terça-feira, 10 de abril de 2012

O Grande Conflito - O Livramento dos Santos

Este seguinte tema encontra-se no livro – Primeiros Escritos, pp. 285-288 – assim como no livro – O Grande Conflito, pp. 509. Retomemos a narrativa deixada acima: - “(…), quando, eis, um denso negror, mais intenso do que as trevas da noite, cai sobre a Terra. Então o arco-íris, resplandecendo com a glória do trono de Deus, atravessa os céus, e parece cercar cada um dos grupos em oração. As multidões iradas, subitamente, se detêm. Silenciam seus gritos de mofa. É esquecido o objecto da sua ira sanguinária. Com terríveis pressentimentos contemplam o símbolo da aliança de Deus, anelando pôr-se ao amparo do seu fulgor insuperável”. A continuação do texto fala de todo o processo de libertação do povo de Deus. Se voltarmos ao texto bíblico, aqui é dito que, para o rei do Norte – “(…) virá ao seu fim, e não haverá quem o socorra” - Daniel 11.45b. Até este momento quem, efectivamente, ajudou o rei do Norte? Na verdade, este poder, esta coligação, não mais do que o resultado da amálgama diabólica, a saber: o papado, o protestantismo apóstata e os reis, os grandes de todo o mundo; no fundo, as três partes do sistema que constitui Babilónia. E, sobre o que é que Babilónia está sentada? Claro, tal como a Bíblia refere ela está – “(…) assentada sobre muitas águas” – Apocalipse 17.1b.
Aqui, no livro - O Grande Conflito – como vimos acima, é dito não só que - “(…) homens armados, instigados pelas hostes de anjos maus, se estão preparando para a obra de morte”, ou seja, estes que cumprem os desígnios do rei do Norte; como também o poder destes governantes assenta, claramente, no povo “(…) multidões de homens maus (…)”. Por isso é que, tal como o texto bíblico refere, Babilónia está ““(…) assentada sobre muitas águas”. Ora, o que é que se passa, no momento da 6ª praga, quando o povo de Deus é libertado? O que é que se passa com as <águas>? Estas, simplesmente, secam – Apocalipse 16.12. Estas, simbolicamente, como o próprio texto bíblico nos esclarece, representam “povos, multidões” – Apocalipse 17.15 – esta multidão que apoiava o rei do Norte mas, que agora, devido às circunstâncias, lhe retiram o seu apoio. É dito, na Palavra de Deus que os reis da Terra “(…) aborrecerão a prostituta (…)” – Apocalipse 17.16. Por outro lado, um pouco mais à frente é dito que também os comerciantes, de igual modo, também a abandonarão, na medida em que – (v.11)- “(…) porque ninguém mais compra as suas mercadorias. (23)- (…). Porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias” – Apocalipse 18. Tudo isto quer dizer que aqui está representado o sistema económico mundial. Todos, a seu tempo, retirarão o seu apoio ao rei do Norte. Porquê? Exactamente pela razão fornecida pelo próprio texto, como acabámos de ver: - “(…) porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias”. Convém ter sempre presente que se trata sempre da mesma entidade, só que assume nomes diferentes em função da sua representação. Isto quer dizer que este poder contrário a Deus, durante um certo tempo, a exemplo do passado, reinará soberanamente durante algum tempo até à 2ª vinda de Cristo, a Bíblia o conhece como: 1- barro de oleiro (Daniel 2.41); chifre pequeno (Daniel 7.8; 8.9-12); 3- a Besta/fera (Apocalipse 13.3-8); 4- a grande prostituta (Apocalipse 17.1); 5- a mãe das prostituições (Apocalipse 17.5); 6- a grande cidade Babilónia que reina sobre os reis da terra (Apocalipse 17.18).

