segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O REI DO NORTE E O ANTICRISTO - 3

Daniel 11: 31- “E sairão a ele uns braços que profanarão o santuário e a fortaleza; e tirarão o contínuo estabelecendo a abominação desoladora”.
Na primeira parte do versículo é dito que “sairão a ele (rei do norte) uns braços”. Qual será o significado destes ? Iremos utilizar o princípio “Sola Scriptura”, ou seja, a Bíblia e ela só como regra áurea de interpretação. Consultemo-la para saber o que tem para nos dizer a este respeito. Assim temos: - (v.22)- “Portanto assim diz o Senhor Jeová: Eis que eu estou contra Faraó, rei do Egipto, e quebrarei os seus braços, o forte como o que está quebrado, e farei cair da sua mão a espada. (…). (24)- E esforçarei os braços do rei de Babilónia e porei a minha espada na sua mão; mas quebrarei os braços de Faraó e diante dele gemerá como geme o traspassado” – Ezequiel 30. Então, o que significa? Nem mais nem menos do que – poderio militar. Significa ter ajuda de exércitos e estes só têm uma origem – o Estado. Encontramos aqui, de novo, neste texto de Daniel, a acentuada união entre a Igreja e o Estado. Aqui o – rei do Norte – nesta fase histórica, o mesmo é dizer, um novo nome a adicionar aos demais aplicados a este mesmo poder nas suas diferentes fases: 1- a amálgama resultante da união ilícita entre os elementos antagónicos Ferro/Barro (Daniel 2.43); 2- ao chifre pequeno saído de entre os 10 chifres pré existentes (Daniel 7.8,24). Ou ainda, quando o chifre pequeno se estende horizontalmente por toda a terra e, de repente, surge na posição vertical, ou seja na direcção do “Príncipe do exército”, no céu (Daniel 8.9-11); 3- ao Anticristo/Homem do pecado/Filho da perdição (II Tessalonicenses 2.3) 4- à besta (Apocalipse 13.2). Aqui, o rei do Norte, não terá unicamente uma vertente religiosa que o caracterizará, mas também o político – “E se fortalecerá a sua força, mas não pelo seu próprio poder (…)” - Daniel 8.24.
O texto do v. 31 continua e diz: - “(…) profanarão o santuário e a fortaleza (…)”. Mas, de que santuário se tratará? Vejamos, a este propósito o que refere o mesmo profeta: - “E se engrandeceu até ao príncipe do exército e por ele foi tirado o contínuo e o lugar do seu santuário foi lançado por terra” – Daniel 8.11. Como se pode ver, se, efectivamente, “o lugar do seu santuário foi lançado por terra”, então significa que, anteriormente, estava no céu! Na verdade, não se poderá lançar por terra o que, anteriormente já lá está, convenhamos! Lendo os versos seguintes temos: - (v.12)- “E o exército lhe foi entregue, com o sacrifício por causa das transgressões; e lançou a verdade por terra, fez isso e prosperou. (13)- Depois ouvi um santo que falava: e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do contínuo e da transgressão assoladora para que seja entregue o santuário e o exército, afim de serem pisados? (14) E ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado” – Daniel 8. Assim sendo, será que temos aqui um paralelo com o capítulo 11, na medida em que o chifre pequeno do capítulo 8 faz o mesmo que o rei do Norte, do capítulo 11? Claro que sim.
Aqui – Daniel 11.31 – ao falar do santuário, na verdade, de qual está a falar? Convém não esquecermos

