Para esse fim, o seu sistema casuísta de teologia moral foi elaborado, no qual eles tinham meios de apaziguar as consciências de seus súditos, em todos os tipos de mal feitos.
Agora chegamos ao item – Perseguição.
Após terem moldado o governante à sua vontade e transformado o infeliz em instrumento subserviente de sua política, eles sempre ficaram ao lado deste, ditando as medidas a serem empregadas para a erradicação da heresia e completa reforma do seu reino, conforme o ideal jesuíta, e sempre estavam prontos, com total autoridade papal, a conduzir o seu trabalho inquisitorial.
Enquanto as facções protestantes ficavam enroscadas em disputas doutrinárias, cada vez mais extensas, as ágeis tropas de Loyola empregavam o seu plano sêxtuplo com o maior sucesso, num país após o outro.
Os Jesuítas são uma organização militar e não uma ordem religiosa. Seu líder é um general de exército, não um mero abade superior de um mosteiro. O objetivo da Ordem é o poder. Poder no mais despótico exercício. Poder universal e absoluto para controlar o mundo através da vontade de um único homem. O Jesuitismo é a mais absoluta forma de despotismo e também o mais enorme de todos os abusos… O General dos Jesuítas insiste em ser mestre soberano sobre toda a soberania. Onde quer que os Jesuítas sejam admitidos, eles serão os mestres, a qualquer preço. Sua Sociedade é, por natureza, ditatorial e, portanto, inimiga de qualquer autoridade constituída. Todos os seus atos criminosos, por mais atrozes, quando cometidos no interesse da Sociedade, ou por ordem do General, significam obras meritórias”.

A profetisa Ellen White Fala a verdade sobre os Jesuítas


Em toda a cristandade o protestantismo estava ameaçado por temíveis adversários. Passados os primeiros triunfos da Reforma, Roma convocou novas forças, esperando ultimar sua destruição. Nesse tempo fora criada a ordem dos jesuítas - o mais cruel, sem escrúpulos e poderoso de todos os defensores do papado. Separados de laços terrestres e interesses humanos, insensíveis às exigências das afeições naturais, tendo inteiramente silenciadas a razão e a consciência, não conheciam regras nem restrições, além das da própria ordem, e nenhum dever, a não ser o de estender o seu poderio. O evangelho de Cristo havia habilitado seus adeptos a enfrentar o perigo e suportar sem desfalecer o sofrimento, pelo frio, fome, labutas e pobreza, a fim de desfraldar a bandeira da verdade, em face do instrumento de tortura, do calabouço e da fogueira. Para combater estas forças, o jesuitismo inspirou seus seguidores com um fanatismo que os habilitava a suportar semelhantes perigos, e opor ao poder da verdade todas as armas do engano. Não havia para eles crime grande demais para cometer, nenhum engano demasiado vil para praticar, disfarce algum por demais difícil para assumir. Votados à pobreza e humildade perpétuas, era seu estudado objetivo conseguir riqueza e poder para se dedicarem à subversão do protestantismo e restabelecimento da supremacia papal.
Quando apareciam como membros de sua ordem, ostentavam santidade, visitando prisões e hospitais, cuidando dos doentes e pobres, professando haver renunciado ao mundo, e levando o nome sagrado de Jesus, que andou fazendo o bem. Mas sob esse irrepreensível exterior, ocultavam-se freqüentemente os mais criminosos e mortais propósitos. Era princípio fundamental da ordem que os fins justificam os meios. Por este código, a mentira, o roubo, o perjúrio, o assassínio, não somente eram perdoáveis, mas recomendáveis, quando serviam aos interesses da igreja. Sob vários disfarces, os jesuítas abriam caminho aos cargos do governo, subindo até conselheiros dos reis e moldando a política das nações. Tornavam-se servos para agirem como espias de seus senhores. Estabeleciam colégios para os filhos dos príncipes e nobres, e escolas para o povo comum; e os filhos de pais protestantes eram impelidos à observância dos ritos papais. Toda a pompa e ostentação exterior do culto romano eram levadas a efeito a fim de confundir a mente e deslumbrar e cativar a imaginação; e assim, a liberdade pela qual os pais tinham labutado e derramado seu sangue, era traída pelos filhos. Os jesuítas rapidamente se espalharam pela Europa e, aonde quer que iam, eram seguidos de uma revivificação do papado.
Para lhes dar maior poder foi promulgada uma bula restabelecendo a inquisição. Apesar da aversão geral com que era considerado, mesmo nos países católicos, este horrível tribunal foi novamente estabelecido pelos chefes papais, e atrocidades demasiado terríveis para suportar a luz do dia, foram repetidas em suas masmorras secretas. Em muitos países, milhares e milhares da própria flor da nação, dos mais puros e nobres, dos mais intelectuais e altamente educados, piedosos e devotados pastores, cidadãos operosos e patrióticos, brilhantes sábios, artistas talentosos, hábeis artífices, foram mortos ou obrigados a fugir para outros países.
Tais foram os meios que Roma invocara a fim de apagar a luz da Reforma, para retirar dos homens a Bíblia e restabelecer a ignorância e a superstição da Idade Média.

