quinta-feira, 11 de março de 2010

SERÃO AS PROFECIAS BÍBLICAS CERTAS. PORQUE DEMORA JESUS?

Durante a II Guerra Mundial, os combatentes da resistência em França acreditavam que a ocupação nazi era temporária. Estes bravos homens e mulheres lutaram arduamente e sofreram torturas quando eram capturados, mas eles continuaram a sua campanha de forma persistente contra as terríveis dificuldades, estimulados pela fé de que as forças aliadas algum dia iriam chegar e libertar a França de seus opressores cruéis.
Mas como os dias se transformaram em semanas, e então em meses e em anos, alguns combatentes cansaram-se da vida de resistência constante e de se esconder. Para muitos, começou a parecer que os Aliados nunca viriam – que eles estavam ocupados demais lutando contra os nazis  noutras frentes. Parecia-lhes que a França estava condenada a ficar sob o controlo do inimigo.
Com o tempo, alguns combatentes da liberdade descobriram que era muito mais fácil para eles cooperarem com os alemães. Eles até começaram a fazer amizade com os seus opressores e a trair os seus compatriotas franceses em troca de favores e posição. Então, de repente, veio o dia “D”. A França foi libertada, e os combatentes da liberdade que perseveraram até o fim foram heróis, e os traidores foram publicamente humilhados e até mortos.
Lidando com a Demora
Será que os eventos finais da Igreja se assemelham àqueles na França durante a II Guerra Mundial?
Um dos maiores perigos que enfrenta o povo de Deus nos últimos dias não é o momento de dificuldade, nem é a ameaça de prisão, tortura ou fome. Pelo contrário, é a aparente demora da volta do Senhor, que levará a uma apatia paralisante entre os crentes professos. Para muitos, parece mais fácil se juntar ao mundo do que rejeitá-lo. Mas advertimos: “Mas, se aquele servo, sendo mau, disser consigo mesmo: Meu senhor demora-se, e passar a espancar os seus companheiros e a comer e beber com ébrios, virá o senhor daquele servo em dia em que não o espera e em hora que não sabe“ (Mateus 24:48-50).
O mau servo diz no seu coração: “Meu senhor tarda em vir.” Não é um anúncio externo, é uma erosão interna de sua fé. Esta perda da crença no retorno de seu Mestre em breve poderá ser evidente em tudo, desde a freqüência esporádica à igreja até o dar menos ofertas para a missão. Logo ele começa a espancar os seus conservos (principalmente com a língua) e comer e beber com os bêbados (encontrando sua amizade e diversão no mundo). Finalmente, o servo mau espera que seu mestre não venha, porque ele se alinhou com o inimigo.
Anunciado por Cristo
O dia da volta de Cristo tem demorado mais do que a maioria esperava, mas isso não deve nos surpreender. A Palavra de Deus anunciou este atraso e a reação geral que causaria. “Sabendo primeiro isto, que virão escarnecedores nos últimos dias, andando segundo as suas próprias concupiscências, E dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o início do criação” (2 Pedro 3:3-4).
Você vê a conexão entre o duvidar de sua vinda e o caminhar após nossas próprias concupiscências? Nós estaremos em perigo se alguma vez deixar-mos de acreditar e de anunciar o retorno iminente de Jesus!
Por outro lado, a fé na vinda iminente de Jesus tem um efeito santificante. “Por essa razão, pois, amados, esperando estas coisas, empenhai-vos por serdes achados por ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis,” (2 Pedro 3:14). E 1 João 3:3 afirma: “E todo aquele que tem essa esperança em Cristo purifica-se a si mesmo, assim como Cristo é puro”. Não podemos perder a fé em sua promessa, “Virei outra vez”.
“Mas aquele que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mateus 24:13). Apenas aqueles que amam profundamente a sua vinda vão resistir até o final desta prova, somente os que tiverem “a paciência dos santos” (2 Timóteo 4:8, Apocalipse 14:12).
Por favor, não esqueça que imediatamente depois de Jesus ter anunciado os sinais de Sua vinda em Mateus 24, Ele amplia esses ensinamentos com a parábola das dez virgens. “E tardando o noivo, cochilaram todas, e dormiram” (Mateus 25:5). Jesus nos advertiu que haveria um tempo de tardança.
Estou dizendo isso porque uma aparente demora foi profetizada e devemos por isso sentar e assistir os anos passarem? Deus nos livre! Eu estou dizendo que nós temos estado no tempo de atraso, há muitos anos. Estamos quase no fim, e muitos parecem estar prestes a perder o coração e jogar a toalha antes do sino passado. “Não nos cansemos de fazer o bem. Pois, se não desanimarmos, chegará o tempo certo em que faremos a colheita” (Gálatas 6:9, NTLH).
À igreja de Deus dos últimos dias tem sido dada a mensagem mais preciosa que já foi confiada aos mortais. Agora, mais do que nunca, não podemos perder nossas amarras e ficarmos a deriva pelo mundo. Jesus está para vir!
Em suma, devemos esperar e nos preparar para este segundo advento de Cristo! Estes avisos foram escritos de forma que devemos estar despertos e prontos, com o petróleo em nossos navios.
Lições de Noé
Mateus 24:37 nos lembra que “Como foi nos dias de Noé, assim também será na vinda do Filho do homem”.
Nos dias de Noé, muitos acreditavam na sua primeira mensagem de julgamento iminente e ainda o ajudaram a preparar a arca. Mas quando o tempo passou e a inundação prevista não chegou, eles perderam a fé e se juntaram às fileiras dos escarnecedores.
Eclesiastes 8:11 declara: “Visto como se não executa logo a sentença sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto a praticar o mal”. Há aqueles que dizem – não apenas em seus corações, mas no seu comportamento – “Meu Senhor atrasou Sua vinda.” Como nos dias de Noé, aqueles que tiveram grande luz irão revelar sua inconsistência. Porque a vinda de Cristo foi há muito anunciada, eles concluem que há um equívoco em relação a esta doutrina. Mas o Senhor diz: “Porque a visão ainda está para cumprir-se no tempo determinado, mas se apressa para o fim e não falhará; se tardar, espera-o, porque, certamente, virá, não tardará.” (Habacuque 2:3).
Duas formas de lidar com a Demora
Há dois provérbios populares ainda que conflitantes que descrevem como as pessoas geralmente respondem a um atraso. O primeiro é “A ausência faz o coração crescer mais afeiçoado”, e o segundo é “Longe da vista, longe do coração”. Estas atitudes opostas são evidentes nos seguintes exemplos de Saul e Davi.
Este último provérbio é ilustrado pela história de Saul em Gilgal (1 Samuel 13:1 a 14). O Senhor disse ao rei Saul para esperar sete dias antes de se aventurar na batalha. No final da semana, o profeta Samuel foi se encontrar com Saul em Gilgal para apresentar uma oferta ao Senhor e interceder pelas tropas. Mas por alguma razão, Samuel demorou. O povo tinha se tornado inquieto pela espera e estava começando a desanimar e a abandonar o exército, então Saul sentiu-se justificado para desrespeitar o comando de Samuel. Ele impacientemente tomou as coisas em suas próprias mãos e alterou as regras, usurpando a posição do sacerdote, e oferecendo um sacrifício.
As Escrituras declaram: “Mal acabara ele de oferecer o holocausto, eis que chega Samuel…” (1 Samuel 13:10). Se apenas Saul esperasse mais um pouco! Assim, muitos desistem pouco antes da linha de chegada. Assim, muitos ambém abandonarão a igreja pouco antes de Jesus voltar. Ralph Waldo Emerson disse: “Um homem não é um herói porque ele é mais corajoso do que algum outro, mas porque ele é corajoso por dez minutos a mais”
Quando Samuel chegou, Saul foi ao encontro dele. “Então, disse Samuel a Saul: Procedeste nesciamente em não guardar o mandamento que o SENHOR, teu Deus, te ordenou; pois teria, agora, o SENHOR confirmado o teu reino sobre Israel para sempre. Já agora não subsistirá o teu reino. O SENHOR buscou para si um homem que lhe agrada e já lhe ordenou que seja príncipe sobre o seu povo, porquanto não guardaste o que o SENHOR te ordenou” (1 Samuel 13:13-14). Deus permitiu esse atraso para testar a Saul, e quando o rei tornou-se impaciente, ele perdeu a fé e falhou no teste. Assim, ele perdeu o reino. Temo que isso esteja acontecendo com muitos nestes últimos dias.
Creio que um dos motivos pelo qual o Senhor está permitindo este tempo de tardança é para peneirar Seus servos verdadeiros dos falsos e para separar o trigo de precioso valor do joio.
Agora vamos contrastar a experiência de Saul com a resposta de Davi à demora. Muitos anos se passaram entre o tempo em que Davi foi ungido por Samuel para ser rei até ele ser realmente coroado. Durante esses anos, Davi esperou por Deus para dar-lhe a coroa de Saul. Ele teve várias oportunidades de tornar-se impaciente e tomar as rédeas em suas próprias mãos. Em mais de uma ocasião, Davi segurou a vida de Saul como um pássaro indefeso em suas mãos. Tudo o que ele tinha que fazer era dizer uma palavra e Saul seria morto, e ele instantaneamente se tornaria rei. Mas Davi esperou pacientemente pelo tempo de Deus.
