domingo, 4 de dezembro de 2011

A PRIMEIRA MENSAGEM APOCALIPSE - O Selo de Deus

"Eu sou o Senhor, vosso Deus; andai nos Meus estatutos, e guardai os Meus juízos, e praticai-os; santificai os Meus sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o Senhor, vosso Deus." (Ezequiel 20:19-20).

"O sábado foi dado a toda a humanidade para comemorar a obra da criação. O grande Jeová, quando lançou os fundamentos da Terra e revestiu o mundo inteiro de beleza, criou todas as maravilhas da terra e do mar, instituiu o dia do sábado e o santificou. (...) E esse sábado, santificado por Deus, devia ser guardado como concerto perpétuo. Era um monumento comemorativo que devia permanecer de século a século, até o fim da história terrestre.

Deus tirou os hebreus da servidão egípcia, e ordenou que observassem o Seu sábado e guardassem a lei dada no Éden(a). Cada semana Ele operava um milagre para fixar-lhes na mente o fato de que instituíra o sábado no começo do mundo. (...) Há os que afirmam que o sábado só foi dado para os judeus; mas Deus nunca disse isso. Ele confiou o sábado ao povo de Israel como um depósito sagrado."1
"Agora, se Me obedecerem fielmente e guardarem a Minha aliança, vocês serão o Meu tesouro pessoal dentre todas as nações. Embora toda a terra seja Minha, vocês serão para Mim um reino de sacerdotes e uma nação santa." (Êxodo 19:5-6 cf Romanos 3:2)
"Vocês terão a mesma lei para o estrangeiro e para o natural da terra. Eu Sou o Senhor, o Deus de vocês. (Levítico 24:22)
"Escute-Me, povo Meu; ouça-Me, nação Minha: A lei sairá de Mim; Minha justiça se tornará uma luz para as nações." (Isaías 51:4)
"E os estrangeiros que se unirem ao Senhor para servi-lo, para amarem o nome do Senhor e prestar-Lhe culto, todos os que guardarem o sábado deixando de profaná-lo, e que se apegarem à Minha aliança, esses Eu trarei ao Meu santo monte e lhes darei alegria em Minha casa de oração. (...) pois a Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos." (Isaías 56:6-7)
"É porventura Deus somente dos judeus? E não o é também dos gentios? Também dos gentios, certamente..." (Romanos 3:29-30)
"Nisto não há judeu nem grego (...) porque todos vós sois um em Cristo Jesus. E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa." (Gálatas 3:28-29)
"Portanto, a instituição do sábado tem a mesma relação especial com os judeus como com todos os outros seres criados. Deus tornou a observância do sábado obrigatória a todos os homens. É afirmado claramente que 'o sábado foi feito por causa do homem' (Marcos 2:27). Todos aqueles que se encontram em perigo de ser enganados neste ponto, dêem atenção à Palavra de Deus e não às declarações de seres humanos (Marcos 7:6-9).

Toda pessoa tem sido provada, como o foram Adão e Eva no Éden. Assim como a árvore do conhecimento do bem e do mal foi colocada no meio do Jardim do Éden, assim o mandamento do sábado é colocado no meio do Decálogo. Acerca do fruto da árvore do conhecimento, fez-se a restrição: Dele não comereis (...) para que não morrais. Acerca do sábado, Deus disse: Não o profaneis; antes, santificai-o. (...) Assim como a árvore do conhecimento foi o teste da obediência de Adão, o quarto mandamento é o teste que Deus deu para provar a lealdade de todo o Seu povo. A experiência de Adão deve ser para nós uma advertência, enquanto o tempo durar. Adverte-nos a não aceitar de lábios mortais ou de anjos qualquer sugestão que nos afaste um jota ou um til da santa lei de Jeová."2

O mandamento do sábado assume também a função de selo da lei de Deus.3 "Unicamente este, entre todos os dez, apresenta Deus como Criador e Legislador. Declara ser Ele o Criador dos céus e da terra, e mostra, assim, o Seu direito à reverência e culto, acima de todos. Fora deste preceito, nada há no Decálogo que mostre por autoridade de quem foi dada a lei."4