Jovens enfrentam o Papa Negro e ele mente descaradamente (legendas em espanhol)

O papa negro disse que nunca ouviu falar do Juramento dos Jesuítas de matar os protestantes, hereges e liberais que se encontra na Biblioteca Nacional dos EUA em toda a internet! Hipócrita!

Juramento dos Jesuítas: Matar os Protestantes


Saiba Mais:

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

O Último Chamado de Deus

O ano de 1844 marca o fim do mais longo período profético da Bíblia, uma profecia que é a mais importante do livro de Daniel. Marca o início da primeira fase do julgamento celeste e o começo da obra final de Jesus no Santuário Celestial prevendo o Seu retorno a esta terra. Igualmente fascinante é o que aconteceu na terra em 1844. Enquanto Daniel foca a nossa atenção para os cenários celestiais, o livro de Apocalipse foca um movimento que ressurgirá na terra. Apocalipse 10 previu que este movimento especial viria no fim dos 2300 dias proféticos. Neste estudo, examinaremos o que aconteceu em 1844 – um cumprimento de Apocalipse 10.

O ANJO DE APOCALIPSE 10

1.      Que mensagem deu o anjo a João?
Rª: E VI outro anjo forte, que descia do céu, vestido de uma nuvem; e por cima da sua cabeça estava o arco celeste, e o seu rosto era como o sol, e os seus pés como colunas de fogo. (Apocalipse 10:1)

2.      Em Apocalipse 1 que visão é descrita por João?
Rª: 13  E no meio dos sete castiçais um semelhante ao Filho do homem, vestido até aos pés de uma roupa comprida, e cingido pelos peitos com um cinto de ouro.
14  E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve, e os seus olhos como chama de fogo;
15  E os seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha, e a sua voz como a voz de muitas águas.
16  E ele tinha na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois fios; e o seu rosto era como o sol, quando na sua força resplandece.
 (Apocalipse 1:13-16)
NOTA: Uma rápida comparação de Apocalipse 1 e 10 mostra que João está a descrever a mesma pessoa. Este Alguém que traz esta mensagem em Apocalipse 10 não é outro senão o próprio Jesus. O Único que está dando a revelação agora e continuamente.

3.      O que este poderoso Ser tem na Sua mão e o que Ele fazia?
Rª: E tinha na sua mão um livrinho aberto. E pôs o seu pé direito sobre o mar, e o esquerdo sobre a terra. (Apocalipse 10:2)
NOTA: A menção de um livrinho sendo aberto é importante. Se ele está agora aberto, então provavelmente

domingo, 12 de janeiro de 2014

O Dom de Profecia um Dom de Deus

Desde a queda da humanidade, Deus se tem comunicado conosco pelos profetas. Daniel permanece em linha direta com os outros grandes profetas das Escrituras. As visões e sonhos que teve e registou no seu livro são partes da coleção de escritos dos profetas. Quão agradecidos somos por estas tremendas revelações que Deus nos dá na Bíblia. Neste estudo examinaremos o dom de profecia na vida do profeta Daniel e no restante da Bíblia, e então veremos que o dom de profecia está ainda ao nosso dispor hoje.

O PROFETA DANIEL

1.      Como Deus se comunica com um profeta? Como Deus se comunicava com Daniel?
Rª 1: “E disse: Ouvi agora as minhas palavras; se entre vós houver profeta, eu, o SENHOR, em visão a ele me farei conhecer, ou em sonhos falarei com ele.” Números 12:6
Rª 2: NO primeiro ano de Belsazar, rei de Babilónia, teve Daniel um sonho e visões da sua cabeça quando estava na sua cama; escreveu logo o sonho, e relatou a suma das coisas.” Daniel 7:1 (cf. Dan. 8:1)
Nota: Os sonhos ocorrem enquanto o profeta dorme. As visões ocorrem enquanto está acordado. Não surgem de experiências comuns da vida, são inspiradas pelo Espírito Santo.

