sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

UM ATAQUE AUDAZ CONTRA DEUS - DANIEL 8 (I)



Hoje vamos estudar Daniel 8 e ver como a ponta pequena atacou com audácia Jesus e a Sua verdade. Antes de continuar o nosso estudo, gostaria de saber se estudou o assunto anterior: A PONTA PEQUENA DA PROFECIA – DANIEL7? Seria bom que o analisasse, no entanto, poder ser que esteja só interessado/a no tema de hoje, oro a Deus para que o Espírito dos profetas o/a guie.

Vamos abrir a nossa Bíblia em Daniel 8:1-4 (vou postar todos os textos bíblicos):
“1 No ano terceiro do reinado do rei Belsazar apareceu-me uma visão, a mim, Daniel, depois daquela que me apareceu no princípio.
2 E na visão que tive, parecia-me que eu estava na cidadela de Susã, na província de Elão; e conforme a visão, eu estava junto ao rio Ulai.
3 Levantei os olhos, e olhei, e eis que estava em pé diante do rio um carneiro, que tinha dois chifres; e os dois chifres eram altos; mas um era mais alto do que o outro, e o mais alto subiu por último.
4 Vi que o carneiro dava marradas para o ocidente, e para o norte e para o sul; e nenhum dos animais lhe podia resistir, nem havia quem pudesse livrar-se do seu poder; ele, porém, fazia conforme a sua vontade, e se engrandecia.” (Daniel 8:1 a 4)
Nota: Daniel teve uma visão. A primeira coisa que viu foi um carneiro. O que este carneiro tem de interessante é que ele tem uma ponta maior que a outra.
Hoje, quero mostra-lhe como usar as ferramentas de interpretação da profecia. Vai interpretar esta e eu vou ajudá-lo/a.
O que representa um animal na profecia na profecia bíblica? (Daniel 7:17,23)) (Um reino)
Então este carneiro representa uma nação. A pergunta é: “Que reino?”
Lembre-se do principio de repetição e ampliação de que falamos no estudo anterior (Clicar). Lembre-se que vimos o assunto de Daniel 2 se repetiu em Daniel 7. Vamos usar Daniel 7 para entender o capítulo 8. Qual é o animal em Daniel 7 que partilha a característica semelhante de ter um lado mais alto que o outro? (Resposta: o urso. Daniel 7:5) Que nação representava o urso? (Resposta: Medo-Pérsia.) Então vamos concluir que o urso representa o reino da Medo-Pérsia.
Vamos ler o que acontece a seguir: Daniel 8:5-7:
“5 E, estando eu considerando, eis que um bode vinha do ocidente sobre a face de toda a terra, mas sem tocar no chão; e aquele bode tinha um chifre notável entre os olhos.
6 E dirigiu-se ao carneiro que tinha os dois chifres, ao qual eu tinha visto em pé diante do rio, e correu contra ele no furor da sua força.
7 Vi-o chegar perto do carneiro; e, movido de cólera contra ele, o feriu, e lhe quebrou os dois chifres; não havia força no carneiro para lhe resistir, e o bode o lançou por terra, e o pisou aos pés; também não havia quem pudesse livrar o carneiro do seu poder.”
Nota: um bode veio e destruiu o carneiro. A característica interessante do bode é que ele corria rapidamente sem tocar no chão (v.5).
Daniel 8:8 “O bode, pois, se engrandeceu sobremaneira; e estando ele forte, aquele grande chifre foi quebrado, e no seu lugar outros quatro também notáveis nasceram para os quatro ventos do céu.”
Nota: O bode tinha uma ponta grande que se partiu e foi substituída por quatro pontas.
Em Daniel 7 que animal era conhecido pela sua grande velocidade e se dividiu em quatro partes? (Resposta: o leopardo. Daniel 7:6) Em Daniel 7 que nação representava o leopardo? (Resposta: a Grécia). Digamos que este bode representa a Grécia e a divisão do império entre os quatro generais de Alexandre, após a sua morte.
Continuamos a ler para descobrir a parte seguinte da profecia.
Daniel 8:9 “Ainda de um deles saiu um chifre pequeno, o qual cresceu muito para o sul, e para o oriente, e para a terra formosa.”
Nota: a seguir cresceu uma ponta pequena e tornou-se grande.
Daniel 8:10 “e se engrandeceu até o exército do céu; e lançou por terra algumas das estrelas desse exército, e as pisou.”