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

A SEGUNDA MENSAGEM APOCALIPSE - Babilónia Denunciada

Desde a antiguidade, a cidade de Babilónia simbolizou o desafio a Deus. A torre era um monumento da apostasia e um centro de rebelião (Génesis 11:1-9). Lúcifer (Satanás) era o seu rei invisível (Isaías 14:12-14) e parece que ele pretendia fazer de Babilónia uma agência do governo da raça caída. Ao longo de toda a Bíblia, a batalha entre a cidade de Deus (Jerusalém) e a cidade de Satanás (Babilónia), ilustra o conflito entre o bem e o mal.

Durante os primeiros séculos da era cristã, quando os romanos oprimiam tanto os judeus como os cristãos, estes referiam-se na literatura à cidade de Roma como sendo Babilónia.1 Muitos crêem que Pedro usou Babilónia como pseudónimo para Roma (I Pedro 5:13). Em virtude da sua grande apostasia e perseguição, a maioria dos protestantes da era da Reforma e da Pós-Reforma referiam-se à Igreja de Roma como sendo a Babilónia espiritual (Apocalipse capítulo 17), a inimiga do povo de Deus.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A SEGUNDA MENSAGEM APOCALIPSE - A Lei de Deus - Adulterada

"Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei..." (Daniel 7:25)
A ira e o desprezo contra a Lei de Deus, em especial contra o 4.º mandamento, nunca foi algo que Satanás procurou esconder (Ezequiel 28:15 cf I João 3:4), e hoje, muitos mantêm os mesmos sentimentos. Ao longo dos séculos valendo-se de homens envolvidos por vãs filosofias, cobiça e ambição por poder e prestígio, o arqui-inimigo de Deus tem trabalhado incansavelmente para atingir seus desígnios escusos; sendo o principal, desviar a verdadeira adoração da humanidade ao Deus Criador.

Satanás não possui direito de receber adoração e, como não conseguiu usurpá-lo (Isaías 14:12-15 cf Apocalipse 12:7-10), tenta de todas as maneiras desviar do SENHOR toda a "honra e a glória" (I Timóteo 1:17). E, para alcançar tal propósito ele ataca o Decálogo intensamente (Apocalipse 12:17 cf Apocalipse 14:12).
Sendo a adoração e a obediência a Deus, os pontos primordiais desse "grande conflito", que mudanças em Sua lei afetariam mais especificamente esses dois princípios?
Analisando o Decálogo veremos que estas modificações envolvem o segundo e o quarto mandamento. Fazendo o comparativo entre os Dez Mandamentos escrito pelo próprio Deus e os "Dez Mandamentos" adulterados1, percebe-se claramente a intenção de anular a verdadeira adoração e obediência a Deus.

A SEGUNDA MENSAGEM DO APOCALIPSE - A Guarda Dominical e o "deus Sol"

"Que todos os juízes, e todos os habitantes da Cidade, e todos os mercadores e artífices descansem no venerável dia do Sol. Não obstante, atentem os lavradores com plena liberdade ao cultivo dos campos; visto acontecer a miúdo que nenhum outro dia é tão adequado à semeadura do grão ou ao plantio da vinha; daí o não se dever deixar passar o tempo favorável concedido pelo Céu."1