“Disse mais Davi: Como vive o Senhor, ou o Senhor o ferirá, ou chegará o seu dia e morrerá, ou descerá para a batalha e perecerá” (1 Samuel 26:10-11). Davi não entendia a demora, mas ele confiava na promessa de Deus: “Você vai ser o rei!” E a sua paciência foi ricamente recompensada.
Aproxima-se a Terra Prometida
O atraso tende a deixar um vácuo que deve ser preenchido – seja com fé e paciência ou com esforço pessoal para mudar a situação, talvez até mesmo criando um novo deus.
Êxodo 32:1 diz: “Mas, vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão e lhe disse: Levanta-te, faze-nos deuses que vão adiante de nós; pois, quanto a este Moisés, o homem que nos tirou do Egito, não sabemos o que lhe terá sucedido”. Esta história dos filhos de Israel fazerem um bezerro de ouro é um dos exemplos mais marcantes das tendências atuais, e temo que ele está prestes a ser repetido pelo povo de Deus, ao aproximar-se a terra prometida.
Nesta passagem, Moisés é um tipo de Jesus. Moisés disse: “O SENHOR, teu Deus, te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim; a ele ouvirás” (Deuteronômio 18:15). Quando Moisés foi chamado até a montanha para receber as tábuas de pedra do Senhor, disse ele ao povo que iria voltar. Mas, evidentemente, ele não disse exatamente quando. Eles nunca sonharam que levaria tanto tempo. “Quarenta dias? Porque, se demorou menos do que isso as 10 pragas e o êxodo do Egito!”
No entanto, Moisés tardava, e para alguns o inesperado atraso era insuportável. Arão disse-lhes: “Tirai as argolas de ouro das orelhas de vossas mulheres, vossos filhos e vossas filhas e trazei-mas. Então, todo o povo tirou das orelhas as argolas e as trouxe a Arão. Este, recebendo-as das suas mãos, trabalhou o ouro com buril e fez dele um bezerro fundido. Então, disseram: São estes, ó Israel, os teus deuses, que te tiraram da terra do Egito” (Êxodo 32:2-4).
Antes dos filhos de Israel sairem do Egito, Deus lhes permitiu saquear os egípcios, como pagamento por seus anos de serviços não remunerados. Pouco tempo depois, no Monte Sinai, descobrimos que eles estavam vestindo orgulhosamente o seu dinheiro para expor as suas riquezas.
Soa familiar? Quase posso ouvir as desculpas usadas pelos filhos de Israel para persuadir Arão para o pecado. “Os jovens estão a ficar inquietos e estão clamando para voltarem para o Egito. Precisamos fazer alguns compromissos ou vamos perdê-los!” Na sua inquietação, começaram a retornar aos estilos de culto pagão dos povos em torno deles.
Será que estamos cometendo o mesmo erro hoje em dia? Como viajo pela América do Norte e visito várias igrejas e universidades, parece que os padrões cristãos para uma vida santa não são muito diferentes dos do mundo. Quando pergunto a alguns líderes porque não mantém a linha, eles geralmente respondem, “Precisávamos fazer alguns ajustes para alcançar a juventude”.
Êxodo 32:6 diz: “No dia seguinte, madrugaram, e ofereceram holocaustos, e trouxeram ofertas pacíficas; e o povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se.” Os filhos de Israel fizeram uma rápida transição do culto para a diversão. Isto pode acontecer conosco? Tem isto acontecido conosco? Nosso culto sagrado, que deveria ser dedicado com reverência, oferecendo adoração a um Deus santo e o ensino da doutrina bíblica, tem, em alguns casos se desencaminhado em profanas festas para entreter o rebanho.
“Ora, ouvindo Josué a voz do povo que jubilava, disse a Moisés: Alarido de guerra há no arraial” (Êxodo 32:17). Na verdade, a guerra teria sido preferível ao que realmente estava acontecendo! O que deveria ter sido um louvor que chamava os anjos para se aproximarem, se degenerou no que Josué interpretou como o som confuso e desconcertante de uma guerra. Mas Moisés disse: “…Não parece um barulho de vitória, nem um grito de derrota; o que estou ouvindo é gente cantando.” (Êxodo 32:18 NTLH).
Se o povo estivesse gritando louvores pela vitória sobre o pecado e para a alma vencida, teria sido bom. Ou mesmo se estivessem chorando em arrependimento, por terem cedido à tentação, isso teria sido preferível. Jesus diz em Apocalipse 3:15, “Quem dera fosses frio ou quente.”
Mas, se levantarem e darem uma festa em um momento tão solene? Moisés estava prestes a descer a montanha com um concerto do Todo-Poderoso, escrito de próprio punho. O povo de Deus tinha se cansado de esperar e, quando Moisés retornou eles estavam despreparados. Como resultado, alguns foram executados, e alguns exaltados. Isso vai acontecer novamente. “Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá.” (Mateus 24:44).
Vamos Apenas Esperar?
Muitos anos atrás, na Nova Inglaterra, quando os marinheiros saiam ao mar nos navios mercantes ou nos navios baleeiros, o testemunho de uma cena tocaria o estaleiro. Enquanto os marinheiros lançavam suas despedidas as suas esposas e filhos, eles prometiam um retorno seguro com presentes exóticos dos portos distantes. Tais viagens muitas vezes levavam semanas ou até meses, e o tempo exato de retorno era impossível de prever.
Muitas mulheres diziam: “Vou manter uma luz acesa na janela, até você chegar em casa.”
A parte mais difícil dessa separação era o silêncio. Isso foi antes da época dos telefones ou do serviço normal dos correios, por isso, sempre que qualquer novo navio entrava no porto, as esposas corriam para o cais e perguntavam: “Você tem alguma notícia do navio do meu marido?”
Às vezes, os capitães dos navios alargavam as suas viagens para a Califórnia, a fim de obterem mais lucros. O Canal do Panamá ainda não tinha sido construído, assim um desvio poderia alongar a jornada em meses ou anos! Enquanto isso, as mulheres dos marinheiros, às vezes se cansavam de esperar e apagavam a luz na janela. Algumas declaravam seus maridos como mortos para que elas pudessem se casar com outros. Outras, no desespero, deixavam de cuidar de seus filhos ou limpar a casa.
Há um provérbio fiel que diz, “As mulheres que amam seus maridos, a maioria espera o melhor.” Eu li de uma mulher fiel que manteve acesa a luz em sua janela por todas as noites, durante 50 anos – até sua morte – por um marido que nunca mais voltou do mar.
Quando um navio retornava após uma viagem excepcionalmente longa, um drama agridoce era exibido no cais! Alguns marinheiros cumprimentam suas esposas e filhos com alegria indizível, longos abraços e muitos presentes. Outros, na angústia e lágrimas, jogavam seus presentes para o mar, ao ouvirem que suas esposas não os tinha esperado, mas tinham tomado outro marido. Quão embaraçoso e humilhante deve ter sido para as mulheres impacientes quando souberam que seus maridos tinham retornado, como prometido, com sua bagagem cheia de dinheiro e tesouros – apenas para encontrá-las nos braços de outro.
Amigo, como vai Jesus nos encontrar quando Ele vier?
“O SENHOR me respondeu e disse: Escreve a visão, grava-a sobre tábuas, para que a possa ler até quem passa correndo. Porque a visão ainda está para cumprir-se no tempo determinado, mas se apressa para o fim e não falhará; se tardar, espera-o, porque, certamente, virá, não tardará. Eis o soberbo! Sua alma não é reta nele; mas o justo viverá pela sua fé.” (Habacuque 2:2-4).
O servo mal e o escarnecedor culparão a Deus pelo atraso (Mateus 24:48; 2 Pedro 3:3-4). Acabe similarmente acusou a Elias, quando lhe perguntou: “És tu o perturbador de Israel?” (1 Reis 18:17).
É fácil culpar a Deus ou outra pessoa, mas talvez a culpa recaia sobre nós por não levarmos a sério a grande comissão evangélica. Por este motivo, Deus em Sua misericórdia adiou sua vinda.
Que Deus amoroso! Ele ama cada pessoa na Terra tanto quanto Ele ama você e eu, e Ele é longânimo, não querendo que ninguém pereça (2 Pedro 3:9). Ele queria vir há muitos anos, mas a sua misericórdia para aqueles que não ouviram e os que não acreditam tem atrasado o seu retorno.
Um escritor cristão afirmou: “É a incredulidade, o mundanismo, a não consagração e a contenda entre o professo povo do Senhor que nos tem mantido neste mundo de pecado e tristeza por tantos anos”. O teste básico nesses últimos dias vai ser a fé no mestre – a fé em seu retorno, em Sua Palavra, e em Sua promessa: “E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também.” (João 14:3).
Temos de colocar diariamente a nossa fé n’Ele através da oração, estudo e serviço. Mantenha a fé! Jesus está voltando em breve. A demora está quase a acabar! “Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o senhor confiou os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo? Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim. Em verdade vos digo que lhe confiará todos os seus bens.” (Mateus 24:45-47).
Que a nossa oração seja: “Vem, Senhor Jesus”.

domingo, 7 de março de 2010

QUEM É ISRAEL SEGUNDO O TEXTO SAGRADO?