Nota: Opôs-se ao exército do Céu.
Daniel 8:11 “Sim, ele se engrandeceu até o príncipe do exército; e lhe tirou o holocausto contínuo, e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo.”
Nota: Exaltou-se contra o Príncipe do exército, retirou o sacrifício contínuo, e derrubou o lugar do santuário.
Daniel 8:12 “E o exército lhe foi entregue, juntamente com o holocausto contínuo, por causa da transgressão; lançou a verdade por terra; e fez o que era do seu agrado, e prosperou.”
Nota: Ele lançou a verdade por terra, pôs isso em prática e prosperou.
Em Daniel 7 vemos novamente uma ponta pequena profetizada? (Resposta. Sim. Daniel 7:8). O que é que ela representava? (O papado romano). Podemos dizer então que a ponta pequena do capítulo 8 é o papado romano.
Na visão o que acontece a seguir?
Daniel 8:13-14:
“13 Depois ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão relativamente ao holocausto contínuo e à transgressão assoladora, e à entrega do santuário e do exército, para serem pisados?
14 Ele me respondeu: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; então o santuário será purificado.”
Nota: Daniel ouve a pergunta que é feita: “Até quando durará” tudo isto? A resposta é 2 300 dias.
O que iria acontecer depois da ponta pequena em Daniel 7? (Daniel 7:9,10). O julgamento é estabelecido. Podemos dizer que os 2 300 dias estão relacionados com o julgamento.
Agora vamos rever o que temos até aqui:
• O cordeiro é a Medo-Pérsia.
• O bode é a Grécia. As suas quatro pontas representam a divisão do império de Alexandre entre os seus quatro generais.
• A ponta pequena é Roma e o papado.
• 2 300 dias estão em paralelo com o início do julgamento.
Temos estado a usar o princípio de repetição e acréscimo para nos ajudar a interpretar esta profecia. Agora vamos ler o resto do capítulo 8 para ver se estamos correctos.
Daniel 8:15-19:
“15 Havendo eu, Daniel, tido a visão, procurei entendê-la, e eis que se me apresentou como que uma semelhança de homem.
16 E ouvi uma voz de homem entre as margens do Ulai, a qual gritou, e disse: Gabriel, faze que este homem entenda a visão.
17 Veio, pois, perto de onde eu estava; e vindo ele, fiquei amedrontado, e caí com o rosto em terra. Mas ele me disse: Entende, filho do homem, pois esta visão se refere ao tempo do fim.
18 Ora, enquanto ele falava comigo, caí num profundo sono, com o rosto em terra; ele, porém, me tocou, e me pôs em pé.
19 e disse: Eis que te farei saber o que há de acontecer no último tempo da ira; pois isso pertence ao determinado tempo do fim.”
Nota: Deus envia o anjo Gabriel ordenando-lhe que faça com que Daniel entenda a sua visão. Gabriel explica que o sonho esteder-se-á até ao tempo do fim. Veja a interpretação de Gabriel.
Daniel 8:20 “Aquele carneiro que viste, o qual tinha dois chifres, são estes os reis da Média e da Pérsia.”
Nota: O carneiro é o império Medo-Persa. Portanto está certo!
Daniel 8:21 “Mas o bode peludo é o rei da Grécia; e o grande chifre que tinha entre os olhos é o primeiro rei.”
Nota: O bode é o reino da Grécia. Também está certo!
Daniel 8:21 (última parte). A ponta grande é o primeiro rei, Alexandre o Grande.
Daniel 8:22 “O ter sido quebrado, levantando-se quatro em lugar dele, significa que quatro reinos se levantarão da mesma nação, porém não com a força dele.”
Nota: As quatro pontas são os quatro generais que herdaram o reino de Alexandre.
Portanto o anjo confirma o que dissemos. Não acha interessante perceber como a Bíblia se interpreta a si mesma? Mas ainda não acabámos.
Que nação veio a seguir à Grécia? (Resposta: Roma). Veja como, em Daniel 8, a ponta pequena é usada para descrever a nação que vem depois da Grécia. Vamos ler o que o anjo diz acerca deste poder.
Está de acordo se paramos por aqui? Ainda temos tanta informação bíblica sobre este assunto. Seria uma pena não o aprofundar! Espero por você, Deus o/a abençoe em Jesus. Amem!

