terça-feira, 10 de abril de 2012
Homossexualidade e AIDS (O Fim Chegou!)
36 Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai.
37 E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem.
38 Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca,
39 E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem.
Mateus 24:
Ver Gén. 19:5-9
Homens tendo relações com homens...e não só!!! Esse tempo soa atualmente.
O Grande Conflito - O Livramento dos Santos
Este seguinte tema encontra-se no livro – Primeiros Escritos, pp. 285-288 – assim como no livro – O Grande Conflito, pp. 509. Retomemos a narrativa deixada acima: - “(…), quando, eis, um denso negror, mais intenso do que as trevas da noite, cai sobre a Terra. Então o arco-íris, resplandecendo com a glória do trono de Deus, atravessa os céus, e parece cercar cada um dos grupos em oração. As multidões iradas, subitamente, se detêm. Silenciam seus gritos de mofa. É esquecido o objecto da sua ira sanguinária. Com terríveis pressentimentos contemplam o símbolo da aliança de Deus, anelando pôr-se ao amparo do seu fulgor insuperável”. A continuação do texto fala de todo o processo de libertação do povo de Deus. Se voltarmos ao texto bíblico, aqui é dito que, para o rei do Norte – “(…) virá ao seu fim, e não haverá quem o socorra” - Daniel 11.45b. Até este momento quem, efectivamente, ajudou o rei do Norte? Na verdade, este poder, esta coligação, não mais do que o resultado da amálgama diabólica, a saber: o papado, o protestantismo apóstata e os reis, os grandes de todo o mundo; no fundo, as três partes do sistema que constitui Babilónia. E, sobre o que é que Babilónia está sentada? Claro, tal como a Bíblia refere ela está – “(…) assentada sobre muitas águas” – Apocalipse 17.1b.Aqui, no livro - O Grande Conflito – como vimos acima, é dito não só que - “(…) homens armados, instigados pelas hostes de anjos maus, se estão preparando para a obra de morte”, ou seja, estes que cumprem os desígnios do rei do Norte; como também o poder destes governantes assenta, claramente, no povo “(…) multidões de homens maus (…)”. Por isso é que, tal como o texto bíblico refere, Babilónia está ““(…) assentada sobre muitas águas”. Ora, o que é que se passa, no momento da 6ª praga, quando o povo de Deus é libertado? O que é que se passa com as <águas>? Estas, simplesmente, secam – Apocalipse 16.12. Estas, simbolicamente, como o próprio texto bíblico nos esclarece, representam “povos, multidões” – Apocalipse 17.15 – esta multidão que apoiava o rei do Norte mas, que agora, devido às circunstâncias, lhe retiram o seu apoio. É dito, na Palavra de Deus que os reis da Terra “(…) aborrecerão a prostituta (…)” – Apocalipse 17.16. Por outro lado, um pouco mais à frente é dito que também os comerciantes, de igual modo, também a abandonarão, na medida em que – (v.11)- “(…) porque ninguém mais compra as suas mercadorias. (23)- (…). Porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias” – Apocalipse 18. Tudo isto quer dizer que aqui está representado o sistema económico mundial. Todos, a seu tempo, retirarão o seu apoio ao rei do Norte. Porquê? Exactamente pela razão fornecida pelo próprio texto, como acabámos de ver: - “(…) porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias”. Convém ter sempre presente que se trata sempre da mesma entidade, só que assume nomes diferentes em função da sua representação. Isto quer dizer que este poder contrário a Deus, durante um certo tempo, a exemplo do passado, reinará soberanamente durante algum tempo até à 2ª vinda de Cristo, a Bíblia o conhece como: 1- barro de oleiro (Daniel 2.41); chifre pequeno (Daniel 7.8; 8.9-12); 3- a Besta/fera (Apocalipse 13.3-8); 4- a grande prostituta (Apocalipse 17.1); 5- a mãe das prostituições (Apocalipse 17.5); 6- a grande cidade Babilónia que reina sobre os reis da terra (Apocalipse 17.18).