quinta-feira, 5 de abril de 2012

OS SETE SELOS DO APOCALIPSE

O Decreto de Morte e o Livramento

Daniel 12.1
Este tema encontra-se no livro – O Grande Conflito, p. 509 – que marca o início do capítulo 40 “O Livramento dos Justos”, e no livro – Primeiros Escritos, pp. 283-285. Como veremos mais tarde, em Daniel 11, aqui é dito acerca do rei do Norte que, ao conhecer “os rumores do oriente e do norte o espantarão” – 44ª. E, quando chegarem estas notícias, na continuação do texto, é dito que: - “(…) e sairá com grande furor para destruir e extirpar a muitos (…)” – v. 44b. Depois, continua a mostrar-nos a atitude arrogante deste rei do Norte, ao dizer: - “E armará as tendas do seu palácio entre o mar grande e o monte santo e glorioso (…)” – v. 45ª. Isto dito por outras palavras, o rei do Norte está a circundar, cercar o acampamento dos santos, depois de ter conquistado todo o mundo – à luz da leitura que podemos fazer deste capítulo 11 do livro do profeta Daniel. Este rei conquistou quase tudo o que havia para conquistar e submeter. Só resta um pequeno reduto, o qual se encontra em Jerusalém. Recorde-se, uma vez mais, que esta Jerusalém, não é um ponto geográfico, mas representa a Igreja mundial – o conjunto dos que disseram: - não – à besta, à sua imagem, ao seu sinal e ao nº do seu nome – cf. Apocalipse 15.2; 20.4. A besta coloca-se num local estratégico – Meguido – que fica entre o mar e o monte santo e glorioso – cf. Daniel 11.45. Agora está pronto para desferir o golpe decisivo ou seja, reduzir ao silêncio o povo de Deus. Assim, se puder levar de vencida os seus intentos, isto é, para destruir a Igreja remanescente e a cidade, então o seu triunfo será completo. Iremos ver a maneira como tudo isto está relatado: - “Quando a protecção das leis humanas for retirada dos que honram a lei de Deus, haverá, nos diferentes países, um movimento simultâneo com o fim de os destruir. Aproximando-se o tempo indicado no decreto, o povo conspirará para desarreigar a odiada seita. Resolver-se-á dar em uma noite um golpe decisivo, que faça silenciar, por completo, a voz de dissente e de reprovação”. Que quadro tão dramático que a mensageira do Senhor aqui, sob inspiração, descreve sob pinceladas tão impressionantes, que nos fazem ver e sentir os intentos deste poder opressor do povo de Deus.
Quando o rei do Norte vier contra Jerusalém, com que protecção estará a contar? Que poderio militar defensivo terá? De que arsenal nuclear disporá? Absolutamente nenhum! Aparentemente, a cidade de Jerusalém está perdida, pois está cercada de fortes exércitos que se preparam para a conquistarem. Mas, continuemos a ler esta fabulosa e vivida descrição: - “O povo de Deus – alguns nas celas das prisões, outros escondidos nos retiros solitários das florestas e montanhas – pleiteia ainda a protecção divina, enquanto por toda a parte grupos de homens armados, instigados pelas hostes de anjos maus, se estão preparando para a obra de morte”. Aqui encontramos uma segunda referência ao Decreto de Morte. Continuemos: - “É então, na hora de maior aperto, que o Deus de Israel intervirá para o Livramento dos Seus escolhidos”. Note-se a palavra “Livramento”, tal como é utilizada pela Palavra de Deus: - “E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe que se levanta pelos filhos do teu povo (…); mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que se achar escrito no livro (da vida)” – Daniel 12.1. Continuemos a seguir a descrição feita: - “Com brados de triunfo, zombaria e imprecação, multidões de homens maus estão prestes a cair sobre a sua presa”. Aqui está, o rei do Norte pronto para atacar Jerusalém, porque, como já vimos, esta é um símbolo da Igreja. Mas, de repente, algo de extraordinário acontece, como veremos a seguir.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Apocalipse - O Tempo de Angústia

O levantamento de Miguel é precursor do Tempo de Angústia. Deus fecha a Porta da Graça, isto é, a partir daqui já não existirá qualquer intercessão, já nada mais há a fazer pelo pecador. Neste momento cumprem-se duas ordens bíblicas: 1ª- cumprem-se estas palavras: - “E o sétimo anjo derramou a sua taça no ar, e saiu grande voz do templo do céu, do trono, dizendo: Está feito” – Apocalipse 16.17; 2ª- o texto que diz: - “Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, seja santificado ainda” – Apocalipse 22.11.
Agora, depois desta primeira acção – fecho da Porta da Graça – começa a fase seguinte – o Tempo de Angústia. E o que acontece durante este período? Claro, as pragas. Podemos ver aqui a ordem, já estudada, da estrutura de Apocalipse 12. O Tempo de Angústia é o título do assunto que vem a seguir no próximo capítulo do livro – Primeiros Escritos, p. 282 – assim como no livro – O Grande Conflito, pp. 493-508 que, como dissemos acima, corresponde ao capítulo 39 “Aproxima-se o Tempo de Angústia”. E como será esta fase? Tal como o próprio título adverte, este será um tempo terrível para o povo de Deus. Será que algum filho de Deus será morto após o fecho da Porta da Graça? A resposta é um retumbante – não. E qual a razão? Sim, pela simples razão de que, agora, Deus acabou com o poder destes poderes político-religiosos. A porta fechou-se e o poder, se assim podemos dizer, mudou de mãos, finalmente. O povo de Deus terá fome, irá para a prisão, passará grandes dificuldades, viverá “um tempo de angústia qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo” – Daniel 12. 1. Mas, uma coisa é certa, Satanás não poderá destruir a fé deste povo, visto que quem reina não é este último, mas Miguel – o libertador do povo de Deus – ou seja, Jesus Cristo.