Esse decreto foi promulgado em 07 de março de 321 pelo imperador Constantino (Flavius Valerius Constantinus) e visava, dentre outros motivos, tornar o dia de adoração ao deus Sol Invictus oficial para os cultos religiosos dos pagãos e cristãos. A veneração à essa divindade pagã tem forte ligação em vários aspectos com o Mitraísmo que era a religião predominante no alto império. Sobre o edito de Constantino, comenta-se:
"O imperador Constantino, um converso ao cristianismo, introduziu a primeira legislação civil a respeito do domingo, em 321, quando decretou que todo o trabalho deveria cessar no dia do Sol, exceto os agricultores que poderiam trabalhar se fosse necessário. Esta lei, que visava dar tempo para o culto, foi acompanhada por mais restrições nas atividades dominicais nos séculos posteriores."2
"Quando a Igreja se tornou um departamento do Estado pelos imperadores cristãos de Roma, a observância do domingo foi imposta pela lei civil. Quando o Império Romano findou, o cargo de pontifex maximus, uma vez realizada pelo imperador foi reivindicada pelo bispo de Roma, e a observância dominical foi imposta por lei eclesiástica, assim como a lei civil."3
"Constantino, o Grande, baixou uma lei para todo o império (321 d.C.) para que o domingo fosse guardado como dia de repouso em todas as cidades e vilas; mas permitia que o povo do campo seguisse seu trabalho."4
"Séculos da era cristã se passaram antes que o domingo fosse observado pela Igreja Cristã como o sábado. A História não nos fornece uma única prova ou indicação de que fosse observado antes do edito de Constantino em 321 d.C."5
"Todavia, qualquer que tenha sido a opinião e a prática destes primeiros cristãos em relação à cessação do trabalho no domingo, sem dúvida, a primeira lei, seja eclesiástica ou civil, pela qual a observância sabática daquele dia se sabe ter sido ordenada, é o edito de Constantino, 321 d.C."6
Constantino era mitraísta e seguidor do deus Sol e, segundo os relatos históricos ele foi o primeiro imperador a se converter ao cristianismo, mas, por motivos políticos e religiosos não abandou de forma definitiva suas antigas crenças, pois era grande a influência que ele (como imperador) exercia sobre os súditos pagãos do império. Esse decreto-lei foi incluído no Direito Civil Romano e direcionava-se a todos do império. Na esfera civil, Constantino proporcionou o primeiro meio legislativo para que este dia fosse seguido pelo cristianismo apostatado e disseminado ao redor do mundo como o substituto do sábado do Senhor.

Paralelamente às mudanças que ocorriam no paganismo, o cristianismo iniciava sua deplorável jornada rumo a apostasia se desviando do genuíno Evangelho de Cristo, e o apóstolo Paulo advertira sobre isso em II Tessalonicenses 2:7-8 (cf Apocalipse 2:4-5). Com a morte dos primeiros discípulos que pregavam integralmente e unicamente o que Cristo lhes ensinara, as gerações posteriores de cristãos foram gradativamente os abandonando e, inevitavelmente sucumbiram às falsas doutrinas (II Pedro 2:1-3; I João 1:18-19). Uma das consequências dessa atitude foi a mudança na Lei de Deus, onde o segundo e quarto mandamento foram anulados (Daniel 7:25 cf Apocalipse 2:13-15).

Alguns cristãos em pleno declínio espiritual iniciavam a estranha comemoração do "festival da ressurreição" nas manhãs de domingo, retornando em seguida ao seus afazeres. Outros, motivados pelo ódio, começaram a transgredir o quarto mandamento, alegando o desvencilhar de qualquer relação com os judeus, e se baseavam no extremismo que os fariseus tinham em relação ao sábado. O bispo Eusébio sobre isso revela:
"Por sorte não temos nada em comum com a multidão de detestáveis judeus, por que recebemos de nosso Salvador, uma dia de guarda diferente."7 "Todas as coisas que era dever fazer no sábado, estas nós as transferimos para o dia do Senhor, como o mais apropriado para isso, este [domingo] é o principal na semana, é mais honroso que o sábado judaico."8
Tertuliano, patrístico do século III, discorrendo sobre a "festividade da ressurreição" relata como os cristãos que apostataram das Escrituras eram confundidos com os pagãos:
"Outros (...) supõem que o sol é o deus dos cristãos, porque é um fato bem conhecido que rezamos para o leste, ou porque nós fazemos do domingo um dia de festa."9
"Mas, muitos de vocês, igualmente, às vezes sob o pretexto de adorar os corpos celestes, movem seus lábios na direção do nascer do sol. Da mesma forma, se nós dedicarmos o dia do Sol com alegria, a partir de uma razão muito diferente do culto ao Sol, teremos alguma semelhança com aqueles que cultuam no dia de Saturno."10
Outra "justificativa" apresentada era que, a substituição da observância sabática pela dominical (dia do Sol) imposta por Constantino, seria uma boa oportunidade para atrair os pagãos ao cristianismo. A História, entretanto, demonstra que ocorreu o inverso; a desobediência a Deus proporcionou a infiltração do paganismo no cristianismo. O abandono gradativo das Escrituras por esses cristãos conduziram as gerações posteriores da igreja a adotar o dia do Sol (domingo) como dia de guarda. Assim, cristianismo degenerado e paganismo convergiram para um mesmo dia de descanso e adoração. A seguir alguns comentários sobre esses fatos:

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A SEGUNDA MENSAGEM DO APOCALIPSE - O Concílio de Laodiceia

O Concílio de Laodiceia ocorrido em 364 d.C., discutira na ocasião sobre o dia de guarda que o cristianismo deveria seguir. Essa assembleia eclesiástica motivada em parte pela vigência do édito de Constantino estabeleceu no cânon 29:
"Os cristãos não devem judaizar e descansar no sábado, mas, sim trabalhar neste dia; devem honrar o dia do Senhor e descansar, se for possível, como cristãos. Se, entretanto, forem encontrados judaizando, sejam excomungados por Cristo."1
Analisando este cânon verifica-se que:
 Em meio há crescente apostasia dentro do cristianismo houve cristãos que não se curvaram as falsas doutrinas e permaneceram leais aos eninos bíblico. Eles obedeciam integralmente aos Dez Mandamentos como Cristo lhes ensinara;
 A obediência desses cristãos ao sábado do Senhor (sétimo dia da semana) causaram desconforto e ira àqueles que decidiram guardar o domingo (primeiro dia da semana) como dia santo;
 Esse cânon não objetivava, unicamente, substituir o verdadeiro dia de repouso instituído por Deus, pois, determina também perseguição aqueles que seguissem com a observância sabática no sétimo dia.
Líderes religiosos envolvidos por falsas doutrinas se apoiaram no decreto do imperador Constantino promulgado em 321 d.C. e, em outras leis dominicais estabelecidas em anos subsequentes, para redigir o cânone 29 do Concílio de Laodicéia e assim garantir que o sábado do SENHOR fosse substituído pelo domingo.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A SEGUNDA MENSAGEM APOCALIPSE - Do Sábado para o Domingo

"O quebrantamento da Lei de Deus no início foi a porta de entrada para o pecado e, ainda hoje, milhões continuam pisando os preceitos divinos."1 A substituição do sábado pelo domingo não é um assunto que a Igreja de Roma negue ou procure esconder, pelo contrário, ela admite francamente e aponta na verdade com orgulho, como evidência de seu poder de mudar até os mandamentos do Decálogo. Existem vários relatos e depoimentos quanto a essa mudança, analisemos alguns deles:
Na obra do Rev. Peter Geiermann, "The Convert's Catechism of Catholic Doctrine"2, que recebeu em 25 de janeiro de 1919 a "bênção apostólica" do Papa Pio X, encontra-se o diálogo:
- Qual é o dia de repouso?
- O dia de repouso é o sábado.
- Por que observamos o domingo em lugar do sábado?
- Observamos o domingo em lugar do sábado porque a Igreja Católica transferiu a solenidade do sábado para domingo.
- Por que a Igreja Católica substituiu o sábado pelo domingo?
- A Igreja substituiu o sábado pelo domingo, porque Cristo ressuscitou dos mortos num domingo, e o Espírito Santo desceu sobre os Apóstolos em um domingo.
- Com que autoridade a Igreja substituiu o sábado pelo domingo?
- A Igreja substituiu o sábado pelo domingo pela plenitude do poder divino, que Jesus Cristo conferiu a ela.
O arcebispo de Nova Iorque, John Cardinal McCloskey, aprovou a obra "A Doctrinal Catechism"3 de autoria do reverendo Stephen Keenan na qual se obtém o seguinte trecho:
Pergunta: A Igreja tem o direito de determinar dias de festa?
Resposta: A Igreja Cristã tem certamente o direito, o mesmo que a Igreja Judaica possuía.
(...)
Pergunta: Você tem outra maneira de provar que a Igreja tem o poder de instituir festas mediante preceito?
Resposta: Se ela não tivesse esse poder, não teria feito aquilo que todas as modernas religiões concordam com ela; - ela não teria substituído a observância do sábado, o sétimo dia, pela observância do domingo, o primeiro dia da semana, mudança para a qual não há autoridade escriturística.
O Rev. Henry Turberville4 endossa as declarações do Rev. Stephen Keenan quanto a alteração da observância sabática pela dominical:
Pergunta: Como podeis provar que a igreja tem poder para ordenar festas e dias santos?
Resposta: Pelo próprio fato de mudar o sábado para o domingo, com que os protestantes concordam; e dessa forma eles ingenuamente se contradizem, ao guardarem estritamente o domingo e transgredirem outros dias de festa maiores e ordenados pela mesma igreja.
O cardeal James Gibbons e arcebispo de Baltimore confirma, também, que a Igreja Católica é a autora da observância dominical adotada pelo cristianismo:
"Podeis ler a Bíblia de Gênesis ao Apocalipse, e não encontrareis uma linha autorizando a santificação do domingo. As Escrituras exaltam a observância religiosa do sábado, dia que nós nunca santificamos."5 "A Igreja Católica, a mais de mil anos antes da existência de um único protestante, em virtude de sua divina missão, mudou o dia de sábado para o domingo. (...) O descanso cristão é, por conseguinte, neste dia, o conseqüente reconhecimento da Igreja Católica como esposa do Espírito Santo, sem uma palavra divergente do mundo protestante."6
O apologista francês, monsenhor Ségur, interpõe o protestantismo quanto a guarda do domingo dizendo:
"A Igreja Católica que, por autorização de Jesus Cristo, transferiu este repouso para o domingo em memória da ressurreição de nosso Senhor. Dessa forma, a observância do domingo pelos protestantes é