quinta-feira, 5 de abril de 2012
O Decreto de Morte e o Livramento
Daniel 12.1
Este tema encontra-se no livro – O Grande Conflito, p. 509 – que marca o início do capítulo 40 “O Livramento dos Justos”, e no livro – Primeiros Escritos, pp. 283-285. Como veremos mais tarde, em Daniel 11, aqui é dito acerca do rei do Norte que, ao conhecer “os rumores do oriente e do norte o espantarão” – 44ª. E, quando chegarem estas notícias, na continuação do texto, é dito que: - “(…) e sairá com grande furor para destruir e extirpar a muitos (…)” – v. 44b. Depois, continua a mostrar-nos a atitude arrogante deste rei do Norte, ao dizer: - “E armará as tendas do seu palácio entre o mar grande e o monte santo e glorioso (…)” – v. 45ª. Isto dito por outras palavras, o rei do Norte está a circundar, cercar o acampamento dos santos, depois de ter conquistado todo o mundo – à luz da leitura que podemos fazer deste capítulo 11 do livro do profeta Daniel. Este rei conquistou quase tudo o que havia para conquistar e submeter. Só resta um pequeno reduto, o qual se encontra em Jerusalém. Recorde-se, uma vez mais, que esta Jerusalém, não é um ponto geográfico, mas representa a Igreja mundial – o conjunto dos que disseram: - não – à besta, à sua imagem, ao seu sinal e ao nº do seu nome – cf. Apocalipse 15.2; 20.4. A besta coloca-se num local estratégico – Meguido – que fica entre o mar e o monte santo e glorioso – cf. Daniel 11.45. Agora está pronto para desferir o golpe decisivo ou seja, reduzir ao silêncio o povo de Deus. Assim, se puder levar de vencida os seus intentos, isto é, para destruir a Igreja remanescente e a cidade, então o seu triunfo será completo. Iremos ver a maneira como tudo isto está relatado: - “Quando a protecção das leis humanas for retirada dos que honram a lei de Deus, haverá, nos diferentes países, um movimento simultâneo com o fim de os destruir. Aproximando-se o tempo indicado no decreto, o povo conspirará para desarreigar a odiada seita. Resolver-se-á dar em uma noite um golpe decisivo, que faça silenciar, por completo, a voz de dissente e de reprovação”. Que quadro tão dramático que a mensageira do Senhor aqui, sob inspiração, descreve sob pinceladas tão impressionantes, que nos fazem ver e sentir os intentos deste poder opressor do povo de Deus.
Quando o rei do Norte vier contra Jerusalém, com que protecção estará a contar? Que poderio militar defensivo terá? De que arsenal nuclear disporá? Absolutamente nenhum! Aparentemente, a cidade de Jerusalém está perdida, pois está cercada de fortes exércitos que se preparam para a conquistarem. Mas, continuemos a ler esta fabulosa e vivida descrição: - “O povo de Deus – alguns nas celas das prisões, outros escondidos nos retiros solitários das florestas e montanhas – pleiteia ainda a protecção divina, enquanto por toda a parte grupos de homens armados, instigados pelas hostes de anjos maus, se estão preparando para a obra de morte”. Aqui encontramos uma segunda referência ao Decreto de Morte. Continuemos: - “É então, na hora de maior aperto, que o Deus de Israel intervirá para o Livramento dos Seus escolhidos”. Note-se a palavra “Livramento”, tal como é utilizada pela Palavra de Deus: - “E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe que se levanta pelos filhos do teu povo (…); mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que se achar escrito no livro (da vida)” – Daniel 12.1. Continuemos a seguir a descrição feita: - “Com brados de triunfo, zombaria e imprecação, multidões de homens maus estão prestes a cair sobre a sua presa”. Aqui está, o rei do Norte pronto para atacar Jerusalém, porque, como já vimos, esta é um símbolo da Igreja. Mas, de repente, algo de extraordinário acontece, como veremos a seguir.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Apocalipse - O Tempo de Angústia
O levantamento de Miguel é precursor do Tempo de Angústia. Deus fecha a Porta da Graça, isto é, a partir daqui já não existirá qualquer intercessão, já nada mais há a fazer pelo pecador. Neste momento cumprem-se duas ordens bíblicas: 1ª- cumprem-se estas palavras: - “E o sétimo anjo derramou a sua taça no ar, e saiu grande voz do templo do céu, do trono, dizendo: Está feito” – Apocalipse 16.17; 2ª- o texto que diz: - “Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, seja santificado ainda” – Apocalipse 22.11.Agora, depois desta primeira acção – fecho da Porta da Graça – começa a fase seguinte – o Tempo de Angústia. E o que acontece durante este período? Claro, as pragas. Podemos ver aqui a ordem, já estudada, da estrutura de Apocalipse 12. O Tempo de Angústia é o título do assunto que vem a seguir no próximo capítulo do livro – Primeiros Escritos, p. 282 – assim como no livro – O Grande Conflito, pp. 493-508 que, como dissemos acima, corresponde ao capítulo 39 “Aproxima-se o Tempo de Angústia”. E como será esta fase? Tal como o próprio título adverte, este será um tempo terrível para o povo de Deus. Será que algum filho de Deus será morto após o fecho da Porta da Graça? A resposta é um retumbante – não. E qual a razão? Sim, pela simples razão de que, agora, Deus acabou com o poder destes poderes político-religiosos. A porta fechou-se e o poder, se assim podemos dizer, mudou de mãos, finalmente. O povo de Deus terá fome, irá para a prisão, passará grandes dificuldades, viverá “um tempo de angústia qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo” – Daniel 12. 1. Mas, uma coisa é certa, Satanás não poderá destruir a fé deste povo, visto que quem reina não é este último, mas Miguel – o libertador do povo de Deus – ou seja, Jesus Cristo.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