666 Truth by Pastor Doug Batchelor

domingo, 1 de abril de 2012

Apocalipse - O Levantamento de Miguel

Encontramos este tema, no livro – Primeiros Escritos, na p. 279. O que significará esta expressão? Mais a baixo a examinaremos com mais detalhe. Por agora, ela tem que ver com o fecho da Porta da Graça, ou seja, que a partir deste acontecimento nada mais há a fazer pelo ser humano, no que respeita à sua salvação – cf. p. 280. Isto quer dizer que o arcanjo Miguel206 irá mudar de função que desempenhou até então, ou seja, de sacerdote a rei – “Vi então Jesus depor Suas vestes sacerdotais e envergar Seus mais régios trajes”.207 Esta acção – levantar-se - de Miguel tem um significado preciso – Jesus começará a reinar, ou seja, passará, finalmente à acção para mostrar aos poderes do Mal que o povo de Deus não foi deixado à deriva, pois agora apresenta-se o seu Salvador, tal como veremos em detalhe quando abordarmos o capítulo 12 do livro de Daniel.
Até este momento, quem governava no mundo? Quem estava a governar através de quem? Claro, os reis e estes, por sua vez, unidos ao papado e ao protestantismo apóstata. Governaram o mundo, perseguiram implacavelmente o povo de Deus, prenderam-no, maltrataram-no, fizeram-no passar fome e dado um - Decreto de Morte - contra eles. Aparentemente Deus abandonou o Seu povo na Terra. Mas, no momento em que o rei do Norte – Daniel 11.44 – sai com fúria para destruir o povo de Deus, como veremos, porque proclamaram a mensagem final, é neste preciso momento que o arcanjo Miguel surge para livrar o Seu povo, para dar um ponto final no sofrimento deste.
O levantamento de Miguel, isto é, que corresponde ao final da proclamação da mensagem do 3º anjo, encontra-se no livro – O Grande Conflito, p. 493 – que corresponde ao capítulo 39 “Aproxima-se o Tempo de Angústia”.

quarta-feira, 28 de março de 2012

OS ÚLTIMOS ACONTECIMENTOS

Hoje vivemos nos últimos dias. Dias de investigação e juízo.