domingo, 11 de setembro de 2011

O REI DO NORTE E O ANTICRISTO - 4

Henrique IV e o Papa Gregório VII.
Daniel 11: 32- “E aos violadores do concerto ele com lisonjas perverterá, mas o povo que conhece ao seu Deus se esforçará e fará proezas”.
Este poder irá aliciar outros com mentiras para que possam violar o concerto E qual será esta grande mentira deste poder contrário a Deus? É, claro está, em fazer crer que o 1º dia da semana – o Domingo – é um dia santo ao Senhor, um dia de repouso. E, quando é que a cristandade aceitou esta mentira? Uma vasta maioria a aceita e defende com todo o entusiasmo, dizendo que a aceitam visto Cristo ter ressuscitado neste dia – o Domingo! Mas se a norma é guardar um dia porque comemora um evento, então, Cristo celebrou antecipadamente a Páscoa com os Seus discípulos numa 5ª feira; então porque não respeitamos este dia – a 5ª feira – também como dia especial?! Uma outra razão apresentada é porque os discípulos reuniram-se, no dia da ressurreição em honra da ressurreição de Cristo. Mas, a este propósito, o que referem os evangelhos? Estes, apresentam-nos uma razão bem diferente pela qual estavam juntos naquele Domingo. Ora vejamos: - “Chegada pois a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco” – João 20.19. A razão, afinal, segundo o texto, foi outra, pois não que estivessem a comemorar fosse o que fosse, mas sim porque estavam com medo dos judeus!
Cristo repousou no sepulcro todo o santo dia de Sábado; descansou em que dia da Criação? Claro, no 7º dia - cf. Génesis 2.3; e fê-lo porque Ele é o Criador – João 1.1-3; Colossenses 1.16; Hebreus 1.2. Como também da redenção da cruz neste mesmo dia – o 7º da semana. É por esta razão que o Antigo Testamento apresenta os 10 mandamentos sob duas perspectivas, em particular o 4º mandamento – o Sábado: 1ª- Em Êxodo 20.8-11 - mostra-nos que devemos guardar o Sábado porque Deus é o Criador: - “Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há; e ao sétimo dia descansou; portanto, abençoou o Senhor o dia de sábado e o santificou” – v.11; 2ª- Em Deuteronómio 5.12-15 – recorda-nos a situação social do povo de Deus, ou seja que foi escravo e que Deus o redimiu, o retirou daquela situação - “Porque te lembrarás que foste servo na terra do Egipto, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido; pelo que o Senhor teu Deus te ordenou que guardasses o dia de sábado” – v.15. Eis as duas razões para a guarda do Sábado: 1ª- Porque Cristo é o nosso Criador; 2ª- na qualidade de pecadores, Ele nos resgata desta situação, nos recria, de novo. E, quando o Seu povo com Ele se encontrar e com Ele estiver para todo o sempre no momento da Sua 2ª vinda a esta Terra, não só nos criou e reconstituiu espiritualmente, após o pecado, como nos dará um corpo e um mundo novo – “novos céus, nova terra” – Apocalipse 21.1.
Afinal, que concerto ou pacto é este que é violado? Se este poder faz com que as pessoas violem este pacto/concerto, é necessário que saibamos o que ele comporta. Vejamos o texto de Deuteronómio 4.13: - “Então vos anunciou ele o seu concerto que vos prescreveu, os dez mandamentos, e os escreveu em duas tábuas de pedra”. Assim sendo, este concerto/pacto não é outro a não ser – os 10 Mandamentos. Leiamos Deuteronómio 9.9: - “Subindo eu ao monte a receber as tábuas de pedra, as tábuas do concerto que o Senhor fizera convosco, então fiquei no monte quarenta dias e quarenta noites; pão não comi e água não bebi”. Aqui encontramos, de novo, a mesma palavra - concerto/pacto – ou seja, a santa Lei de Deus. Assim, tal como foi escrito pelo profeta Daniel, este poder levaria muitos a violarem o concerto. O sinal deste pacto é, indiscutivelmente, o 4º mandamento – o Sábado. Este poder retira-o e coloca outro sinal no seu lugar – o sinal do seu próprio poder e o reconhecimento da sua autoridade – o 1º dia da semana – o Domingo. Por que razão é que o sistema papal quis mudar o Sábado? Vejamos: - quem é, segundo as Sagradas Escrituras, o único Criador do Universo? A resposta é elementar – Deus. Este deixou um sinal que

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O REI DO NORTE E O ANTICRISTO - 5