1. Q quem foi primeiramente dado o nome de Israel?
“Então disse: Não te chamarás mais Jacó, mas Israel; porque tens lutado com Deus e com os homens e tens prevalecido.” Génesis 32:28.
Nota: Israel significa “príncipe”, ou “quem prevalece com Deus.”
2. Depois, quem mais passou a ter esse nome?
“ Ora, estes são os nomes dos filhos de Israel, que entraram no Egito; entraram com Jacó, cada um com a sua família: Rúben, Simeão, Levi, e Judá; Issacar, Zebulom e Benjamim; Dã e Naftali, Gade e Aser. Todas as almas, pois, que procederam da coxa de Jacó, foram setenta; José, porém, já estava no Egito.” Êxodo 1:1-5.
Nota: Por outras palavras, os descendentes de Jacó, netos de Abraão, eram conhecidos como sendo as doze tribos de Israel.
3. Que bênçãos especiais foram conferidas aos israelitas?
“ Os quais são israelitas, de quem é a adopção, e a glória, e os pactos, e a promulgação da lei, e o culto, e as promessas.
De quem são os patriarcas; e de quem descende o Cristo segundo a carne, o qual é sobre todas as coisas, Deus bendito eternamente. Amém.” Romanos 9:4,5.
4. Quem constitui o verdadeiro Israel, ou semente de Abraão?
“Não que a palavra de Deus haja falhado. Porque nem todos os que são de Israel são israelitas; nem por serem descendência de Abraão são todos filhos; mas: Em Isaque será chamada a tua descendência. Isto é, não são os filhos da carne que são filhos de Deus; mas os filhos da promessa são contados como descendência.” Romanos 9:6-8.
5. Que disse João Baptista aos fariseus e saduceus que o procuravam para se baptizarem?
“E não queirais dizer dentro de vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que mesmo destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão.” Mateus 3:9.
6. Que determina se alguém filho de Abraão?
“Sabei, pois, que os que são da fé, esses são filhos de Abraão.” Gálatas 3:7.
Nota: Por sua crença muitos dos israelitas morreram no deserto, não entrando na terra prometida (Num. 14:27-33; Deut. 1:34-36).
7. A quem se precisa pertencer para ser semente de Abraão?
“E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa.” Gálatas 3:29.
“E a todos quantos andarem conforme esta norma, paz e misericórdia sejam sobre eles e sobre o Israel de Deus.” Gálatas 6:16.
“Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo, às doze tribos da Dispersão, saúde.” Tiago 1:1.
8. Para quem é o evangelho o poder de Deus para salvação?
“Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.” Romanos 1:16.
9. Que disse Jesus em várias ocasiões:
9.1 À mulher cananeia: “Respondeu-lhes ele: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Então veio ela e, adorando-o, disse: Senhor, socorre-me. Ele, porém, respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos.” Mateus 15:24-26.
Nota: Por sua fé insistente, esta mulher, se bem que cananéia, mostrou-se ser verdadeira filha de Israel.
9.2 A Zaqueu: “Disse-lhe Jesus: Hoje veio a salvação a esta casa, porquanto também este é filho de Abraão.” Lucas 19:9
9.3 A mulher de Samaria: “Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos; porque a salvação vem dos judeus.” João 4:22
9.4 Ao rejeitarem os judeus a pregação do evangelho, feita por Paulo, que disseram eles a Barnabé?
“Então Paulo e Barnabé, falando ousadamente, disseram: Era mister que a vós se pregasse em primeiro lugar a palavra de Deus; mas, visto que a rejeitais, e não vos julgais dignos da vida eterna, eis que nos viramos para os gentios.” Actos 13:46.
Nota: De tudo isto ressalta que se não houvessem os judeus, como nação, rejeitado a Cristo, teriam ainda conservado a liderança, como povo de Deus, e como luminares de Deus ao mundo. Mas, em vista dessa rejeição, foram rejeitados como povo peculiar de Deus, e outros lhes tomaram o lugar, e são agora chamados Israel, juntamente com os que antes eram chamados por esse nome.
10. Com que figura são representados os gentios convertidos que agora pertencem ao Israel de Deus?
“E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado no lugar deles e feito participante da raiz e da seiva da oliveira, não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti.” Romanos 11:20,21.
11. Que palavras de ânimo são dirigidas aos ramos quebrados?
“E ainda eles, se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; porque poderoso é Deus para os enxertar novamente.” Romanos 11:23
12. Em que condição se encontram os gentios antes de se tornarem israelitas?
“Portanto, lembrai-vos que outrora vós, gentios na carne, chamam circuncisão, feita pela mão dos homens, estáveis naquele tempo sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos aos pactos da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo.” Efésios 2:11,12.
Nota: Se, a fim de serem salvos, os gentios precisam tornar-se israelitas, como em toda a parte está escrito, então, quando convertidos dos seus maus caminhos gentios para os caminhos de Israel, eles certamente precisam ter fé em Cristo, e conformar a vida com a lei moral dada por Deus a Israel, sem o que não seria a comunidade de Israel, mas dos gentios. O escrever a lei no coração é uma das providências do novo concerto com o Israel verdadeiro (Jer. 31:31-34; Heb. 8:8-12).
13. Como é descrito o povo remanescente de Deus?
“Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.” Apocalipse 14:12.
“O muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles estavam os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.” Apocalipse 21:14
“E tinha um grande e alto muro com doze portas, e nas portas doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel.” Apocalipse 21:12.
14. Quem andará à luz da cidade?
“As nações andarão à sua luz; e os reis da terra trarão para ela a sua glória.”
Nota: Esta cidade, a nova Jerusalém, será para todas as nações dos salvos; não obstante, todos os que nela entrarem entrarão por portas em que estarão escritos os nomes das doze tribos de Israel, do que se deduz que todos os salvos pertencerão a Israel. O nome Israel será perpetuado na nova Terra, e de maneira muito adequada, devido ao significado que tem. Todos os que participarem daquele futuro lar dos salvos serão vencedores. Ver Apocalipse 3.12; 21:7. ao escolher os Seus apóstolos, Cristo reconheceu esta divisão dos salvos em doze nações. Doze foram por Ele escolhidos. Reconheceu-o também quando disse aos doze: “Em verdade vos digo que vós. As nações andarão à sua luz; e os reis da terra trarão para ela a sua glória. O, que Me seguistes, quando, na regeneração, o Filho do homem Se assentar no trono da Sua glória, também vos assentarei sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel.” (Mateus 19:28). E os apóstolos, depois da ressurreição e ascensão de Jesus, também o reconheceram, quando, no preenchimento da vaga de Judas, escolheram outro, com o objectivo de conservar o mesmo número, doze.