Apocalipse
Capítulo 14 (6) "E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, (7) dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas."
Aqueles que viverem em conformidade com os mandamentos de Deus serão alvos de injúrias e perseguições. Essas perseguições se intensificarão à medida que nos aproximamos da 2º vinda de Jesus.
Apocalipse
Capítulo 12 (17) "E o dragão (Satanás) irou-se contra a mulher (Igreja), e foi fazer guerra aos demais filhos dela, os que guardam os mandamentos de Deus, e mantêm o testemunho de Jesus. [12:18] E o dragão parou sobre a areia do mar."
A verdade, expressa nas 3 mensagens angelicais serão proclamadas em todo o planeta pela igreja perseguida do verso 12 descrito acima.
Apocalipse
Capítulo 14 (6) "E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo,(7) dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.(8) Um segundo anjo o seguiu, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilónia, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição. (9) Seguiu-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão, (10) também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se acha preparado sem mistura, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. (11) A fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, nem aquele que recebe o sinal do seu nome. (12) Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus."
Quais são essas mensagens angelicais? E qual o seu significado?
Primeiro anjo - Apoc. 14:6 - "E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo..."
O verso 6 começa dizendo que João viu um anjo voar pelo meio do céu, esse é o primeiro anjo numa série de três. O voo do anjo pelo meio do céu, a grande voz com que é proferida a advertência, evidenciam a rapidez e extensão mundial em que esta mensagem seria levada a todos os povos, nação, tribo, língua e povo. O evangelho eterno não representa apenas a validade, autenticidade e a plenitude de toda a bíblia, mas também a boa notícia de que Jesus nos salva do pecado e nos restaura à comunhão com Deus. A cruz de Cristo é o ponto focal dessa boa notícia. Este primeiro anjo assim como os dois outros anjos, são representados pelos verdadeiros cristãos que proclamam a verdade pelo mundo. Não é difícil entender dessa maneira porque não são literalmente anjos que estão pregando o evangelho pelo mundo mas mensageiros humanos que foram comissionados por Cristo (Mateus 28:16-20). A palavra grega para "anjo" às vezes significa um mensageiro humano (S. Mateus 11:10; S. Lucas 9:52). Indubitavelmente, anjos do céu se acham intensamente envolvidos na mesma obra, mas a proclamação do evangelho foi confiada a cristãos comissionados por Cristo como descritos acima.
Apoc. 14:7 - "Dizendo com grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória; porque vinda é a hora do Seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas".
Temer a Deus, segundo recomendado no texto acima, significa aproximar-se d´Ele com reverência, respeito e lealdade. Também significa um alerta para a importância da verdade divina apresentado nas mensagens desses versos para o tempo do fim. A expressão "chegou a hora de seu juízo" nos leva diretamente ao juízo descrito em Daniel 7:9-14; 8:9-14 e 9:22-27. Esses versos tanto de Apocalipse quanto de Daniel chama o julgamento divino que precede o segundo advento de Jesus, portanto que já ocorre em nossos dias. (Para uma compreensão melhor, é necessário estudar sobre as 2300 tardes e manhãs e os juízos no santuário terrestre e celestial).
É importante lembrar que todo julgamento acontece porque determinadas leis foram transgredidas. Não tem sentido um julgamento sem lei. Para que julgar se não existe lei? Pela descrição do verso 12, fica evidente que os que são absolvidos consequentemente chamados de santos são os que guardam os mandamentos de Deus. A lei de Deus em seus mandamentos (Êxodo 20), é que serão as normas de julgamento para todo ser humano.
"Dai-Lhe Glória", Existe um paralelo entre essa frase do primeiro anjo de Apocalipse e I Cor. 6:20 - "Porque fostes comprados por bom preço; glorificai pois a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus".