Daniel 11:35- “E alguns dos entendidos cairão para serem provados, purificados, embranquecidos até ao fim do tempo; porque será ainda no tempo determinado”.
Aqui é dito que “alguns dos entendidos cairão”. Anteriormente foi dito que estes iriam cair e como iria acontecer. Agora, irá dizer o porquê? Sim, para serem: 1- provados; 2- purificados; 3- embranquecidos até ao fim. E que fim de tempo é este? Refere-se, sem dúvida ao ano de 1798, onde este poder perseguidor foi ferido mortalmente, devido à incursão dos exércitos de Napoleão em Roma, depondo o poder papal. Não esqueçamos que a ambiência descrita é a Idade Média. O que poderão significar estas três fases – provados, purificados e embranquecidos? Vejamos o que é dito a este propósito no livro do Apocalipse no capítulo 6. Aqui estamos em pleno no período do 5º selo, ou seja, pouco antes do final do período da Idade Média – os mártires desapareceram. Agora fala-se deles: - “E havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram” – v. 9. Este altar é o que se encontrava no Pátio. O que é que era derramado junto a este altar? Sangue. E quem o derramava? Os mártires – o sangue do cordeiro.

domingo, 4 de setembro de 2011

O REI DO NORTE E O ANTICRISTO - 6

Daniel 11: 41- “E entrará também na terra gloriosa, e muitos países serão derribados, mas escaparão da sua mão estes: Edom e Moabe e as primícias dos filhos de Amom”.

É referido que o rei do Norte entrará na “terra gloriosa”, ou seja – a Palestina. Para nos certificarmos que assim é, vejamos neste mesmo capítulo, o verso 16: - “O que, pois, há-de vir contra ele fará segundo a sua vontade, e ninguém poderá permanecer diante dele; e estará na terra gloriosa e, por sua mão, se fará destruição”. Aqui faz referência à invasão militar comandada pelo General Pompeu no ano 63 a Israel. Vejamos ainda a mesma expressão: - “Naquele dia levantei a minha mão para eles, para os tirar da terra do Egipto, para uma terra que tinha previsto para eles,

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

RESGATE PROFÉTICO


ELES DESCERAM DO CÉU À MEIA-NOITE SOBRE O LAGO VICTORIA. SEGUIRAM SILENCIOSAMENTE PELA PISTA EM DIREÇÃO AO TERMINAL DO AEROPORTO DE ENTEBBE. LÁ NO CORAÇÃO DA ÁFRICA, MAIS DE 100 REFÉNS ISRAELITAS RETINHAM O FÔLEGO CONSCIENTES QUE DISSO DEPENDIA A VIDA. ENQUANTO OS HÉRCULES C-130 RODAVAM ATÉ PARAR NA PISTA, UM DELES BAIXOU A RAMPA DA CAUDA. DE LÁ SAÍRAM UMA MERCEDES PRETA E DOIS JIPES CHEIOS DE SOLDADOS DISFARÇADOS DE PALESTINIANOS. NO BANCO TRASEIRO DA LIMUSINE ESTAVA UM OFICIAL BEM GORDO, FAZENDO-SE PASSAR PELO DITADOR DO UGANDA, IDI AMIN.

O GRUPO DE SOLDADOS APROXIMOU-SE DO TERMINAL. OS GUARDAS DO AEROPORTO BATERAM CONTINÊNCIA AO RECONHECEREM A PLACA DO CARRO PARTICULAR DE

terça-feira, 30 de agosto de 2011

O TEMPO DE ANGÚSTIA

Este tema faz-nos mergulhar no livro do Génesis 32.1-32, visto tratar-se de um capítulo que aborda a tempo da Angústia de Jacob. Quando Esaú, seu irmão vinha para destruí-lo, aniquilá-lo. Jacob irá lutar com uma entidade celeste. É o mesmo retrato do Tempo de Angústia, lutando com Cristo, dizendo como Jacob: - “Não te deixarei ir, se me não abençoares” – v.26. – até que tenhamos a certeza que nos protegerás totalmente dos nossos inimigos.
Ao longo do desenvolvimento do texto - Génesis 32.1-32 – encontramos a luta de Jacob com uma personagem celeste que lhe aparece (v. 24-29), quando, naquela noite, antes do encontro com o seu irmão, Jacob encontra-se, finalmente, consigo mesmo (v.24a). É nesta luta com aquela personagem divina, celeste (v.24b), que o patriarca, segundo o texto, sai vencedor – v. 28! Jacob, depois de ter vencido, eis que recebe um bonito prémio, ou seja: - (v.27)- “E disse-lhe: Qual é o teu nome? E ele disse: Jacob. (28)- Então disse: Não se chamará mais o teu nome Jacob, mas Israel, pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste” – Génesis 32. Jacob receberá, depois de ter vencido – um novo nome. Receberá, de igual forma, o remanescente, um novo nome? Para sabermos a resposta, basta para o efeito ver o que o profeta Isaías nos dá a conhecer: - “(…); e a seus servos chamará por outro nome” – Isaías 65.15. O mesmo se

