quarta-feira, 22 de junho de 2011

BENTO XVI CONTEXTUALIZA A PROFECIA BÍBLICA

O papa Bento XVI pede a unidade de todas as igrejas cristãs, porque “a comunhão dos cristãos torna mais credível e eficaz o anúncio do Evangelho”, antes de rezar o Ângelus dominical na Praça de São Pedro, diante de cerca de 50 mil fiéis. Bento XVI anunciou que assistirá amanhã à cerimónia ecumênica presidindo as solenes vésperas na Basílica de São Paulo Extramuros, no encerramento da Semana de Oração para a União dos Cristãos, que coincide com a conversão de são Paulo. “A Igreja é concebida como o corpo, do qual Cristo é a cabeça, e forma com Ele um uno”, acrescentou o papa, citando São Paulo: “Todos fomos batizados mediante um só espírito em um só corpo, judeus ou gregos, escravos ou libertos, e todos saciamos a nossa sede espiritual.”
Graças aos carismas, “a Igreja apresenta-se como um organismo rico e vital, não uniforme, fruto do único Espírito Santo que conduz todos a uma unidade profunda, assumindo as diferenças sem aboli-las e realizando uma união harmoniosa”, disse.
Portanto, é justo em Cristo e no espírito que a Igreja é una e santa, o que é uma íntima comunhão que

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O EVANGELHO EM SÍMBOLOS E A PROFECIA

Para muitos tem sido um mistério por que tantos sacrifícios de animais eram requeridos no Antigo Testamento, por que tantas vítimas sangrentas eram oferecidas a Deus. A grande verdade revelada aos homens era esta: “Sem derramamento de sangue, não há remissão de pecados” (Heb. 9:22). Cada sacrifício de um animal inocente simbolizava a morte do verdadeiro “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1:29).
No trato com o homem, Deus costuma usar o conhecido para explicar o desconhecido. Em Sua sala de aula no deserto, através do pão que caiu do Céu (maná), Deus ensinou ao povo a primeira lição de fé e obediência. Então, se seguiu uma segunda lição quando Ele entregou Sua lei no Monte Sinai. Depois veio a terceira lição. Deus instruiu a Israel para que construísse um santuário (um templo) e nele realizasse determinados rituais. O santuário e os rituais (o conhecido) ajudariam Israel a compreender o desconhecido

sábado, 18 de junho de 2011

A ETAPA FINAL DO ESPIRITISMO E A DESTRUIÇÃO.

A carta de Judas descreve no final dos tempos surgirão falsos mestres como nuvens vazias que não tem chuva, como árvores infrutíferas e estrelas errantes reservadas para as trevas (Judas 12-13). Se as pessoas soubessem onde a estrada para Endor termina, será que continuariam a viajar nela? Infelizmente, aqueles que rejeitam a paz de Deus e a verdade um dia serão destruídos, e o seu ouro vai passar a ser ouro de tolos. Quando Cristo voltar, muitas pessoas que fizeram do dinheiro o seu deus irão finalmente perceber que ele é inútil e lançá-lo-ão às toupeiras e aos morcegos:
“Naquele dia o homem lançará às toupeiras e aos morcegos os seus ídolos de prata, e os seus ídolos de ouro, que fizeram para diante deles se prostrarem” (Isaías 2:20). O Rei Acazias foi destruído pela bruxaria após cair acidentalmente no seu palácio (2 Reis 1:2); a sua lesão