A glória de Deus é revelada no corpo e no espírito (carácter). Um relacionamento de entrega contínua a Deus resulta em vida completamente transformada, renovada até mesmo no corpo. Glorificamos a Deus de duas formas, sendo em conservar o corpo na mais perfeita condição saudável possível e no carácter, para a habitação do Espírito Santo (I Cor. 10:31; I Cor. 16:17). Uma vida de submissão a Deus resulta em uma vida de vigor, saúde não apenas no corpo mas também de um carácter renovado a semelhança do carácter de Jesus. A mensagem de saúde e de renovação da mente e do carácter são condições importantes para honrar e glorificar a Deus em nossas vidas. Uma pessoa que desrespeita as leis do organismo e da saúde sentenciando seu sofrimento e morte não pode estar em condições de viver num céu maravilhoso onde essa indiferença não poderá existir. Da mesma forma que não poderá viver no céu ao lado de Deus alguém que diz amá-Lo mas continua praticando atos imorais tendo assim um carácter ainda maculado. Esta mensagem é significativa porque apela para renuncias e entrega completa de nossas vidas a Deus.
"Adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas".
O significado da vida está e é expresso na verdadeira adoração ao Criador. O apelo do primeiro anjo para adorar "Aquele que fez" todas as coisas destina-se a conduzir-nos de volta à perfeita comunhão com o nosso Criador". Este verso nos leva diretamente ao texto de Êxodo 20:8-11 nos fazendo lembrar que Deus criou a vida na terra como o céu, a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou dessas obras. Assim o texto apela para descansarmos também de nossas obras com o objetivo de O adorar como o Criador de todas as coisas. A mensagem do primeiro anjo é sem dúvida alguma um apelo para que a humanidade se lembre novamente do dia de sábado para o separar a Deus como memorial da existência humana e de toda vasta criação. É interessante analisar este texto e sua importância para os dias atuais, num contexto de evolucionismo e ateísmo crescente e de um falso sábado (domingo) sendo introduzido e defendido com força até mesmo politicamente.
Um dos temas centrais do Apocalipse, e também de toda a bíblia, é o conflito da adoração e o contraste entre o verdadeiro e o falso culto..
No estágio final da história humana, antes do retorno de Cristo, esse conflito deve atingir o seu ponto mais alto. As opções disponíveis são um dedicado culto a Deus ou um arremedo de culto à besta (Mat. 24:24; João 4:23, 24; Apoc. 13:8, 11-18). O sábado será indiscutivelmente a pedra de toque entre os que servem a Deus e os que não o servem. Sinal de Deus (Ezequiel 20:12,20) X sinal da besta (Apocalipse 13:15-17). (Sinal ou marca)
Segundo anjo - Apocalipse 14:8 - "E outro anjo seguiu dizendo: Caiu, caiu babilónia, aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição".
Deus proclama na mensagem do segundo anjo um apelo urgente motivado pelo amor e pela intransigente verdade expressa em Sua palavra. Essa mensagem toma a forma de uma denúncia e punição porque falsos sistemas religiosos de salvação em geral e de filosofias têm rejeitado a luz da mensagem do primeiro anjo levando o mundo a deslealdade a Deus.
O termo babilónia é derivado de babel e significa confusão. É empregado nas Escrituras para designar as várias formas de religião falsa ou apóstata. Em Apocalipse 17:1-6, babilónia é representada por uma mulher, figura que a bíblia usa como símbolo de igreja (Efésios 5:25), sendo uma mulher vestida do sol (Apoc. 12:1), representando a igreja verdadeira, e a mulher embriagada, mãe das prostituições, representando a babilónia ou sistemas religiosos falsos. No verso 5 do capítulo 17 de Apoc. Pode-se entender que existe uma igreja falsa com muitas filhas, uma igreja denominada como mãe e muitas outras denominadas como filhas. Igreja falsa são muitas (Apoc. 17:5), e igreja verdadeira é apenas uma (Apoc. 12:1). Para conseguirmos compreender quais os sistemas religiosos falsos é necessário compreender bem a mensagem dos três anjos por serem elas as mensagens finais de advertência ao mundo religioso.
Embora babilónia simbolize todos os falsos sistemas religiosos, nos últimos dias envolverá especificamente a união mundial do papado, do protestantismo apostatado, e do espiritismo moderno, em defesa total ao domingo em oposição ao sábado bíblico que é o sinal de Deus (Ezequiel 20:12,20). Sinal de Deus x sinal da besta. Por ordem de Deus, essa união perderá o seu poder, como aconteceu com a primeira cidade de babel. Por esta razão é que se usa a expressão "caiu, caiu, a grande babilónia (Apoc. 16:13,17; 17:17).
Terceiro anjo - Apocalipse 14:9-10 "E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, também o tal beberá do vinho da ira de Deus..."
A mensagem do terceiro anjo é uma séria advertência aos que aceitarem o sinal da besta em lugar do