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Nova Ordem ou Desordem Mundial?

Para a abordagem deste tema teremos como base o capítulo 11 do livro do Génesis. À medida que avançarmos, no desenvolvimento do tema, compará-lo-emos com os capítulos 16 e 17 do livro do Apocalipse. Na verdade, este primeiro livro da Palavra de Deus comporta muito mais do que, à primeira vista parece, porque aqui, ao longo dos seus capítulos podemos perceber todo o Plano da Redenção.
Na verdade, aqui e ali se ouve falar acerca da necessidade de uma Nova Ordem Mundial, ou seja, uma nova forma de governo onde todas as vontades estejam galvanizadas a um poder centralizador e coordenador. Mas, uma vez mais, tal como a Palavra de Deus o diz: - “(…) nada há novo debaixo do sol” – Eclesiastes 1.9. Uma nova tentativa sob um velho e ineficaz sonho. Na verdade, para que possamos compreender o futuro, é necessário que não façamos tábua rasa do que foi feito ou tentado fazer, no passado. Existe, na verdade, este propósito no presente que, mais não é, nunca será demais repeti-lo, que se baseia no efémero episódio relatado no livro de Génesis, sob o nome de: - Torre de Babel.
1- Antigo Testamento - A Torre de Babel - Génesis 11
Pouco tempo, depois do Dilúvio, podemos constatar uma preocupação, a todos os níveis, estranha. A Terra tinha, de certa forma, readquirido vida após aquele grande cataclismo que fez com que – (v.22)- “tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em seus narizes, tudo o que havia no seco, morreu (…). (23) (…) desde o homem até ao animal, até ao réptil e até à ave dos céus foram extintos da terra” – Génesis 7.
Onde ficava situada, geograficamente, a “terra de Sinar”? Onde se aglomeraram as populações que construíram esta torre? Esta “terra de Sinar” ou Babilónia, era banhada por um rio da antiguidade, muito conhecido. Os construtores desta torre decidiram construí-la nas margens do rio Eufrates. Este rio desempenha um papel tremendamente importante, em termos simbólicos, no livro do Apocalipse, nos acontecimentos directamente relacionados com o tempo do fim da história desta Terra. Na Palavra de Deus, este rio e Babel ou Babilónio são inseparáveis – o rio e a cidade = Babilónia. Desta forma, esta população de construtores se une para construir uma cidade na terra de Sinar. Este lugar o iremos encontrar, posteriormente, ligado ao famoso rei de Babilónia – Nabucodonosor – Daniel 1.2. Aqui ele irá erigir um colossal monumento para enaltecer o seu poder – a famosa estátua em honra de