2.      Alguns dos fenómenos físicos que acompanharam Daniel enquanto recebia as visões.
Rª: 8 Fiquei, pois, eu só, a contemplar esta grande visão, e não ficou força em mim; transmudou-se o meu semblante mudou de cor, e não tive força alguma.
9 Contudo ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo o som das suas palavras, eu caí sobre o meu rosto num profundo sono, com o meu rosto em terra.
10 E eis que certa mão me tocou, e fez com que me movesse sobre os meus joelhos e sobre as palmas das minhas mãos. (Daniel 10)

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

JESUS Integra as Profecias de Daniel

Será importante dizer que o livro de Daniel se divide em duas partes fáceis de destrinçar. A primeira (cap. 1- 6) principalmente histórica, e a segunda (cap. 7-12) fundamentalmente profética. Apesar disso o livro constitui uma unidade literária. Para defender tal unidade podem apresentar-se os seguintes argumentos:
1.      As diferentes partes do livro estão mutuamente relacionadas entre si.
2.      A parte histórica contém uma profecia (cap. 2) intimamente relacionada com o tema das profecias que se encontra na última parte do livro (7-12). O capítulo 7 amplia o tema tratado no cap. 2. Há também uma relação evidentes entre elementos históricos e proféticos.
3.      A unidade literária do livro é também demontrada na composição do mesmo, na linha geral do pensamento

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Daniel e a Nova Terra

Depois de termos apresentado uma série de estudos sobre o livro do Apocalipse. Iniciamos agora o estudo do livro de Daniel. Este é igualmente um livro profético e escatológico, aborda temas relacionados com a sua época, tempos relacionados com a vinda do Messias e tal como o Apocalipse os tempos do fim.
Estes livros têm uma grande importância muito grande para o cristão em especial por se apresentarem como um farol que ilumina o futuro e desta forma ajudam o peregrino a caminho da Nova Terra a ver o caminho a seguir e não tomar uma direção errada. Assim, rogamos a unção do Espírito Santo no propósito de permear o nosso pensamento e coração com a Palavra da salvação.
Nota: tal como fizemos no Apocalipse estudaremos o livro de Daniel do último capítulo para o primeiro

O TEMPO DO FIM - Apocalipse 7

Apocalipse 7 contém um interlúdio ou parêntese no ciclo dos selos. Neste capítulo João tira partido de sua teologia do povo remanescente. Apocalipse 7 mostra um foco específico do tempo do fim que complementa o quinto selo (Apoc. 6:9-11). Tanto este selo como Apocalipse 7 tratam do mesmo tema: a grande tribulação para o povo de Cristo. O raio de luz da profecia põe de relevo a tribulação final com sua crise universal. Não só os poderes perseguidores do mundo causam a crise, mas também em um sentido mais elevado, a crise causa a ira do Cordeiro manifestada nas sete últimas pragas (Apoc. 6:16, 17; 15:1). O amparo divino é essencial se a última geração do povo de Deus vai passar incólume durante o derramamento da ira de Deus. Apocalipse 7 está planeado para assegurar a todas as

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

O Apocalipse, um Livro Aberto

O termo Apocalipse é tido como prenunciador de catástrofes e do imprevisível. No entanto, os mais antigos manuscritos gregos começando por Irineu (c. 130 d.C., 200), dão a este livro o título de Apocalipse de João. Os manuscritos medievais ampliam o título para Apocalipse de João o teólogo e evangelista. A palavra grega apokálupsis, “apocalipse”, “revelação”, refere algo a que se retira o véu ou que se descobre. Assim, estamos face a um livro profético que revela ou põe a descoberto algo mais do que acontecimentos locais ou nacionais, antes, acontecimentos mundiais.

COMO ENTENDER O LIVRO DE APOCALIPSE

 1. O Apocalipse passou por cinco etapas antes de chegar até nós. Quais são?
Rª: 1 - “REVELAÇÃO de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos as coisas que

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Jesus Cristo a Pessoa Principal no Apocalipse

A palavra "Apocalipse" significa "revelar ou descobrir". O livro começa por dizer que é "a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo" (Apocalipse 1:1), e expõe um terrível conflito que alcança dimensões cósmicas, no qual existe um vilão implacável e um herói que impressiona. Muitos ignoram que este Herói é nosso Senhor Jesus, identificado por 38 nomes e títulos descritivos diferentes. Nos primeiros três capítulos é mencionado 137 vezes e em todo o livro existem umas 250 referências à Sua sublime pessoa.
A verdade, Jesus é a personagem principal de toda a Bíblia e o pecador a segunda.

 1. Como descreve o Apocalipse a grandiosidade de nosso Senhor Jesus? Apocalipse 1:13-16.
a. Como era a Sua roupa?
Rª: “E no meio dos sete castiçais um semelhante ao Filho do homem, vestido até aos pés de uma roupa comprida.” (Apocalipse 1:13).
b. Como era o Seu cinto?
Rª: “…e cingido pelos peitos com um cinto de ouro.” (Apocalipse 1:13).