sexta-feira, 17 de junho de 2011

O TEMPO DE RESTAURAÇÃO, PURIFICAÇÃO E JULGAMENTO

Deus não permitiria que verdade fosse eclipsada relativa ao ministério Sumo-Sacerdotal de Cristo prosseguisse indefinidamente. Através de homens e mulheres fiéis e tementes a Deus, Ele reavivaria aa Sua causa. A reforma redescobriu parcialmente o papel de Cristo como nosso Mediador, o que ocasionou grande reavivamento no seio do mundo cristão. Contudo, havia ainda outras verdades a serem reveladas acerca do ministério celestial de Cristo.
A visão de Daniel indicara que o papel de Cristo como nosso sumo sacerdote tornar-se-ia especialmente notável no “tempo do fim” (Daniel 8:17), quando Ele começasse Sua obra especial de purificação e julgamento, em adição ao Seu contínuo ministério intercessório (Hebreus 7:25). A visão especifica o momento em que Jesus deveria começar seu antitípico ministério do dia da expiação – a tarefa de juízo investigativo (Daniel 7) e purificação do santuário – “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado” (Daniel 8:14). Uma vez que a visão se refere ao tempo do fim, o santuário aqui mencionado não pode ser o santuário terrestre – pois este já havia sido destruído em 70 d.C. Portanto, a profecia se refere ao santuário do novo concerto no Céu – o lugar em que Jesus ministra em favor de nossa salvação.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

ESTÁ O DIABO A TOMAR CONTA DO INFERNO?

Está o diabo como responsável do inferno? Será que Deus realmente mantém o diabo em Sua folha de pagamento – Seria ele o diretor-geral do inferno avaliando o castigo dos perdidos? Quase todo mundo possui uma visão não bíblica do inferno, e você deve a si mesmo conhecer o que a Bíblia realmente diz sobre isso. Não se deixe enganar, porque o que você pensa sobre o inferno certamente afeta o que você pensa sobre o caráter de Deus! Tome alguns minutos para conhecer fatos surpreendentes sobre esse assunto.
1. Quantas almas perdidas estão a ser punidas no inferno hoje?
“Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados” (2 Pedro 2:9).
R: Não há uma única alma no fogo do inferno hoje. A Bíblia diz que Deus reserva os ímpios para o dia do juízo, para serem punidos.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

PREPARAÇÃO DO REMANESCENTE PARA O ALTO CLAMOR

Apocalipse 18:1-4
a) Derramamento da Chuva Temporã. Os acontecimentos do mundo convencerão os crentes de que o fim está próximo, e na atividade aberta de Satanás – especialmente no ressurgimento do espiritismo – reconhecerão os acontecimentos que deveriam ocorrer, segundo o antecipara a profecia (1). Em resultado, sentir-se-ão induzidos a buscar fervorosamente a Deus, a esquadrinhar diligentemente as Escrituras, e a meditar muito nos seus ensinos, para poderem dar a razão de sua fé (2). Poderosa intercessão ocorre aos que com fé inquebrantável e agonizantes súplicas rogarem a Deus, humilhando-se com Jejum e oração, chorando “entre o alpendre e o altar” (3). A favor deles realizar-se-á uma grande obra, chamada

quarta-feira, 8 de junho de 2011

INTRODUCÃO AO LIVRO DE DANIEL



Para todos aqueles que se interessam e amam a Palavra de Deus, o livro do profeta Daniel e o Apocalipse são, sem sombra de dúvida, um verdadeiro tesouro.
Estes livros das Escrituras dão-nos a conhecer que a luta secular entre as trevas e a Luz, da criatura contra o Criador, do erro contra a Verdade, não se passa unicamente ao nível do indivíduo, visando a Igreja de Deus, mas também ao nível das nações e dos seus líderes. Acima dos grandes e poderosos deste mundo, a

quinta-feira, 2 de junho de 2011

DANIEL, A SUA ÉPOCA, OS SEUS ESCRITOS

Para que possamos compreender de uma forma satisfatória o livro do profeta Daniel cremos ser necessário abordar um pouco da época em que este homem de Deus viveu.
1- O profeta.Como veremos a seguir e tal como o livro do mesmo nome o relata, Daniel foi deportado para Babilónio quando o rei Nabucodonosor invadiu e exerceu soberania sobre a Judeia.
Tendo em conta o relato bíblico, como veremos e o cuidado dispensado pelo soberano vencedor a Daniel e aos seus companheiros, facilmente poderemos compreender e aceitar que o profeta poderá ter nascido no seio de uma família bem posicionada, socialmente falando, descendendo da alta nobreza de Judá, na Palestina. Quando lemos o historiador judeu Flávio Josefo ao relator acontecimentos desta época, corrobora claramente esta suposição.