UM ATAQUE AUDAZ CONTRA DEUS - DANIEL 8 (II)

Este estudo temos seguido o caminho da Bíblia e nela tem-nos sido revelado a sucessão dos impérios, ou dizem alguns autores, “a História” A um reino (características mundiais) tem se sucedido outro e assim será até aos últimos acontecimentos “tudo o que está escrito é para nosso ensino”. Para dar continuidade devemos ler: Daniel 8:23-25.

“23 Mas, no fim do reinado deles, quando os transgressores tiverem chegado ao cúmulo, levantar-se-á um rei, feroz de semblante e que entende enigmas.
24 Grande será o seu poder, mas não de si mesmo; e destruirá terrivelmente, e prosperará, e fará o que lhe aprouver; e destruirá os poderosos e o povo santo.
25 Pela sua sutileza fará prosperar o engano na sua mão; no seu coração se engrandecerá, e destruirá a muitos que vivem em segurança; e se levantará contra o príncipe dos príncipes; mas será quebrado sem intervir mão de homem.”
Nota: Daniel não refere o nome de Roma para evitar que, mais tarde na História, Roma se enfurecesse, mas ele descreve-a em pormenor.Em Daniel 7 também temos uma ponta pequena. Ela representa o papado romano. Aqui em Daniel 8, também é representada Roma. Mas aqui é Roma nas suas duas fases – a Roma pagã e a Roma papal.
Isto é um acréscimo ao que foi apresentado em Daniel 7. Neste capítulo a profecia estava concentrada no tempo em que a ponta pequena iria surgir e nas suas raízes políticas em Roma. Mas no capítulo 8 a profecia concentra-se nas raízes filosóficas da Grécia.
Tal como a Enciclopédia Católica do Século XX declara: “Ela (a Igreja Católica) copiou a sua organização do império romano, preservou e fez prosperar as instituições filosóficas de Sócrates, Platão e Aristóteles.” (Vol. 88, pág. 85.)
Vamos ver como a Roma pagã e a Roma papal cumpriram esta profecia.
“Daniel 8: 24 Grande será o seu poder, mas não de si mesmo; e destruirá terrivelmente, e prosperará, e fará o que lhe aprouver; e destruirá os poderosos e o povo santo.”
Nota: “destruirá os poderosos e o povo santo.” A Roma pagã perseguiu os cristãos do primeiro século atirando-os aos leões, queimando-os, etc. a Roma papal fez a mesma coisa. Perseguiu aqueles que não estavam de acordo com as filosofias gregas pagãs que ela introduziu na Igreja.
“Daniel 8:25 Pela sua sutileza fará prosperar o engano na sua mão; no seu coração se engrandecerá, e destruirá a muitos que vivem em segurança; e se levantará contra o príncipe dos príncipes; mas será quebrado sem intervir mão de homem.”
Nota: “Pela sua sutileza fará prosperar o engano.” A Roma pagã usou o engano para conquistar os cristãos. No início os imperadores romanos tentaram destruir o cristianismo perseguindo os cristãos. Mas quanto mais cristãos matavam, mais conversões havia. Finalmente, o imperador Constantino conseguiu um plano eficiente. Ele converteu-se ao cristianismo e disse aos cristãos que já não os mataria. Depois definiu uma táctica apra trazer a sua antiga adoração pagã para a Igreja. A Igreja estava tão contente por se libertar da perseguição que muitos líderes da Igreja cederam perante essas transgressões. Deuses pagãos receberam nomes cristãos para que fossem aceites pelos cristãos. Ídolos, orações aos santos e muitas outras doutrinas não bíblicas entraram na Igreja durante este período.