sábado, 6 de março de 2010

O GRANDE JULGAMENTO DE DEUS

Temos diante de nós um estudo muito interessante acerca do julgamento. Creia que necessitamos da ajuda de Deus para compreender este tema. Que o Espírito Santo nos dê a Sua unção para discernir e agir.
NO tema anterior vimos na Bíblia como o Senhor apresenta o julgamento a começar em 1844. Daniel 8:14 “Ele me respondeu: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; então o santuário será purificado.” Falámos que o santuário seria purificado no fim dos 2 300 dias. A Bíblia diz que a purificação do santuário acontecia uma vez por ano, quando o sumo-sacerdote entrava no Lugar Santíssimo, para purificar o povo de todos os pecados que tinha cometido (Levítico 16:15-19). Aprendemos que esta prática representava o julgamento que iria ter início nos últimos dias, em 1844.
Vejamos como o livro de Apocalipse equaciona a abertura do Lugar Santíssimo do santuário no Céu com a hora do julgamento.
Apocalipse 11:
“18 Iraram-se, na verdade, as nações; então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos teus servos, os profetas, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.
19 Abriu-se o santuário de Deus que está no céu, e no seu santuário foi vista a arca do seu pacto; e houve relâmpagos, vozes e trovões, e terremoto e grande saraivada.”
Nota: Fica claro que o tempo está o Céu e que quando se abre o caminho para o Lugar Santíssimo, onde está a arca do concerto, é chegada a hora do julgamento.
Também foi mostrado a João que, antes de Jesus voltar, deus dirá a todos que o julgamento começou. Vamos ver em Apocalipse 14:
“6 E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo,
7 dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.”
Nota: Repare que esta mensagem é dirigida a todo o mundo e declara: “É vinda a hora do seu juízo.” Ela será pregada a todo o mundo antes de Jesus voltar. É este o contexto, uma vez que os versos 14,15 falam da segunda vinda. “a hora de ceifar” é o fim do mundo.
Ver Mateus 13:39.
Outros escritores da Bíblia também mencionam que Deus estabeleceu uma hora para o julgamento:
Actos 17:31 “porquanto determinou um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do varão que para isso ordenou; e disso tem dado certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos.”
Nota: Deus indicou um dia para julgar o mundo.
Eclesiastes 3:17 “Eu disse no meu coração: Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo propósito e para toda obra.”
Nota: Deus irá julgar. Ele tem um tempo destinado para isso.
Actos 24:25 “E discorrendo ele sobre a justiça, o domínio próprio e o juízo vindouro, Félix ficou atemorizado e respondeu: Por ora vai-te, e quando tiver ocasião favorável, eu te chamarei.”
Nota: Paulo pregou acerca do julgamento que viria.
Todos estes homens de Deus ansiavam o julgamento que está para vir. Mas, em Apocalipse, lemos acerca de um tempo em que o povo de Deus poderá dizer: “É vinda a hora do Seu juízo.”
Tal como constatamos nos últimos estudo, este tempo definido para o julgamento é o ano de 1844.
Vamos agora ver como é que o julgamento começo em 1844. Todos os julgamentos têm três partes, tanto os tribunais terrenos como o tribunal de Deus.
1. Há a Fase de Investigação, onde os factos do caso são investigados.
2. Depois vem a Fase do Veredicto, em que o júri determina a culpa ou a inocência e é anunciado o veredicto.
3. Por último, há a Execução da Sentença, em que o réu é libertado ou penalizado.
Vamos analisar, na Bíblia, estas três fases do julgamento de Deus.
O tema já vai longo, não quero que desista, recomeçaremos amanhã, não falte, este é um tema central da Bíblia, toda a gente tem medo de falar do juízo de Deus, no entanto, a Bíblia apresenta-o como algo real e por esta razão devemos saber como é e estar prontos.
No julgamento celestial a INVESTIGAÇÃO está descrita em Daniel 7:
“9 Eu continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e um ancião de dias se assentou; o seu vestido era branco como a neve, e o cabelo da sua cabeça como lã puríssima; o seu trono era de chamas de fogo, e as rodas dele eram fogo ardente.
10 Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríades de miríades assistiam diante dele. Assentou-se para o juízo, e os livros foram abertos.”
Nota: O trono de Deus aparece simbolizado com rodas e movendo-se. Desloca-se para um ministério de julgamento, tal como o sacerdote se moveu do seu ministério de julgamento, tal como o sacerdote se moveu do seu ministério no Lugar Santo para o ministério do Lugar Santíssimo. O julgamento é convocado, como é revelado em Daniel 7, e os livros são abertos. Em Daniel 8 é-nos indicado o tempo do julgamento.
Os livros usados no julgamento contêm a biografia de cada pessoa. Vários textos mencionam estes livros. Analisemos alguns.
Apocalipse 21:27 “E não entrará nela coisa alguma impura, nem o que pratica abominação ou mentira; mas somente os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.”
Nota: O livro da vida contém os nomes daqueles que professaram Cristo e são Seus cooperadores (Filipenses 4:3).
Apocalipse 3:5 “O que vencer será assim vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; antes confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.”
Nota: O livro da vida, no fim, terá apenas os nomes daqueles que irão para o Céu, porque eles são vencedores através de Jesus.
Malaquias 3:16 “Então aqueles que temiam ao Senhor falaram uns aos outros; e o Senhor atentou e ouviu, e um memorial foi escrito diante dele, para os que temiam ao Senhor, e para os que se lembravam do seu nome.”
Neemias 13:14 “Por isto, Deus meu, lembra-te de mim, e não risques as beneficências que eu tenho feito para a casa do meu Deus e para o serviço dela.”
Nota: O livro memorial regista a vida espiritual e as boas da pessoa.
Isaías 65:
“6 Eis que está escrito diante de mim: Não me calarei, mas eu pagarei, sim, deitar-lhes-ei a recompensa no seu seio;
7 as suas iniquidades, e juntamente as iniquidades de seus pais, diz o Senhor, os quais queimaram incenso nos montes, e me afrontaram nos outeiros; pelo que lhes tornarei a medir as suas obras antigas no seu seio.”
Nota: Até os nossos pecados estão escritos nos livros de Deus.
Salmo 87:4 “Farei menção de Raabe e de Babilónia dentre os que me conhecem; eis que da Filístia, e de Tiro, e da Etiópia, se dirá: Este nasceu ali.”
Nota: O livro do ambiente tem em consideração o lugar onde a pessoa nasceu e os meios que teve para aprender a verdade. Quando o Senhor regista o Seu povo, tem em consideração se essa pessoa nasceu num ambiente cristão (Sião), ou num ambiente não-cristão (Babilónia). Terá em conta se ela conhecia a verdade e se lhe obedeceu. (Tiago 4:17).
Na fase de investigação do julgamento, Deus examina o registo biográfico de toda a gente, tal como ele está registado nos Seus livros. Procura ver se aqueles que professam Cristo Lhe entregaram verdadeiramente as suas vidas e se O amam de todo o coração. Jesus referiu esta necessidade em Mateus 7:
“21 Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
22 Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demónios? e em teu nome não fizemos muitos milagres?
23 Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.
24 Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem prudente, que edificou a casa sobre a rocha.
25 E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa; contudo não caiu, porque estava fundada sobre a rocha.
26 Mas todo aquele que ouve estas minhas palavras, e não as põe em prática, será comparado a um homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia.
27 E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa, e ela caiu; e grande foi a sua queda.”
Nota: Existem muitas pessoas que se intitulam cristãos e não seguem verdadeiramente Cristo. Deus não pode deixá-las entrar no Céu, porque elas iriam trazer o seu coração não convertidos, e acabariam com a paz do Céu. Durante a investigação fica definido quem são os verdadeiros seguidores de Cristo.
A fase seguinte é o ANÚNCIO DO VEREDICTO.
Apocalipse 22:
“11 Quem é injusto, faça injustiça ainda: e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, santifique-se ainda.
12 Eis que cedo venho e está comigo a minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a sua obra.”
Nota: Aqui, Deus declara quem é justo e está pronto para ir para o Céu e quem não está nessas condições. Repare que o anúncio do veredicto é feito antes de Jesus voltar, porque quando Ele voltar trará os prémios com ele. Portanto, o julgamento tem de ser feito ANTES da Sua volta (Ilustração: as escolas e as empresas têm cerimónias de entrega de prémios. Os prémios obedecem a alguns critérios. ANTES da cerimónia de entrega, os LIVROS (registos) são estudados para ver quem está qualificado para receber o prémio. A avaliação é feita ANTES DA CERIMÓNIA. Depois todos comparecem na cerimónia e são entregues os prémios.) Acabámos de ler, no nosso texto, que Jesus trará os Seus prémios COM Ele. Sendo assim, o julgamento tem de acontecer ANTES da Sua vinda. Segundo Daniel 8:14, este julgamento começou em 1844.
A fase final é a EXECUÇÃO DA SENTENÇA.
Apocalipse 22:12 “Eis que cedo venho e está comigo a minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a sua obra.”
Nota: Depois do veredicto ser anunciado no Céu, Jesus regressa rapidamente para dar os prémios. Alguns receberão vida eterna porque aprenderam a confiar em Jesus como seu Senhor e Salvador. Outros perderão as bênçãos do Céu e morrerão.
A boa notícia acerca do julgamento é que podemos ter a certeza da salvação vejamos como em Apocalipse 22:17 “E o Espírito e a noiva dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, receba de graça a água da vida.”
Nota: Se estivermos sedentos por Jesus, pela verdade da Sua palavra, e O quisermos seguir, Ele enviará o Seu Espírito para nos levar à água da vida. Quando ouvimos o Espírito de Deus a falar ao nosso coração, convidando-nos a ir a Jesus, só temos de responder. E a melhor notícia de todas é que a salvação é um dom gratuito.
Ao longo dos nossos estudos tenho tido a impressão que muitos amigos têm seguido estes estudos com muito interesse, dou graças a Deus por isso, faço sinceros votos que o Espírito Santo encontre no vosso coração receptividade para introduzir Jesus.
Nós continuaremos, o estudo da Bíblia e das profecias é inesgotável. Jesus fique agora com você. Amem.