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A SEGUNDA MENSAGEM APOCALIPSE - O Protestantismo e o Domingo

"Se rejeitar a tradição, e aceitar somente o que está escrito na Bíblia, como dizem os protestantes, porque razão aceitam eles a santificação do Domingo, o batismo das crianças e outras práticas que não constam nas Escrituras Sagradas?"1 (Declarações de Dom Duarte Leopoldo da Silva, ex-arcebispo de São Paulo).
E as denominações protestantes que seguem a tradição instituída pela Igreja Católica de guardar o domingo, o que dizem elas a este respeito nas suas respectivas literaturas?

As diversas Igrejas Protestantes admitem que não há orientação bíblica para alterar o quarto mandamento do Decálogo, substituindo o sábado pelo domingo; e, se firmam-se no mesmo argumento mantido pela Igreja Romana ao sustentarem que a ressurreição de Cristo no primeiro dia da semana (domingo) é a base para essa alteração. A Bíblia, no entanto, em momento algum confirma tal alegação. Ao contrário, ela ensina que os Dez Mandamentos são inalteráveis, inseparáveis, infindáveis e universais*.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

A PRIMEIRA MENSAGEM APOCALIPSE - A HORA DO JUÍZO

No livro de Daniel, capítulo 8, encontramos uma sequência de eventos históricos que precedem a segunda vinda de Cristo. Neles são descritos a sucessão de quatro reinos (babilónico, medo-persa, grego e romano), e, proveniente do último (romano), surgiria um poder que actuaria de maneira singular em relação aos seus antecessores, fazendo prosperar o engano ao deitar por terra a verdade referente ao santuário celestial; obscurecendo deste modo o ministério intercessório de Jesus. Daniel 7:25 descreve esse mesmo poder (reino) dizendo: "Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei..."