A Roma papal também usou uma política falaciosa. Os papas disseram às pessoas que eles eram os porta-vozes de Deus na Terra. Afastaram as pessoas da Bíblia e declararam que as tradições da Igreja eram mais importantes que a apalavra de Deus. as pessoas ficaram na ignorância e a Igreja entrou num período de corrupção obscura enquanto os papas incorporavam as transgressões de Constantino nas doutrinas oficiais da Igreja.
Daniel 8:25 (ler) “e se levantará contra o príncipe dos príncipes.” O príncipe dos príncipes é Jesus. A Roma pagã insurgiu-se contra Jesus quando Pilatos, o governador romano, enviou Jesus para a morte e os soldados romanos O crucificaram. A Roma papal insurgiu-se contra Jesus quando o sacerdote substituiu Jesus como meio de salvação ao usar o confessionário e a eucaristia. Ouça o que estas declarações oficiais da Igreja dizem acerca disso:
“O padre ora meramente para que os seus pecados sejam perdoados? Não, actuando como instrumento de Deus e ministro ordenado, ele perdoa verdadeiramente os pecados.” (Reverendo William J. Cogan, Catecismo para Adultos, p. 78 – Chicago, Il: Adult Catechetical Teaching Aids Foundation, 1975)
“Isto não é uma mera repetição ritual ou um exercício psicológico” (Ibid.).
“O padre perdoa realmente os seus pecados? ...o padre perdoa realmente os seus pecados. O padre não ´reza´meramente pelos seus pecados” (Ibid, p. 80).
“Cristo deixou o seu sacerdote...para ocupar o Seu lugar na Terra com mediador entre Deus e o homem.” (St. Alphonsus de Liguori, Dignity and Duties of the Priest or Self, - Redemptorist Fathers of Brooklyn, pag. 34).
“O padre detém o lugar do próprio Salvador ...ele absolve do pecado.” (Ibid, pág. 34).
É evidente que ninguém pode perdoar os nossos pecados, só Jesus o pode fazer (1ª Timóteo 2:5). Todos os cristãos concordam com isto, não acha?
Portanto a ponta pequena representa claramente tanto a Roma paga como a papal.
Agora, a segunda parte da visão tem a ver com os 2 300 dias. Vamos ver a interpretação dada pelo anjo Gabriel.
Daniel 8:26-27:
“26 E a visão da tarde e da manhã, que foi dita, é verdadeira. Tu, porém, cerra a visão, porque se refere a dias mui distantes.
27 E eu, Daniel, desmaiei, e estive enfermo alguns dias; então me levantei e tratei dos negócios do rei. E espantei-me acerca da visão, pois não havia quem a entendesse.”
Nota: Gabriel diz a Daniel que a visão da tarde e da manhã é verdadeira, mas que será cumprida num futuro muito longínquo e que ele deveria fechar o livro. Daniel desmaia, mas quando acorda diz que não entendeu a visão.
Que parte é que ele não entendeu? Ele entendeu a parte do carneiro, do bode e das pontas. O anjo explicou-lhe cada um destes símbolos. Os 2 300 dias ficaram por explicar.
Na próxima semana vamos estudar Daniel 9 para vermos que Gabriel volta para explicar a profecia dos 2 300 dias, que acaba por ser a profecia mais importante da Bíblia.
Penso que seria bom pensarmos acerca do significado espiritual do que lemos hoje. Esta profecia mostra até que ponto o diabo vai para manter Jesus afastado de nós. Ele usou a Roma pagã para matar Jesus. Ele usou o papado para substituir o significado da morte de Jesus. Mas Deus é mais poderoso. Deus revelou as tácticas do inimigo há muito há muito tempo atrás. Entender esta profecia era uma fonte de poder para os cristãos ao longo dos séculos e ela pode ajudar-nos hoje também. Não temos de ficar na ignorância. Podemos entender a verdade. E, o mais importante de tudo, podemos dar as nossas vidas a Jesus e sentir a Sua paz no nosso coração.
Guarde estas palavras no seu coração e receberá força para viver com Deus. Amem.