quinta-feira, 4 de março de 2010

A PROFECIA DE TEMPO MAIS LONGO – 2 300 DIAS (I)

HOJE vamos estudar a profecia de tempo mais longa encontrada na Bíblia e que termina perto da época em que vivemos. Comecemos por pedir ao Senhor que nos dirija na compreensão deste tão importante assunto.
Vamos rever o que estudámos na semana passada. (Reveja 70 semanas. São os primeiros 490 dias dos 2 300 dias proféticos.)
Podemos ver que os 490 dias proféticos terminaram no ano 34 d.C. No último estudo aprendemos que esta profecia faz parte da profecia dos 2 300 dias proféticos. Portanto, se os primeiros 490 dias/anos nos levam até ao ano 34 d.C., os restantes 1810 anos levam-nos até 1844 d.C. (Some 1810 a 34 = 1844.) O que é que a profecia dos 2 300 dias previu que iria acontecer em 1844? É isso que queremos estudar hoje. Vamos começar por ler a profecia dos 2 300 dias de novo.
Daniel 8:14: “Ele me respondeu: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; então o santuário será purificado.”
Nota: Segundo a profecia, a purificação do santuário começou em 1844. mas o que é que isso significa? Responderemos a esta pergunta hoje.
Primeiro é importante ver o que era o santuário. Abra a Bíblia em Êxodo 25:
“8 E me farão um santuário, para que eu habite no meio deles.
9 Conforme a tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo, e para modelo de todos os seus móveis, assim mesmo o fareis.”
Nota: Deus disse a Moisés para Lhe fazer um santuário para que Ele pudesse viver no meio deles. Deus deu a Moisés o modelo exacto para a construção do santuário.
* Que modelo deu Deus a Moisés para o santuário? Vejamos em Êxodo 8:
“1 Então disse o Senhor a Moisés: Vai a Faraó, e dize-lhe: Assim diz o Senhor: Deixa ir o meu povo, para que me sirva.
2 Mas se recusares deixá-lo ir, eis que ferirei com rãs todos os teus termos.
5 Disse mais o Senhor a Moisés: Dize a Arão: Estende a tua mão com a vara sobre as correntes, e sobre os rios, e sobre as lagoas, e faze subir rãs sobre a terra do Egito.”
Nota: O “verdadeiro” santuário estava no Céu. Deus mostrou-o a Moisés através de uma visão e depois ordenou-lhe que fizesse um modelo à escala do santuário celestial. A cópia de Moisés seria conhecida como o santuário terrestre e o santuário celestial.
Vejamos qual era o aspecto do santuário. (ver imagens)
O santuário tinha três partes: o pátio, o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo.
* O pátio tinha o altar do holocausto. Era aí que os judeus sacrificavam os animais. Essa prática simbolizava a morte de Jesus na cruz. Ele pagou pelos nossos pecados para que não tivéssemos de morrer eternamente.
Depois do altar havia a pia que era um grande vaso cheio de agua. Antes do sacerdote entrar no Lugar Santo lavava as mãos e os pés para se assegurar que estava limpo. Esta prática simbolizava a forma como o Espírito de Deus nos limpa do pecado.
* O Lugar Santo era o primeiro compartimento do santuário. Está descrito em Hebreus 9:2 “Pois foi preparada uma tenda, a primeira, na qual estavam o candeeiro, e a mesa, e os pães da proposição; a essa se chama o santo lugar.”
Nota: Nele havia o candeeiro, o altar do incenso e a mesa dos pães da proposição.
A separar o Lugar Santo do Lugar Santíssimo havia uma cortina grossa. Podemos ler acerca do que havia lá dentro nos seguintes textos: Hebreus 9:
“3 mas depois do segundo véu estava a tenda que se chama o santo dos santos,
4 que tinha o incensário de ouro, e a arca do pacto, toda coberta de ouro em redor; na qual estava um vaso de ouro, que continha o maná, e a vara de Arão, que tinha brotado, e as tábuas do pacto;
5 e sobre a arca os querubins da glória, que cobriam o propiciatório; das quais coisas não falaremos agora particularmente.”
Nota: O incensário de ouro era portátil. O summo-sacerdote usava-o quando entrava no Lugar Santíssimo. A arca do concerto era uma arca coberta de ouro que continha os dez mandamentos. A cobrir os dez mandamentos estava o propiciatório feito de ouro.
Vamos agora ver o que o santuário ensinava: Hebreus 9:
“11 Mas Cristo, tendo vindo como sumo sacerdote dos bens já realizados, por meio do maior e mais perfeito tabernáculo (não feito por mãos, isto é, não desta criação),
12 e não pelo sangue de bodes e novilhos, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez por todas no santo lugar, havendo obtido uma eterna redenção.
13 Porque, se a aspersão do sangue de bodes e de touros, e das cinzas duma novilha santifica os contaminados, quanto à purificação da carne,
14 quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará das obras mortas a vossa consciência, para servirdes ao Deus vivo?”
Nota: Deus deu o santuário terrestre a Israel para eles entenderem o que Jesus iria, um dia, fazer no plano de salvação.
O pátio representa o que Jesus faria na Terra como nosso Salvador. O Lugar Santo e o Lugar Santíssimo representam o que Jesus faria no Céu para a nossa salvação (Hebreus 9:23).
Como é que o santuário terrestre ensina o plano da salvação? Vamos ver Levítico 4:29 “porá a mão sobre a cabeça da oferta pelo pecado, e a imolará no lugar do holocausto.”
Nota: No antigo Israel, quando alguém pecava levava uma oferta, um cordeiro, até ao pátio. O pecador confessava os seus pecados na cabeça do cordeiro inocente. Depois, com a sua própria mão, cortava o pescoço do cordeiro e matava-o. Jesus é o cordeiro que tira o pecado do mundo (João 1:29). Foi o nosso pecado que provocou a Sua morte. O santuário ensina-nos que precisamos dum Salvador que pode pagar o preço do pecado, para que possamos viver. Tal como o cordeiro não podia ter defeito, também o nosso Salvador tem de ser perfeito, sem pecado, para que possa pagar o preço do nosso pecado. A boa noticia é que Jesus é o Cordeiro de Deus sem mancha que deu voluntariamente a Sua vida por nós (1ª Pedro 1:19).
* O que acontecia depois com esta oferta?
Levíticos 4:
“30 Depois o sacerdote, com o dedo, tomará do sangue da oferta, e o porá sobre as pontas do altar do holocausto; e todo o resto do sangue derramará à base do altar.
31 Tirará toda a gordura, como se tira a gordura do sacrifício pacífico, e a queimará sobre o altar, por cheiro suave ao Senhor; e o sacerdote fará expiação por ele, e ele será perdoado.”
Nota: O sacerdote aspergia o sangue do animal nas quatro pontas do altar. A seguir queimava o animal ou a sua gordura no altar. Esta prática simbolizava o impacto que o pecado tem na Terra. Quando pecamos não nos magoamos apenas a nós. É como o efeito duma bola de neve, o sofrimento passa de pessoa para pessoa e de geração para geração. A oferta simbolizava a morte de Jesus no calvário.
A seguir o sumo-sacerdote lava-se na pia antes de levar o sangue para o Lugar Santo. Depois salpica o sangue nas quatro pontas do altar do incenso. Podemos ler isso em Levíticos 4:
“6 e, molhando o dedo no sangue, espargirá do sangue sete vezes perante o Senhor, diante do véu do santuário.
7 Também o sacerdote porá daquele sangue perante o Senhor, sobre as pontas do altar do incenso aromático, que está na tenda da revelação; e todo o resto do sangue do novilho derramará à base do altar do holocausto, que está à porta da tenda da revelação.”
Nota: Isto representava o impacto que o pecado tem não só nos seres que habitam na Terra, mas também o impacto que tem no Céu. Pense bem. Foi por causa do pecado que Jesus teve de deixar o Céu. Os anjos estão envolvidos em serviço a nosso favor, a tempo inteiro, porque somos pecadores. Não podemos compreender totalmente como é que o pecado afectou a vida no Céu.
Esta foi a primeira parte do nosso estudo, vamos parar aqui e continuar amanhã. Temos tanta coisa para dizer sobre este fantástico assunto que seria uma pena você cansar-se. Gostou desta parte? Então esteja atento porque não vamos demorar. Até lá que Deus o/a abençoe em Jesus. Amem.

segunda-feira, 1 de março de 2010

A PROFECIA DE TEMPO MAIS LONGO – 2 300 DIAS (II)