terça-feira, 27 de março de 2012

A Fúria Causada pelo Forte/Alto Clamor

Na verdade devemos perguntar-nos acerca da razão ou, eventuais razões para tal fúria? Antes, porém, a Igreja dorme e permanece numa certa letargia e inacção. Mas, quando ela despertar, Satanás suscitará um reavivamento muito semelhante. A este propósito a mensageira do Senhor refere: - “Vi que Deus tem filhos honestos entre os adventistas nominais e as igrejas caídas; e, antes que as pragas sejam derramadas, ministros e povo serão chamados a sair dessas igrejas e, alegremente receberão a verdade. Satanás sabe disto, e antes que o alto clamor da terceira mensagem angélica seja ouvida, ele suscitará um excitamento nessas corporações religiosas, a fim de que os que rejeitaram a verdade pensem que Deus está com eles. Ele espera enganar os honestos e levá-los a pensar que Deus ainda está a trabalhar pelas igrejas. Mas a luz brilhará, e todos os honestos deixarão as igrejas caídas e tomarão posição ao lado dos remanescentes”.
Porque é que a Igreja de hoje não é perseguida? Responderemos nós: - porque ainda não chegou a lei dominical! A mensageira do Senhor, acerca deste assunto, dá-nos a conhecer a razão ou razões para que tal ainda não tenha acontecido; a este propósito diz: - “A única razão é que a igreja se conformou com a norma do mundo, e portanto não suscita oposição. A religião que no nosso tempo prevalece não é do carácter puro e santo que assinalou a fé cristã nos dias de Jesus e dos Seus discípulos. É unicamente por causa do espírito de transigência com o pecado, por serem as grandes verdades da palavra de Deus tão indiferentemente consideradas, por haver tão pouca piedade vital na igreja, que o cristianismo é, aparentemente, tão popular no mundo. Se houver um reavivamento da fé e poder da primitiva igreja, o espírito de opressão reviverá, reacendendo-se os fogos da perseguição”.
Tenhamos consciência e admitamos qual é, na verdade a nossa enfermidade, para que Deus nos possa curar. São importantes as pregações que falam do grande amor de Deus para com os Seus filhos. Mas será este o grande propósito da pregação, para os nossos dias, da Verdade Presente? Ou será que a Igreja de hoje precisa ouvir uma mensagem contundente que a possa despertar para a solenidade do tempo presente, para que o crente se possa preparar para as dificuldades espirituais que se aproximam a passos largos para o verdadeiro povo de Deus? Uma mensagem forte é sinónimo do muito amor de Deus pelo Seu povo. Porquê a mensagem do 3º anjo? Porque Deus nos ama e não deseja que as Suas criaturas recebam a marca do poder contrário a Si mesmo – a marca da besta – mas, antes pelo contrário, que toda a humanidade se salve – cf. I Timóteo 2.4. Certo tipo de pessoas diz: - não nos falem de fogo e enxofre, mas unicamente de amor. Mas, em boa verdade, que amor é este desprovido de justiça? Será verdadeiramente amor? Pensamos que não.
Analisemos alguns aspectos do texto do Espírito de Profecia supra citado. É-nos dito que: - “A única razão é que a igreja se conformou com a norma do mundo, e portanto não suscita oposição. (...)”. Será que a Igreja ouve a mesma música do mundo? Esta come e bebe as mesmas coisas que o mundo? Veste como ele? Esta vai a lugares onde vai o mundo? Estas perguntas, talvez já façam parte de um passado bem distante, pois comodamente somos levados a concluir: - o passado ao passado pertence. Um ou outro jovem perguntará: - será que é prejudicial ir ao cinema? Vejamos, a este propósito, o que o Espírito de Profecia refere: - “os jovens não seriam seduzidos pelo pecado se se recusassem a entrar por qualquer caminho, a não ser que pudessem rogar a bênção de Deus sobre o mesmo”. Então, porque é que a Igreja não é perseguida? Claro, porque lhe falta uma única coisa – ser sacudida. Deus irá permitir que o papado conquista todo o mundo e que nos pressione para que decidamos com quem queremos permanecer.
Na verdade, se não tomarmos decisões neste nosso tempo que é o – aqui e agora – como poderemos resistir? O carácter terá que ser formado agora, não depois; é isto que está escrito: - “Se houver um reavivamento da fé e poder da primitiva igreja, o espírito de opressão reviverá, reacendendo-se os fogos da perseguição”. Neste tempo aqui descrito um qualquer membro da Igreja não terá dúvidas sobre o que poderá parecer mal ou não. Que não se pergunte sobre o quanto se pode experimentar do mundo sem ser pecado, mas sim sobre o quanto se pode experimentar de Cristo para deixarem o que atrai para fora da Igreja.
Então, por que não está a Igreja remanescente a ser perseguida? Por que é que ela não está a proclamar o Forte/Alto Clamor? Pela simples razão de que não estamos a receber o poder do Espírito Santo, tal como aconteceu no passado, na Igreja primitiva. Sim, imediatamente à descida do Espírito Santo, o que é que se passou? Se examinarmos o livro dos Actos dos Apóstolos, ali é dito que, por terem pregado, os discípulos, foram presos: - (v.18)- “E lançaram mão dos apóstolos, e os puseram na prisão pública. (…). (27)- E trazendo-os, os apresentaram ao conselho. E o sumo sacerdote os interrogou dizendo: (28)- não vos admoestámos nós expressamente que não ensinásseis nesse nome? E eis que enchestes Jerusalém dessa vossa doutrina, e quereis lançar sobre nós o sangue desse homem” – Actos 5; cf. 4.16,17,20. Assim, a proclamação com veemência da mensagem conduz, inevitavelmente, à prisão. No profeta Ezequiel 38 e 39 fala da grande guerra de Gogue e Magogue contra o povo de Deus nos últimos dias. O conflito final não será de ordem atómica, nuclear ou tendo como base conflitos sobre o petróleo, ou ainda qualquer conflito entre Oriente e Ocidente, mas sim resultante a fúria causada pelo proclamação de uma mensagem de advertência a denunciar a – marca da besta ou seja, o Domingo – como dia falso de repouso e de adoração e, ao contrário, exaltar a proclamação do santo dia do Senhor – o Sábado – como dia santificado em honra do Deus Criador. A esta proclamação chama-se, como temos vindo a ver até aqui – o Forte/Alto Clamor.
A abordagem do tema – fúria causada pelo Forte/Alto Clamor – encontra-se no livro – Primeiros Escritos, pp. 277-279 – enquanto que no livro – O grande Conflito – encontra-se no capítulo 38 “O Último Convite Divino”, pp. 485,491. Desde a primeira página deste capítulo fala da mensagem a proclamar pelo 4º anjo, ou seja, a Igreja remanescente. Esta mensagem “Caiu, caiu a grande Babilónia, e se tornou morada de demónios e coito de todo o espírito imundo, e coito de toda a ave imunda e aborrecível. E ouvi outra voz do Céu, que dizia: Sai dela, povo Meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas” – Apocalipse 18.2,4. Esta mensagem fará com que os ímpios persigam, cheios de ira, os seus arautos. Assim, esta fúria assinalada neste capítulo está directamente ligada ao Forte/Alto Clamor. E qual poderá ser, na sequência analisada até aqui, o próximo acontecimento? Claro, o levantamento de Miguel.