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

TRÊS MENSAGENS ANGÉLICAS PARA ESTE TEMPO

São os anjos seres reais? Às vezes chamados querubins ou serafins, esses poderosos espíritos ministradores aparecem por toda a história da Bíblia. Muitas vezes são vistos a proteger e a guia o povo de Deus, e outras vezes a punir o mal -, mas uma das suas missões mais importantes é a de revelar e explicar as profecias divinas. Já sabia que Deus disse algo especial através dos Seus anjos às pessoas do nosso mundo agitado? Em Apocalipse 14, Deus revela algumas mensagens impressionantes dos últimos dias codificadas no simbolismo dos três anjos voando no meio do céu. Tão significativas são essas mensagens, que, quando forem concluídas, Jesus retorna! Este estudo pretende dar uma visão geral sobre o assunto, e os próximos estudo irão apresentar outros detalhes incríveis dessa mensagem especial que Deus envia aos seres humanos.
1. Qual a razão para estudar o livro de Apocalipse? Acaso não está ele selado?
Resposta: Há seis razões cruciais para o estudo Apocalipse:
A. Este livro nunca foi selado (Apocalipse 22:10). A milenar controvérsia entre Cristo e Satanás, além das estratégias e planos tortuosos do diabo nos últimos dias, estão expostos no Apocalipse. Satanás não pode enganar facilmente as pessoas que estão antecipadamente conscientes dos seus enganos, por isso ele espera que as pessoas acreditem que o livro do Apocalipse esteja selado.
B. O próprio nome “Apocalipse” significa “revelação”, “abertura”, – completamente o oposto de estar selado. Ele esteve sempre aberto.
C. O Apocalipse é o livro de Jesus de uma forma especial. O livro começa assim: “Revelação de Jesus Cristo.” O conteúdo deste livro tem descrição de Jesus Cristo em Apocalipse 1:13-16. Nenhum outro livro

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

FOI DADO O SANGUE DE CRISTO SÓ A PEDRO?

Que nos seja permitido um breve parêntesis: - A Igreja é hoje, mais do que nunca, uma força que será preciso ter em conta, pois move-se como ninguém no seu meio ambiente preferido, onde ela é mestre e exímia devido à sua larga experiência de séculos – o xadrez político. Como material de base reportar-nos-emos a um volumoso livro escrito por um teólogo jesuíta chamado Malachi Martin, que foi professor na Universidade Pontifícia, no Vaticano. Este escreveu o livro que fazemos referência, na década de 1980, acerca desta mesma problemática. O livro, todo ele, é sugestivo, pois desde logo, na capa, tem a figura da personagem mais importante, politicamente falando, do passado recente – o Papa João Paulo II.
Como se isto não bastasse, o título do livro em causa é, de igual modo, tremendamente sugestivo: - “As Chaves deste Sangue”. Este tem como subtítulo algo ainda mais extraordinário para um livro de aparência religiosa. Eis o subtítulo em causa: - “O Papa João Paulo II versus Rússia e o Oeste para controlo da Nova Ordem Mundial”. Isto dito por outras palavras, teremos: - a luta pelo domínio do mundo entre: João Paulo II, Mikhail Gorbatchev e o Ocidente capitalista (U.S.A). Abramos aqui um breve parêntesis para analisarmos a, desde já, alguns excertos do livro em causa:
1ª- A competição será a nível global, segundo o autor, entre estas três partes beligerantes, politicamente falando. Diz ele que: - “a vida individual dos cidadãos, das famílias, do comércio, dinheiro, sistemas de educação, religiões e culturas e a identidade nacional, tudo será poderosa e radicalmente alterado para

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O Novo Testamento - Babel no Apocalipse

Nesta fase, iremos ver os reflexos deste episódio – Torre de Babel – nos textos do Novo Testamento, em particular, no último livro da Palavra de Deus – o Apocalipse.
Tudo isto é como um círculo que se fecha, muito embora, nesta última fase possamos ver, para este tempo do fim, ou seja, o nosso tempo, a miríade de acontecimentos, a todos os níveis que, gradualmente, conduzirão as políticas e os respectivos governos a esta mesma galvanização político-religiosa na pessoa de uma única entidade, totalmente contrária a Deus, a exemplo do passado. Tudo se passará, tudo se fará, desta vez, aparentemente, para enaltecer o nome de Deus e, ao mesmo tempo, dar cumprimento a certas palavras de Jesus relatadas nos evangelhos: - “(…) e haverá um rebanho e um pastor” – João 10.16.
Só que, como o tempo se encarregará de demonstrar, tudo isto não passará de uma mera aparência, pois falta-lhe algo de consistente para ser totalmente o cumprimento destas palavras do Senhor Jesus. Existirá coesão humana mas, a vivência demonstrará que este tipo de ecumenismo confirma, por seu lado, outra lamentação do próprio Jesus dirigida ao Seu pretenso povo: - “E por que me chamais, Senhor, Senhor, e