Vamos aprofundar mais acerca deste tema. Convido a ler Jeremias 7:1 “O pecado de Judá está escrito com um ponteiro de ferro; com ponta de diamante está gravado na tábua do seu coração e nas pontas dos seus altares.”
Nota: o sangue aspergido nas pontas simbolizava um registo escrito do pecado e da nossa confissão no Céu. No próximo estudo vamos ver que Deus tem um registo da vida de toda a gente no Céu. (Apoc. 20:12).
Tudo o que acabámos de ler fazia parte do chamado serviço diário. Todos os dias os pecadores traziam as suas ofertas, confessavam os pecados, ofereciam sacrifícios e transferiam o sangue para o Lugar Santo.
Mas, depois, havia um dia muito especial incluído nos serviços anuais. Este dia era chamado o Dia da Expiação ou de purificação do santuário.
O serviço anual está descrito em Hebreus 9.
Hebreus 9:7 “Mas na segunda só o sumo sacerdote, uma vez por ano, não sem sangue, o qual ele oferece por si mesmo e pelos erros do povo.”
Nota: Este serviço acontecia uma vez por ano. O sacerdote nunca podia entrar no Lugar Santíssimo, excepto neste dia. Este serviço tão especial chamava-se purificação do santuário. E é este evento que é referido em Daniel 8:14 “Ele me respondeu: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; então o santuário será purificado.”
Vamos ver a purificação do santuário e o seu significado actual. Vamos a Levíticos 16:
“15 Depois imolará o bode da oferta pelo pecado, que é pelo povo, e trará o sangue o bode para dentro do véu; e fará com ele como fez com o sangue do novilho, espargindo-o sobre o propiciatório, e perante o propiciatório;
16 e fará expiação pelo santuário por causa das imundícias dos filhos de Israel e das suas transgressões, sim, de todos os seus pecados. Assim também fará pela tenda da revelação, que permanece com eles no meio das suas imundícias.
17 Nenhum homem estará na tenda da revelação quando Arão entrar para fazer expiação no lugar santo, até que ele saia, depois de ter feito expiação por si mesmo, e pela sua casa, e por toda a congregação de Israel.
18 Então sairá ao altar, que está perante o Senhor, e fará expiação pelo altar; tomará do sangue do novilho, e do sangue do bode, e o porá sobre as pontas do altar ao redor.
19 E do sangue espargirá com o dedo sete vezes sobre o altar, purificando-o e santificando-o das imundícias dos filhos de Israel.”
Nota: Repare que no versículo 16 o sangue foi levado para o Lugar Santíssimo e foi aspergido no propiciatório que cobre a arca. Este sangue foi aspergido ali para “fazer expiação...por causa das IMUNDÍCIAS dos filhos de Israel e das suas transgressões, segundo TODOS os seus pecados.” Depois, era levado mais sangue e aspergido n altar do incenso no Lugar Santo (verso 18). O versículo 19 diz que este acto se destinava a PURIFICAR o altar das IMUNDÍCIAS de Israel. Esta é a purificação do santuário referida em Daniel 8.
Os altares precisavam de ser purificados cerimoniosamente por causa de “todos os seus pecados” (verso 16) que tinham sido cometidos durante o ano. Todos os dias do ano os pecadores tinham cometido e confessado pecados. Estes pecados eram representados como se fossem escritos no Céu pelo sangue que era aspergido nas pontas doa altar. No Dia da Expiação estes pecados eram todos apagados, esquecidos, de uma vez por todas, através da purificação do santuário.
Agora venha ler comigo em Levítico 23:
“27 Ora, o décimo dia desse sétimo mês será o dia da expiação; tereis santa convocação, e afligireis as vossas almas; e oferecereis oferta queimada ao Senhor.
28 Nesse dia não fareis trabalho algum; porque é o dia da expiação, para nele fazer-se expiação por vós perante o Senhor vosso Deus.
29 Pois toda alma que não se afligir nesse dia, será extirpada do seu povo.
30 Também toda alma que nesse dia fizer algum trabalho, eu a destruirei do meio do seu povo.
31 Não fareis nele trabalho algum; isso será estatuto perpétuo pelas vossas gerações em todas as vossas habitações.
32 Sábado de descanso vos será, e afligireis as vossas almas; desde a tardinha do dia nono do mês até a outra tarde, guardareis o vosso sábado.”
Nota: O Dai da Expiação era um dia muito solene. Nenhum trabalho era feito. As pessoas examinavam o seu coração para terem a certeza de que os pecados que confessaram durante o ano tinham passado por arrependimento e sido verdadeiramente esquecidos. Deus ordenou que todos aqueles que não participassem fossem sentenciados à morte (verso 29-30). Os judeus consideravam este dia como o dia do julgamento. Ainda hoje eles celebram o Dia da Expiação como o dia do julgamento, quando têm de responder perante Deus pelos pecados que cometeram durante o ano. Ouça esta citação de um livro judeu:
“É o Rosh Hashana, o dia do julgamento. Os pergaminhos do destino desenrolam-se perante o Senhor. Nestes pergaminhos cada Homem escreveu com a sua mão as suas acções do ano passado. Deus lê as entradas e profere o julgamento ... Yom Kippur, o último destes dias de graça é uma crise de confissão e arrependimento. À medida que o sol cai no horizonte, o pergaminho do destino fecha-se. Os destinos de todos os Homens para o ano seguinte estão selados. O julgamento anual termina ao pôr do Sol com um toque de corneta.” (Herman Wouk, This My God, /Este é o Meu Deus/ pp. 85-86.
Voltemos ao texto que estamos a estudar, Daniel 8:14 “Ele me respondeu: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; então o santuário será purificado.”
Nota: A purificação do santuário, o dia do julgamento, representa o julgamento nos últimos dias.
Já definimos as datas desta profecia e descobrimos que os 2 300 dias proféticos nos levam até 1844. Em 1844 Jesus começou o julgamento deste planeta. É a última data específica e significativa que nos é dada através da profecia.
Algumas pessoas têm medo do julgamento e de viver nos últimos dias. Não temos de ter medo se demos o nosso coração a Jesus. O santuário ensina-nos claramente isto. O pecador não precisa de morrer pelos seus pecados. Jesus já pagou o preço por nós! São boas notícias, não acha? Deus pode apagar a nossa culpa. Pode dar-nos paz interior. E tudo com um dom gratuito se simplesmente Lhe pedirmos que entre na nossa vida. Posso fazer-lhe uma pergunta? Já aceitou Jesus como seu salvador? Você pode no silêncio do seu espaço dizer: “Senhor por favor perdoa os meus pecados, eu aceito-Te como meu Salvador pessoal, agora. Amem.”

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

A PROFECIA MAIS IMPORTANTE DA BÍBLIA – DANIEL 9 (I)