terça-feira, 31 de maio de 2011

O PRIMEIRO DIA: O SONHO ESQUECIDO - A ESTÁTUA (Daniel 2:1-49)



Na verdade, é impossível estudar o livro do profeta Daniel sem nos maravilharmos da extraordinária precisão dos detalhes históricos, políticos e religiosos revelados por Deus ao seu profeta séculos antes de tudo acontecer.
A razão de ser do profetismo é a de nos fazer conhecer a vontade última do Deus que só Ele conhece. Efectivamente a profecia é isto mesmo, tal como o revela e define claramente o profeta Amós ao dizer: - “Certamente o Senhor Jeová não fará coisa alguma sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas” – Amós 3.7.
Seja agradável ou desagradável o quanto Deus tem para revelar à criatura, o profeta deverá ser o veículo desta informação. Sempre existiram dois tipos de profetas: 1- falsos; 2- verdadeiros. Antes de abordarmos o tema que nos ocupa, abramos um pequeno parêntesis para vermos no Antigo Testamento alguns exemplos de verdadeiros e de falsos profetas:
a)- I Reis 22.1-38
Recordaremos aqui o interessante episódio passado entre o rei de Judá Jeosafá e o rei de Israel Acabe ao se coligarem para fazerem guerra à Síria.
Antes de empreenderem tal propósito, Jeosafá, rei de Judá, quis saber qual a vontade de Deus (v. 5) e, para o efeito, Acabe juntou cerca de 400 profetas. Estes, a uma voz disseram ao rei: - “sobe, porque o Senhor a entregará na mão do rei” – v. 6. Estes comportaram-se como “profetas da corte”, profetas funcionários de Estado “cuja função era de dizer ao rei, aos príncipes e aos poderosos deste mundo o que eles aguardavam, o que eles esperavam e o que eles gostavam de ouvir”.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

O SEGUNDO DIA: OS QUATRO ANIMAIS E UM TRIBUNAL (Daniel 7)