segunda-feira, 26 de março de 2012

O Forte/Alto Clamor

Quando o papado conquistar o mundo e, finalmente, for imposta a “Marca da Besta” que, mais não é do que a perseguição, afinal, o que se passará na Igreja? Um dos primeiros sinais é, sem dúvida alguma, a sacudidura. E quando se afirmar a supremacia da Igreja Tradicional, saber-se-á, na verdade, quem é quem na Igreja. Nos dias de hoje, a Igreja está repleta de gente. A maioria do povo de Deus, quando o papado impuser a Lei Dominical e proibir de comprar e vender e quando os Estados Unidos da América se unirem ao papado e for decretado o - “Decreto de Morte” -, muitos que não são fiéis, por conveniência, a seu tempo, sairão; mas, ao mesmo tempo, muitos dos que estão lá fora e que são sinceros, entrarão. Esta fase, de certa forma caracterizará o que se conhece de – Sacudidura. Esta referência encontra-se mencionada no livro Primeiros Escritos, pp. 271 a 273 e no livro O Grande Conflito, pp. 483,484.
Qual é o verdadeiro objectivo de dissecarmos estes acontecimentos? Pois, não só estamos a preparar-nos para uma melhor compreensão do que se seguirá, como também, como veremos, esta é uma estrutura idêntica à que encontrámos no livro do profeta Daniel, nomeadamente, no capítulo 11. Assim, ao conhecermos estes pormenores, não haverá, assim esperamos, desvios de interpretação deste, aparente, enigmático capítulo 11. Desta forma, quanto a nós, irá ser fácil interpretá-lo.
Após ter sido acudido, o povo de Deus, finalmente, está pronto para proclamar algo de extrema importância para o tempo do fim – o Forte/Alto Clamor.198 Afinal, o que é, o que significa, onde se encontra e o que contém este – Forte/Alto Clamor? Este é a intensificação da mensagem do 3º anjo. E qual o seu conteúdo? Na verdade ela é uma mensagem simples, só que de opção; ou seja, ou recebem o selo de Deus ou recebem a marca da besta. Dito por outras palavras – se ficarmos com o papado ou com o protestantismo apóstata, não iremos receber outra coisa a não ser a – marca da besta. Assim, perante esta mensagem que convida à opção, ou ficamos onde estamos ou, se ouvirmos este convite, sairemos de onde nos encontramos.
Já reparámos que a mensagem do 3º anjo está de novo mencionada no capítulo 18 do Apocalipse? E, já nos perguntámos qual a razão desta repetição? Em Apocalipse 14.8, na mensagem dos 3 anjos, é dito que: - “E outro anjo seguiu dizendo: Caiu, caiu Babilónia, aquela grande cidade que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição”. Em Apocalipse 18.2 é revelado muito mais, pois “E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilónia, e se tornou morada de demónios, e coito de toda a ave imunda e aborrecível”. Atardemo-nos um pouco no

sexta-feira, 23 de março de 2012

ESTUDO DO APOCALIPSE 17-20: De Babilónia ao Fim do Mal.