HOJE vamos estudar a profecia mais importante na Bíblia. Ela confirma que Jesus é o Messias. Então, precisamos do poder do Espírito Santo de forma poderosa para que nos guie neste estudo.
Comecemos por ler a nossa Bíblia em Daniel 8:27: “E eu, Daniel, desmaiei, e estive enfermo alguns dias; então me levantei e tratei dos negócios do rei. E espantei-me acerca da visão, pois não havia quem a entendesse.”
Nota: No nosso último estudo lemos a visão que Daniel teve descrita no capítulo 8, acerca do carneiro, do bode e da ponta pequena. No fim da visão, ele diz que desmaiou e quando acordou não entendia a visão. Esta é uma declaração interessante porque Deus enviou o Seu anjo Gabriel para a explicar.
Daniel 8:16: “E ouvi uma voz de homem entre as margens do Ulai, a qual gritou, e disse: Gabriel, faze que este homem entenda a visão.”
Nota: Gabriel explicou a visão? Sim. Ele disse a Daniel que o carneiro simbolizava a Medo-Persia, o bode a Grécia e a ponta pequena é o reino seguinte. Mas repare que Gabriel não explicou os 2 300 dias. Primeiro vamos ler a profecia e depois vemos a forma com Gabriel a explica.
Daniel 8:13,14, 26:
“13 Depois ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão relativamente ao holocausto contínuo e à transgressão assoladora, e à entrega do santuário e do exército, para serem pisados?
14 Ele me respondeu: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; então o santuário será purificado.
26 E a visão da tarde e da manhã, que foi dita, é verdadeira. Tu, porém, cerra a visão, porque se refere a dias mui distantes.”
Nota: Gabriel não explica os 2 300 dias. Ele apenas diz a Daniel que os 2 300 dias são reais e que fazem parte da profecia, mas como o seu cumprimento está muito longínquo ele deverá selar a visão para o tempo futuro.
Portanto a única parte da profecia que Daniel não entendeu foi a dos 2 300 dias. Isto leva-nos a Daniel 9, acerca de 12 anos mais tarde.
Daniel 9:1,2:
“1 No ano primeiro de Dario, filho de Assuero, da linhagem dos medos, o qual foi constituído rei sobre o reino dos caldeus.
2 no ano primeiro do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número de anos, de que falara o Senhor ao profeta Jeremias, que haviam de durar as desolações de Jerusalém, era de setenta anos.”
Nota: Não acha interessante o capítulo 8 terminar com Daniel a não entender a profecia de tempo e o capítulo 9 começar com ele a estudar para entender essa profecia? Por que será que isto acontece? Daniel quer entender os 2 300 dias e saber como é que eles estão relacionados com o seu povo.
Sabe, os 2 300 dias previram o tempo em que o santuário iria permanecer desolado.
Daniel 8:13,14: “Depois ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão relativamente ao holocausto contínuo e à transgressão assoladora, e à entrega do santuário e do exército, para serem pisados? Ele me respondeu: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; então o santuário será purificado.”
Nota: Daniel está a tentar entender como é que estes 2 300 dias estão relacionados com o santuário de Jerusalém, que Nabucodonosor tinha destruído muitos anos antes. Ao estudar as profecias de Jeremias, Daniel fica a saber que Deus disse que os judeus permaneceriam em Babilónia durante 70 anos. Na altura dos acontecimentos de Daniel 9 aproxima-se esse período de 70 anos. Daniel está a tentar encaixar tudo. Ele pensa que talvez Deus lhe esteja a dizer que eles permaneciam em Babilónia por mais de 70 anos e que irá adicionar mais 2 300 dias ao seu cativeiro.
Deixe-me mostrar-lhe como é que ele sabe isto:
Daniel 9:17-19:
“Agora, pois, ó Deus nosso, ouve a oração do teu servo, e as suas súplicas, e sobre o teu santuário assolado faze resplandecer o teu rosto, por amor do Senhor. Inclina, ó Deus meu, os teus ouvidos, e ouve; abre os teus olhos, e olha para a nossa desolação, e para a cidade que é chamada pelo teu nome; pois não lançamos as nossas súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças, mas em tuas muitas misericórdias. Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e põe mãos à obra sem tardar, por amor de ti mesmo, ó Deus meu, porque a tua cidade e o teu povo se chamam pelo teu nome.”
Nota: Daniel está a orar pelo santuário que está destruído. é disto que trata a profecia dos 2 300 dias (Daniel 8:13,14). Vemos que a tristeza do seu coração é expresso aqui na última parte da sua oração no versículo 19. Ele roga a Deus para que não tarde. O que é que significa “não tardar”? Não atrasar. O que é que ele não quer que seja atrasado? O seu regresso de Babilónia para Israel para poderem reconstruir o santuário.
O que o levaria a pensar que Deus estava a considerar a hipótese de atrasar o seu regresso? Não tinha Deus declarado que eles estariam em Babilónia durante 70 anos? (Jeremias 29:10). Sim, mas agora Daniel tinha esta profecia dos 2 300 dias que parecia indicar um prolongamento do seu cativeiro. E como o anjo não a tinha explicado, Daniel está à procura do seu significado e a orar acerca disso. É exactamente nesta altura que Gabriel regressa. Lemos isto em Daniel 9:20-22:
“20 Enquanto estava eu ainda falando e orando, e confessando o meu pecado, e o pecado do meu povo Israel, e lançando a minha súplica perante a face do Senhor, meu Deus, pelo monte santo do meu Deus,
21 sim enquanto estava eu ainda falando na oração, o varão Gabriel, que eu tinha visto na minha visão ao princípio, veio voando rapidamente, e tocou-me à hora da oblação da tarde.
22 Ele me instruiu, e falou comigo, dizendo: Daniel, vim agora para fazer-te sábio e entendido.”
Nota: Daniel refere-se a Gabriel como “o varão Gabriel, que tinha visto na SUA visão ao princípio.” Em que visão é que ele viu Gabriel? Capítulo 8. Gabriel diz: “Daniel, AGORA saí para fazer-te entender o sentido.” Consegue ver a ligação entre estes dois capítulos? Gabriel está a dizer: “Voltei para te explicar a parte da profecia que deixei sem explicação.”
Sendo assim, seria de esperar que a sua explicação começasse por referir tempo. Vamos ler.
Daniel 9:24 “Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo.”
Nota: então, esta profecia tem a ver com a explicação de Gabriel dos 2 300 dias e da forma como eles estão relacionados com os judeus e o santuário.
O que é que significa 70 semanas “estão determinadas sobre” o judeus? A palavra “determinadas” aqui é uma palavra important. Na língua original a palavra usada é “chathak” que significa “cortar”. Portanto, a frase significa que 70 semanas são “cortadas” para o povo de Daniel, os judeus. Daniel estava a orar para obter uma resposta acerca de como os 2 300 dias estão relacionados com o seu povo e com o templo. Gabriel diz que 70 semanas (ou 490 dias – dias por semana, 7 X 70 = 490 dias) desses 2 300 dias se referem ao povo de Israel, a que pertencia o santuário.
Vamos ver como as 70 semanas se cumpriram com o povo de Israel. Daniel 7:25 “Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos.”
Nota: A profecia de tempo começaria com o decreto para reconstruir e restaurar Jerusalém.
A Bíblia diz-nos quando é que este decreto saiu.
Esdras 7:
“7 Também subiram a Jerusalém alguns dos filhos de Israel, dos sacerdotes, dos levitas, dos cantores, dos porteiros e dos netinins, no sétimo ano do rei Artaxerxes.
11 Esta é, pois, a cópia da carta que o rei Artaxerxes deu a Esdras, o sacerdote, o escriba instruído nas palavras dos mandamentos do Senhor e dos seus estatutos para Israel:
12 Artaxerxes, rei dos reis, ao sacerdote Esdras, escriba da lei do Deus do céu: Saudações.
13 Por mim se decreta que no meu reino todo aquele do povo de Israel, e dos seus sacerdotes e levitas, que quiser ir a Jerusalém, vá contigo.”
Nota: Em 457 a.C., o sétimo ano de Artaxerxes. O rei fez um decreto que autorizava o regresso dos judeus a Israel e deu-lhes autorização para restaurarem o tempo e adorarem nele.
Ver: Esdras 6:14 menciona três decretos, sendo o último, o de Artaxerxes, o que conta como o decreto para completar a reconstrução.
Nota: Agora temos o nosso ponto de partida para contar as 70 semanas ou 490 dias. O que iria acontecer durante este tempo? Vamos ver.
Daniel 9:25 “Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos.”
Nota: Segundo este versículo, estão previstos dois acontecimentos que terão lugar durante dois períodos de tempo. Os dois eventos são: “restaurar e edificar Jerusalém” e “até ao Messias, o Príncipe.” Os dois períodos de tempo são sete semanas e sessenta e duas semanas. Gabriel está a dizer que demorará sete semanas para reconstruir Jerusalém e mais sessenta e duas semanas até ao Messias.
Agora temos de recorrer a algo que já estudámos num estudo anterior. A que é que equivale um dia na profecia? (Resposta: Um dia simboliza um ano literal. Ver Números 14:34 e Ezequiel 4:6) Então os 490 dias simbólicos representam na realidade 490 anos literais.
Dado que esta profecia de tempo se inicia em 457 a.C, as 7 semanas/49 anos para construir Jerusalém levam-nos ao ano 408 a.C. (gráfico). Então as 62 semanas/434 anos levam-nos ao ano 27 d.C. até ao Messias, o Príncipe.
Ver: Lembre-se que não existe ano 0 (zero) quando contamos de a.C. a d.C. É por essa razão que adicionamos um ano quando fazemos o cálculo)
Vamos ver como Jesus cumpriu esta profecia no ano 27 d.C. A palavra hebraica para Messias significa ungido. A palavra grega para ungido é Cristo. Messias e Cristo significam a mesma coisa. Assim, a profecia prevê a unção de Jesus como libertador do povo de Deus.
Portanto a pergunta natural é: “Como é que Jesus foi ungido?”
Vamos continuar este estudo nos próximos dias. Se gostou e foi de força espiritual para si não perca a continuação. O final é sempre o melhor.
Deus o abençoe em Jesus. Amem.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

A PROFECIA MAIS IMPORTANTE DA BÍBLIA – DANIEL 9 (II)