Apesar disso, Deus não permitiria que os Seus ensinos, a Sua lei e a verdade relativa ao ministério sumo-sacerdotal de Jesus prosseguisse indefinidamente obscurecida pelo erro. Através de homens e mulheres fiéis e tementes a Deus, Ele reavivaria a Sua causa (Isaías 58:12). A reforma protestante redescobriu parcialmente o papel de Cristo como nosso Mediador, o que ocasionou grande reavivamento no seio do mundo cristão. Contudo, havia ainda outras verdades a serem reveladas acerca do ministério celestial de Jesus. E a Daniel foi divulgado o tempo em que Deus restauraria essas verdades e iniciaria o grande julgamento da raça humana. Em visão Daniel contemplou esses eventos e, no desfecho dela, relata o seguinte diálogo:
 "Até quando durará a visão do sacrifício diário e da transgressão assoladora, visão na qual é entregue o santuário e o exército a fim de serem pisados?"
 "Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado." (Daniel 8:13-14)

A PRIMEIRA MENSAGEM APOCALIPSE - O TRIBUNAL CELESTIAL

Salientamos que a profecias das 70 semanas apontava, também, para a inauguração do ministério sacerdotal de Cristo no santuário celestial e, isto ocorreu com a unção do "Santo dos santos". Cumprindo assim o último evento descrito em Daniel 9:24.
O santuário terrestre (cópia do santuário celestial - Êxodo 25:8-9) foi ungido com óleo sagrado a fim de que tal ato o consagrasse para os seus serviços (Levítico 8:10), e, o santuário celeste também deveria ser consagrado para o ministério intercessório de Cristo, e é exatamente isso que o anjo Gabriel revela à Daniel quando diz: "... e para ungir o Santo dos santos" (Daniel 9:24). Com Sua ascensão, pouco tempo depois de Sua ressurreição, Cristo iniciou Seu ministério como sumo sacerdote e intercessor no santuário celestial (Hebreus 8:1-5).

"A ida de Cristo ao lugar santíssimo como nosso sumo sacerdote para purificação do santuário a que se faz referência em Daniel 8:14; a vinda do Filho do homem ao Ancião de Dias, conforme se acha apresentada em Daniel 7:13 e a vinda do Senhor a Seu templo, predita por Malaquias 3:1 são descrições do mesmo acontecimento."1

O livro de Hebreus afirma: "Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue: e sem derramamento de sangue não há remissão. Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que se acham nos Céus se purificassem com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios a eles superiores" - o precioso sangue de Cristo (Hebreus 9:22-23). Assim como os pecados do povo de Deus eram pela fé transferidos para a oferta pelo pecado e então simbolicamente transportados para o santuário terrestre (Levítico 6:1-7; Números 5:5-8), sob o Novo Concerto, os pecados confessados são pela fé colocados sobre Cristo (Hebreus 10:19-22; Romanos 3:23-25).2

Com o mesmo objetivo que era realizado o dia da Expiação para remover os pecados do santuário terrestre

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A PRIMEIRA MENSAGEM APOCALIPSE - A LEI DO TRIBUNAL CELESTIAL

"Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada." (Apocalipse 11:19)
A arca do concerto de Deus está no Santo dos santos, ou lugar santíssimo, que é o segundo compartimento do santuário celestial. No ministério do tabernáculo terrestre, que servia como "sombra das coisas celestiais" (Hebreus 8:1-2), este compartimento se abria somente no grande dia da Expiação, para a purificação do santuário. Portanto, o anúncio de que o templo de Deus se abrira no Céu, e de que fora vista a arca de Seu concerto, indica a abertura do lugar santíssimo do santuário celestial, em 1844.(a)

Ao entrar Cristo ali para efetuar a obra finalizadora da expiação. Os que pela fé seguiram seu sumo sacerdote, ao iniciar Ele o ministério no lugar santíssimo, contemplaram a arca de Seu concerto. Estudando sobre o santuário terrestre e fazendo o paralelismo com o santuário celestial, chegaram a compreender a mudança operada no ministério do Salvador, e viram que Ele agora oficiava diante da arca de Deus, pleiteando com Seu sangue em favor dos pecadores.

A arca do tabernáculo terrestre continha as duas tábuas de pedra, sobre as quais se achavam inscritos os preceitos da Lei de Deus. A arca era mero receptáculo das tábuas da lei, a presença desses preceitos divinos é que lhe dava valor e santidade. Quando se abriu o templo de Deus no Céu, foi vista a arca do Seu testemunho. Dentro do Santo dos santos, no santuário celestial, acha-se guardada sagradamente a lei divina