domingo, 14 de fevereiro de 2010

0 ENGANO FINAL

Satanás, há muito tempo, tem estado a preparar-se para o seu esforço final com o propósito de enganar o mundo. O fundamento da sua obra foi posto na afirmação a Eva no Éden: "É certo que não morrereis." Génesis 3:4. Pouco a pouco ele tem preparado o caminho para a sua magistral obra de engano: O desenvolvimento do espiritismo. Ainda não conseguiu realizar completamente os seus desígnios; mas estes serão atingidos no fim do que resta do tempo. Diz o profeta: "Vi... três espíritos imundos semelhantes a rãs... São espíritos de demónios operadores de sinais e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande dia do Deus Todo Poderoso." Apocalipse 16:13.14. Salvo os que estiverem guardados pelo poder de Deus, mediante a fé em Sua Palavra, o mundo todo será envolvido por este engano. O povo está se deixando adormecer rapidamente, acalentado por uma segurança fatal e somente despertará com o derramamento da ira de Deus.
Os que não estão dispostos a aceitar as verdades claras e incisivas da Bíblia, procuram continuamente fábulas agradáveis, que acalmem a consciência. Quanto menos espirituais, altruístas e mais "ego"  forem as doutrinas apresentadas, tanto maior será o favor com que serão recebidas. Demasiado sábios no seu próprio conceito para examinarem as Escrituras sem contrição de alma e sem fervorosa oração rogando a guia divina, deixam de ter o escudo contra o engano. Satanás está pronto para suprir o desejo do coração, e apresenta os seus enganos em lugar da verdade. Foi assim que o papado alcançou o seu poderio sobre o entendimento dos homens; e, pela rejeição da verdade, visto como ela implica uma cruz, os protestantes estão também seguindo o mesmo caminho. Todos os que negligenciam a Palavra de Deus a fim de estudarem conveniências e expedientes para que se não achem em desacordo com o mundo, serão deixados a acolher condenável heresia em lugar da verdade bílica. Toda a forma inimaginável de erro será aceite pelos que voluntariamente rejeitam a verdade. Quem olha com levianamente para um engano, receberá facilmente outro. O apóstolo Paulo, falando de uma classe de pessoas que, "não receberam o amor da verdade para se salvarem", declara: "Por isso Deus lhes enviará a operação do erro para que creiam na mentira: para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniquidade". 2 Tessalonicenses 2:10-12.
"PALAVRAS QUE MURMURAM"
"Há um extenso interesse nos fenómenos psíquicos (chamados psi) em Washington.' A qualquer momento dado, aproximadamente um quarto dos membros do Congresso estarão activamente interessados em psi, seja pelo restabelecimento da saúde, profecia, visão distante ou manifestações físicas, poderes psíquicos (tais como dobrar colheres, apagar programas de computador)' de acordo com o Representante Charlie Rose (D.N.C.)... que fundou a Câmara de Compensação do Congresso sobre o Futuro, um tribunal que outorgou a alguns psíquicos, uma plataforma na capital... Fontes de informação dizem que os muitos simpatizantes da psi na capital. satisfazem a sua curiosidade na Zona Tenebrosa, consultando em particular os videntes e discutindo este tema com os seus colegas que pensam igual. " U.S. News World Report, 5 de Dezembro de 1988.
"Em Mistérios do Desconhecido, você investigará reportagens intrigantes de primeira mão e descobertas de laboratório sobre experiências fora do corpo, experiências acerca da morte e sobre a reencarnação... Em Viagens Psíquicas você descobrirá como e porque o espírito muitas vezes abandona o corpo - em reportagens extraordinariamente consistentes de todas as partes do mundo." Ad. Time Life Books, Time Magazine, 20 de Março de 1989.
Um movimento de pessoas para Noroeste em estranha emigração.
"Os emigrantes dizem que foram motivados pelos ensinamentos apocalípticos dos antepassados mortos, espíritos reencarnados que, falando através de seres humanos vivos, a quem os crentes se referem como "médiuns", lhes aconselham que o Noroeste Pacífico seria o lugar mais seguro num futuro cheio de terramotos, maremotos, contaminação atmosférica e contaminação da terra e das águas." The Denver Post, 16 de 1986.