Olá, tudo bem?
Vamos continuar o nosso estudo sobre Daniel 9. a questão que colocámos: “Como é que Jesus foi ungido?” vamos ler:
Actos 10:37 “Esta palavra, vós bem sabeis, foi proclamada por toda a Judéia, começando pela Galileia, depois do baptismo que João pregou,”
Nota: Jesus foi ungido com o Espírito Santo. Quando é que Ele foi ungido com o Espírito?
Lucas 3:21”Quando todo o povo fora batizado, tendo sido Jesus também batizado, e estando ele a orar, o céu se abriu”
Nota: No Seu baptismo.
Leia o que Jesus disse imediatamente depois do Seu baptismo.
Lucas 4:
“18 O Espírito do Senhor está sobre mim, porquanto me ungiu para anunciar boas novas aos pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos, e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos,
19 e para proclamar o ano aceitável do Senhor.”
Nota: Ele diz que foi ungido com o Espírito. Agora quero contar-lhe algo maravilhoso. A única data que nos é dada acerca da vida de Jesus é a data do Seu baptismo – a data em que é ungido. Isto acontece porque essa é a data que confirma a profecia de Daniel 8 e 9. prova que Jesus foi baptizado exactamente nesse ano. Vamos ler:
Lucas 3:
“1 No décimo quinto ano do reinado de Tibério César, sendo Pôncio Pilatos governador da Judéia, Herodes tetrarca da Galiléia, seu irmão Filipe tetrarca da região da Ituréia e de Traconites, e Lisânias tetrarca de Abilene,
2 sendo Anás e Caifás sumos sacerdotes, veio a palavra de Deus a João, filho de Zacarias, no deserto.
3 E ele percorreu toda a circunvizinhança do Jordão, pregando o batismo de arrependimento para remissão de pecados.”
Nota: O quinto ano de Tibério foi 27 d.C. Depois de ser baptizado, Jesus começou a pregar declarando que tinha cumprido esta profecia de tempo. Pode ver em Marcos 1:
“14 Ora, depois que João foi entregue, veio Jesus para a Galiléia pregando o evangelho de Deus
15 e dizendo: O tempo está cumprido, e é chegado o reino de Deus. Arrependei-vos, e crede no evangelho.”
Nota: Jesus disse: “O tempo está cumprido.” Não foi uma declaração casual. Ele está a pregar o cumprimento das 70 semanas. O que é mais interessante aqui é que Jesus sabia exactamente quando começar o Seu ministério público devido à profecia de Daniel 9. aos 12 anos Jesus teve conhecimento da Sua missão (Lucas 2:49-52). Mas Ele esperou até ao ano 27 d.C. para sair de casa e começar o Seu ministério público. Se Jesus tivesse iniciado o seu ministério um ano mais cedo ou mais tarde, não teria cumprido esta profecia. Então agora estamos nas 69 semanas desta profecia.
Agora deixe-me fazer-lhe uma pergunta. Quanto tempo durou o ministério de Jesus? Três anos e meio. Tal como a profecia de Daniel previu o ano em que Jesus daria início ao Seu ministério, ela também previu quando o terminaria. Jesus compreendia que havia um tempo previsto para a Sua morte.
Vamos ver como a profecia previu a morte de Jesus.
Daniel 9:26 “E depois de sessenta e duas semanas será cortado o ungido, e nada lhe subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações.”
Nota: O Messias seria cortado, mas não para Ele mesmo. Ser cortado significa ser morto. (Ver Isaías 53:8 onde está previsto que Jesus seria “cortado da terra dos viventes” por causa dos nossos pecados.)
Daniel 9:27 “E ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador; e até a destruição determinada, a qual será derramada sobre o assolador.”
Nota: Aqui diz que no meio da semana Ele fará “cessar o sacrifício e a oferta de manjares.” Metade de uma semana são 3 dias e meio. É por isso que o ministério de Jesus durou exactamente 3 anos e meio e que Ele não permitiu que o matassem antes do Seu tempo.
Vamos ler como é que Jesus não Se expôs à morte antes do Seu tempo.
João 7:
“1 Depois disto andava Jesus pela Galiléia; pois não queria andar pela Judéia, porque os judeus procuravam matá-lo.
2 Ora, estava próxima a festa dos judeus, a dos tabernáculos.
3 Disseram-lhe, então, seus irmãos: Retira-te daqui e vai para a Judéia, para que também os teus discípulos vejam as obras que fazes.
4 Porque ninguém faz coisa alguma em oculto, quando procura ser conhecido. Já que fazes estas coisas, manifesta-te ao mundo.
5 Pois nem seus irmãos criam nele.
6 Disse-lhes, então, Jesus: Ainda não é chegado o meu tempo; mas o vosso tempo sempre está presente.
7 O mundo não vos pode odiar; mas ele me odeia a mim, porquanto dele testifico que as suas obras são más.
8 Subi vós à festa; eu não subo ainda a esta festa, porque ainda não é chegado o meu tempo.
9 E, havendo-lhes dito isto, ficou na Galiléia.”
Nota: Este capítulo acontece no Outono do ano 30 d.C., depois de 3 anos de ministério público. Ele sabe que se aceitar o desafio dos Seus irmãos para ir a Jerusalém abertamente e provar que é o Messias, os líderes judeus O matarão. Mas fazê-lo no ano 30 d.C., significaria que morreria seis meses mais cedo e não cumpriria a profecia. Por isso Ele não cede a essa tentação.
Mas repare no que Jesus fez quando se encontra exactamente a 3 anos e meio depois do Seu baptismo – “na metade da semana.”
João 13:1 “Antes da festa da páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, e havendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim.”
Nota: Jesus sabia que a Sua hora tinha chegado. Como é que Ele sabia isso? Ele baseou-se na profecia de Daniel 9. Tal como esta profecia Lhe disse quando começar o Seu ministério, ela também Lhe disse quando ele terminaria.
Até as últimas palavras de Jesus na cruz são significativas à luz desta profecia.
João 19:
“28 Depois, sabendo Jesus que todas as coisas já estavam consumadas, para que se cumprisse a Escritura, disse: Tenho sede.
29 Estava ali um vaso cheio de vinagre. Puseram, pois, numa cana de hissopo uma esponja ensopada de vinagre, e lha chegaram à boca.
30 Então Jesus, depois de ter tomado o vinagre, disse: está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.”
Nota: Ele clamou. “Está consumado.” Completou a Sua missão.
Mateus 27:
“50 De novo bradou Jesus com grande voz, e entregou o espírito.
51 E eis que o véu do santuário se rasgou em dois, de alto a baixo; a terra tremeu, as pedras se fenderam.”
Nota: Por altura da Sua morte, no templo, o véu que separava o Lugar Santíssimo do Lugar Santo foi rasgado em dois pela mão de Deus. assim ficou aberto o caminho para o Lugar Santíssimo, onde ninguém antes tinha entrado com a excepção do Sumo-sacerdote. Com o rasgar do véu Deus revela que pôs um fim ao sistema sacrificial. Já não havia necessidade dele. Jesus morreu na cruz como nosso sacrifício pelos pecados. São boas notícias, não são?
Jesus morreu no ano 31 d.C., a meio da última semana desta profecia. Os restantes 3 anos e meio foram cumpridos pelos apóstolos dando ao povo de Israel uma oportunidade de se arrepender e seguir Jesus. Vamos ver o que aconteceu no fim das 70 semanas.
Actos 7:
“59 Apedrejavam, pois, a Estêvão que orando, dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito.
60 E pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. Tendo dito isto, adormeceu. E Saulo consentia na sua morte.”
Actos 8:
“1 Naquele dia levantou-se grande perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém; e todos exceto os apóstolos, foram dispersos pelas regiões da Judéia e da Samária.
2 E uns homens piedosos sepultaram a Estêvão, e fizeram grande pranto sobre ele.
3 Saulo porém, assolava a igreja, entrando pelas casas e, arrastando homens e mulheres, os entregava à prisão.
4 No entanto os que foram dispersos iam por toda parte, anunciando a palavra.
5 E descendo Filipe à cidade de Samária, pregava-lhes a Cristo.”
Nota: Quando Estêvão foi sentenciado à morte pela instituição jurídica mais importante dos judeus (o Sinédrio) Deus permitiu que os apóstolos fossem pregar o evangelho por todo o lado. Quando Israel apedrejou Estêvão eles diziam. “Não queremos este Jesus.” Com isto Deus disse: Se vos recusais a fazê-lo, eu irei a outros par que levem o evangelho ao mundo.”
Estêvão foi apedrejado no ano 34 d.C., no fim das 70 semanas. O aceitarem como seu Senhor, mas eles recusaram. Agora Ele recorre aos gentios. Individualmente os israelitas ainda podiam ser salvos, mas como nação Israel já não era apontada como Seu porta-voz.
(Mateus 21:42-45 especialmente os vs. 42,45 comparando com 1 Pedro 2:4-10).
Para mim o que é mais notável nesta profecia é a exactidão com que Deus previu a vida e a morte de Jesus. Ainda mais notável é a forma como Jesus foi obediente à visão e se ofereceu voluntariamente como sacrifício pelos nossos pecados. Isso dá-me ânimo. Por vezes Deus chama-nos ou permite que tenhamos experiências que, por vontade própria, não teríamos. Mas temos a certeza de qe se formos corajosos, se confiarmos em Deus e Lhe obedecermos, Ele abençoar-nos-á com a capacidade de O glorificar na nossa vida. Eu quero fazer isso, e você?
Até aqui já estudámos as primeiras 70 semanas ou 490 anos dos 2 300 dias. Isto significa que ainda temos 1810 anos por explicar. No nosso próximo estudo vamos ver a data final dos 2 300 dias proféticos.
Decida dar a Jesus a sua vida. Chegou o tempo.