Encontramo-nos numa fase crucial na vida do profeta. Satanás utilizou todos os meios à sua disposição para silenciar o profeta de Deus, pois esta voz era muito incómoda para os seus planos e era preciso silenciá-la para todo o sempre. Os seus intuitos foram, um por um, anulados por Deus para que o profeta, ao ser preservado ao longo das provas anteriores – cap. 1 ao 6 – agora, estivesse pronto para inaugurar o ciclo de visões proféticas visando a trajectória do povo de Deus, ao longo dos séculos, até à gloriosa vinda do Senhor Jesus.
À medida que avançarmos, retomar e reforçar, aqui e ali, o que já aflorámos no decorrer deste trabalho para que, à medida que formos avançando se torne cada vez mais clara a nossa compreensão de quem é quem, neste caso específico – o chifre pequeno – sem qualquer receio de errar nas propostas a apresentar, as quais conduzirão o leitor a uma clara convicção acerca da origem, natureza e propósito deste poder contrário às Escrituras.
Ao longo do estudo deste capítulo iremos ver a continuidade do quanto pudemos ver no capítulo anterior – a estátua – para que possamos saber, à medida que avançamos este Poder contrário a Deus que actuará, sob diversas formas até à gloriosa vinda de Cristo. Assim, o que iremos fazer, desde já, é procurar algumas evidências, à luz das quais possamos concluir com segurança que esta personagem é, inquestionavelmente, a entidade que queremos mostrar. Consequentemente iremos mergulhar nas Sagradas Escrituras para que possamos sublinhar estas mesmas evidências que caracterizam este Poder que se manifesta de diferentes maneiras. Finalmente, a soma de todas as evidências encontradas nos mostrarão, claramente, a identidade que, tal como já vimos, apresenta-se, sub-repticiamente, como um modesto – barro de oleiro.
Façamos, desde já, ao iniciarmos este capítulo, um breve resumo do capítulo anterior, da estátua que era a figura principal do sonho do rei Caldeu:
Como podemos ver, na parte final da estátua (os pés), nestes encontramos ainda o elemento ferro, o que significa que Roma ainda está presente. A seguir, vimos que estes pés têm 10 dedos, ou seja, as correspondentes divisões do Império romano devido às incursões bárbaras – continuando a ser Roma. A seguir a esta fase – Roma dividida - irá juntar-se um outro elemento estranho – barro de oleiro – que representa a Igreja. Nesta última fase de Roma a Igreja unir-se-á a o Poder civil (Estado) apesar destes elementos serem totalmente incompatíveis (Ferro/Barro). De seguida, eis que surge, “no tempo destes reis” uma estranha “pedra” a qual representa o juízo e a 2ª vinda de Cristo; devido ao impacto desta aparecerá uma grande montanha que, representa, por sua vez, a implantação do reino eterno de Jesus Cristo, reino que será estabelecido após o período dos 1000 anos – cf. Apoc. 20. Na sucessão de todos estes elementos podemos ter um vislumbre do que acontecerá desde o rei Nabucodonosor até ao estabelecimento deste reino eterno de Cristo.
A visão
O texto bíblico e refere que foi mostrado ao profeta, em visão, que “os quatro ventos do céu combatiam no mar grande” – v. 2. Comecemos, desde já, por considerar estes dois elementos importantes - ventos e mar - que servem de base para todo o cenário que se segue.
a)- quatro ventos: - a referência aqui feita a estes quatro ventos é uma alusão subentendida dos quatro pontos cardiais (Norte, Sul, Este e Oeste). Estes ventos que agitam o mar, na profecia simbólica, são usados para representar: contendas, guerra, movimentações políticas, diplomáticas e militares – cf. Jeremias 49.36; Zacarias 6.1-5; – necessárias para a mudança de um Império para o outro.
b)- águas: - na Bíblia, quando a profecia se refere a águas, está a referir-se a “povos, multidões, nações, línguas” – cf. Jeremias 46.7,8; Isaías 8.7; 17.12,13; Apocalipse 17.15.
Estes elementos dados pelo profeta, indicam que haverá guerra entre as nações. Estas lutas são necessárias e, ao mesmo tempo, inevitáveis, pois nenhuma potência quer perder a supremacia adquirida. Desde já, estes primeiros elementos deixam antever uma clara sucessão de Impérios, tal como tinha sido anunciado no sonho de Nabucodonosor - a estátua – do capítulo 2. Os acontecimentos a que Daniel se refere, decorreriam na zona de maior aglomeração de população da época – a bacia do mar Mediterrâneo. Passemos agora à apreciação dos diferentes símbolos correspondentes aos sucessivos Impérios.
A- Os diferentes animais
O texto continua a fornecer alguns elementos que visam uma maior e melhor compreensão do que se seguirá, referindo que: - “quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar” – v. 3. Mas, qual o significado destes “animais”, o que é que eles representam? O profeta revela-nos que “são quatro reis que se levantarão da terra” – v. 17. Portanto, estes animais são “diferentes uns dos outros”, isto quer dizer que cada um tem um corpo próprio que o distingue dos demais. Na realidade histórica, cada monarquia universal tem o seu próprio território.
1) O leão
O primeiro animal do texto bíblico é caracterizado da seguinte maneira – “um leão que tinha asas de águia (…) que lhe foram arrancadas (…); foi levantado da terra e posto em pé como um homem e foi-lhe dado um coração de homem” – v. 4. A imagem do leão é símbolo de força, pois é o rei dos animais – Provérbios 30.30. A representação de Babilónia por este animal era familiar ao profeta Jeremias: - 49.19; 50.43,44. Este animal tinha asas de águia, a rainha das aves, a qual ilustra a rapidez das conquistas dos babilónios sob Nabucodonosor – Habacuque 1.6-8.
Depois, as asas foram arrancadas, denunciando que tanto a audácia como o espírito de conquista desapareceriam. Na realidade, a sucessão rápida dos soberanos em Babilónia muito contribuiu para o enfraquecimento e desaparecimento de tal esplendor.68 Um outro pormenor é acrescentado “foi levantado da terra e posto em pé como um homem e foi-lhe dado um