Apocalipse 17
Neste capítulo fala de como a Igreja, a falsa Igreja, pois não somente ela é uma Igreja prostituta – v.1 – como também por esta razão, a besta faz coro com ela, fundem-se, pois são uma mesma identidade, exactamente como os reis da Terra – “tenham um mesmo intento, uma mesma ideia” – v.13,17. Fala também acerca da 6ª praga ou seja, do secamento do Eufrates – Apocalipse 16.12 – facto que é descrito como aqueles que “aborrecerão a prostituta e a porão desolada e nua, e comerão a sua carne e a queimarão a fogo” – v.16 – ou seja, deixarão de apoiar esta mulher prostituta. Também não deixa de ser significativa a mudança de caracterização desta mulher que, desta vez identifica-se com outra entidade, ou seja, de Igreja passa a representar “a grande cidade que reina sobre os reis da terra” – v.18
Apocalipse 18
Mas ainda existe mais uns detalhes para acrescentar a este cenário. Neste capítulo volta-se a falar da 6ª e fala-se da 7ª praga. Só que, desta vez, fala acerca da maneira como será a sua queda – a grande cidade de Babilónia. Não somente o sistema político e religioso, como também fala de comerciantes que também caem; os negociantes que colocaram o seu dinheiro para ser utilizado por esta coligação formada pela Igreja e o Estado – v.11,16.
Apocalipse 19
Finalmente, neste capítulo, à luz do conteúdo dos versículos 1 ao 10, onde estão, de novo, os filhos de Deus? No Céu, cantando, pois alcançaram a vitória. A prostituta foi condenada. Mas, como é possível que estes estejam no céu se a 2ª vinda começa a ser descrita só no v.11? Este v.11 diz-nos do profeta: - “E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça”. Atrás do Senhor seguem os exércitos dos Céus que são os anjos montados em cavalos brancos que vêm à Terra para levar os filhos de Deus e derramar a ira de Deus sobre os ímpios. Depois que caiam as pragas, o que é que Cristo faz? Claro, leva consigo os Seus filhos para o Céu. Estes foram vitoriosos, visto Cristo ser o “Rei dos reis e Senhor dos senhores” – v.16. Uma vez mais, João fala do futuro inicialmente, para depois começar a descrever o – como - estes chegaram ao Céu.
Apocalipse 20
Depois de Cristo levar consigo para o céu os salvos, segue-se o Milénio. Neste capítulo é descrito o que se passa: - 1- um pouco antes de iniciar este período – Satanás será preso v.1,2. Esta prisão é meramente simbólica, visto que não existirá sobre a face da Terra qualquer ser humano, por esta razão, para Satanás e os seus anjos, é como se estivessem encarcerados, sem terem a quem tentar, visto que “os outros mortos não reviveram até que os mil anos se acabaram” – v.5a ; 2- durante o mesmo – neste período os que ressuscitaram para receber Jesus, assim como os que não passaram pela morte, no céu, “viveram e reinaram com Cristo durante mil anos” – 4b; 3- depois deste período – Desce a cidade de Jerusalém. Haverá a ressurreição geral dos injustos mortos; agora Satanás já tem companhia e terreno humano para trabalhar – isto é o mesmo que dizer: - “acabando-se os mil anos, Satanás será solto da sua prisão” – v.7. Este arregimenta esta inumerável multidão; e quando se preparam contra Cristo e Jerusalém para este acto, acontece o juízo.
Agora, aos injustos são mostrados os livros que foram abertos durante este período milenar por Cristo e pelos Seus filhos. Aqui, neste momento, verão toda a sua vida, tal como um filme – “Logo que se abrem os livros de registo e o olhar de Jesus incide sobre os ímpios, eles tornam-se cônscios de todo o pecado cometido. Vêem exactamente onde os seus pés se desviaram do caminho da pureza e violação da lei de Deus”. Deus não terá ninguém por culpado até que haja um juízo. Deus poderia proferir um veredicto arbitrário. Bastava reconhecer que aqueles eram injustos e proferir a sentença e, pelo Seu poder, fazê-los desaparecer. Mas, até estes mesmos têm que reconhecer e declarar que a sentença é justa – cf. Lucas 23.41 – “Todos vêem que a sua exclusão do céu é justa. Por sua vida declararam: . Como que extasiados, os ímpios contemplam a coroação do Filho de Deus. (…), todos, unânimes, exclamam: e, prostrando-se, adoram o Príncipe da vida. (…). Satanás vê que a sua rebelião voluntária o inabilitou para o Céu. Adestrou as suas faculdades para guerrear contra Deus; a pureza, a paz e a harmonia do Céu ser-lhe-iam suprema tortura. As suas acusações contra a misericórdia e justiça de Deus silenciaram agora. (…). E agora Satanás curva-se e confessa a justiça da sua sentença. (…). À vista de todos os factos do grande conflito, o Universo inteiro, tanto os que são fiéis como os rebeldes, de comum acordo declara: ”.
Os ímpios ao verem os registos das suas vidas nos livros – Apocalipse 20.11-15 – dizem que, afinal, Satanás os enganou. Pensavam que estavam no lado certo e os que estavam dentro da cidade de Jerusalém é que estavam errados. Agora ali estavam eles, de fora, enquanto os de Cristo estavam lá dentro da cidade. Estes reconhecem, tarde demais que foram simplesmente enganados! A este propósito gostaríamos de corrigir o que vulgarmente é afirmado acerca da destruição final dos ímpios, pois diz-se que os ímpios são destruídos quando estão a atacar a santa cidade. Esta afirmação não corresponde totalmente à verdade. Para que nos apercebamos deste facto, bastará, para o efeito, ler o texto bíblico de Ezequiel –(v.6)- “Portanto assim diz o Senhor Jeová: Pois que estimas no teu coração, como se fora o coração de Deus. (7)- Eis que eu trarei sobre ti estranhos; e os mais formidáveis dentre as nações, os quais desembainharão as suas espadas contra a formosura da tua sabedoria, e mancharão o teu esplendor. (8)- À cova te farão descer, e morrerás da morte dos traspassados no meio dos mares. (…). (16)- Na multiplicação do teu comércio se encheu o teu interior de violência e pecaste; pelo que te lançarei profanado fora do monte de Deus, e te farei perecer, ó querubim protector, entre pedras afogueadas. (17)- Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura; corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei, diante dos reis te pus para que olhem para ti. (18)- Pela multidão das tuas iniquidades, pela injustiça do teu comércio profanaste os teus santuários; eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo que te consumiu a ti, e te tornei em cinza sobre a terra, aos olhos de todos os que te vêem. (19)- Todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti; em grande espanto te tornaste, e nunca mais serás para sempre” – Ezequiel 28.
Este longo texto fala de Satanás. A mensageira do Senhor diz, tendo como base este mesmo texto, que os ímpios se lançarão contra Satanás e os seus anjos para os aniquilar visto estarem persuadidos de que foram enganados pelo poder das trevas – “(…). Mas dentre todos os incontáveis milhões que Satanás seduziu à rebelião, ninguém agora lhe reconhece a supremacia. O seu poder chegou ao fim. Os ímpios estão cheios do mesmo ódio a Deus, o qual inspira Satanás; mas vêem que o seu caso é sem esperança, que não podem prevalecer contra Jeová. A sua ira acende-se contra Satanás e os que foram seus agentes no engano, e com furor de demónios voltam-se contra eles”. Finalmente, para Satanás, os seus anjos e os restantes ímpios “desceu fogo do céu e os devorou” – Apocalipse 20.9b – sendo o Mal banido para todo o sempre.