Na Nova Era, a crença da reencarnação está a aumentar.
"Outro índice na plataforma da Nova Era inclui médiuns, no qual os espíritos ou 'entidades', utilizam um ser humano para transmitir mensagens, experiências fora do corpo, nas quais a alma faz uma viagem, deixando o corpo atrás; e a percepção extra-sensorial, a qual facilita que a pessoa demonstre façanhas psíquicas." The News Tribune, Tacoma, Washington, segunda-feira, 13 de Julho de 1987.
Comunicar com os mortos.
"Militares dos Estados Unidos e da CIA estão usando ocasionalmente psíquicos para espiar o armamento da União Soviética e ao General Manuel Noriega... E além de procurar ajuda neste mundo, alguns legisladores, ajudantes de congressistas e oficiais da governo, têm buscado guia espiritual. O Senador Claiborn Pell, presidente do Comité de Relações Exteriores no Senado, ... disse quê tem... tratado de comunicar-se com seus familiares mortos." U. S. News & World Report 5 de Dezembro de 1988.
Hollywood vai ao Céu.
"Os produtores de filmes estão embruxando os teatros com uma onda de filmes sobre a vida após a morte. Será que estão buscando o Todo-Poderoso, ou o todo poderoso dólar?...
Palavras que murmuram... Os produtores estão de repente em reuniões a portas fechadas considerando o intangível; morte, ressurreição, salvação, reencarnação, expiação e ainda comportamento santo. Não menos de uma dezena de filmes sobre a vida após a morte serão exibidas neste ano...
A preocupação com a vida após a morte reflecte a obsessão de Los Angeles, a capital dos cristais e médiuns do país, onde as pessoas podem mencionar suas vidas antepassadas com a mesma seriedade com que fazem um check-up no motor de seus carros." Time, 3 de Julho de 1991.
CONCLUSÃO
Agora, enquanto nosso grande Sumo Sacerdote esta a fazer expiação por nós, devemos procurar tornar-nos perfeitos em Cristo. Nem mesmo por um pensamento poderia nosso Salvador ser levado a ceder ao poder da tentação. Satanás encontra nos corações humanos algum ponto em que obter apoio; algum desejo pecaminoso é acariciado, por meio do qual suas tentações asseguram a sua força. Mas Cristo declarou de Si mesmo: "Aproxima-se o príncipe deste mundo, e nada tem em Mim." Jo. 14:30. Satanás nada pode achar no Filho de Deus que o habilitasse a alcançar a vitória. Tinha guardado os mandamentos de Seu Pai, e não havia n´Ele pecado que Satanás pudesse usar para a sua vantagem. Esta é a condição em que devem encontrar-se os que subsistirão no tempo de angústia.
É nesta vida que devemos afastar de nós o pecado pela fé no sangue expiatório de Cristo. Nosso precioso Salvador nos convida a unir-nos a Ele, a ligar nossa fraqueza à Sua força, nossa ignorância à Sua sabedoria, aos Seus méritos nossa indignidade.
Companheiro peregrino, estamos ainda em meio às sombras e tumultos das actividades terrenas; mas logo nosso Salvador deverá aparecer para nos dar livramento e repouso. Olhemos pela fé ao bendito futuro, tal como a mão de Deus o pinta. Aquele que morreu pelos pecados do mundo está franqueando as portas do Paraíso a todo que nEle crê. Logo a batalha estará finda, e a vitória ganha. Breve veremos Aquele em quem se têm centralizado nossas esperanças de vida eterna. Em Sua presença as provas e sofrimentos desta vida parecerão como se nada fora. "Não haverá lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão". "Não rejeiteis pois a vossa confiança, que tem grande e avultado galardão. Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa. porque ainda um poucochinho de tempo. E o que há de vir virá, e não tardará." Is. 65:17; Hb, 10:35-37.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

A PONTA PEQUENA DA PROFECIA DANIEL 7 - ESTUDO APROFUNDADO (A)

SE quiser ler a última postagem deste estudo (CLIQUE).
PENSO que vai achar o nosso estudo de hoje muito interessante. Aprenderemos quem é a ponta pequena de Daniel 7 e a besta de Apocalipse 13. Gostava de começar o nosso estudo pedindo a Deus a Sua santa orientação. O Seu poder sobre o que apresenta o estudo, sobre o que lê e o que ouve, no poder do Espírito Santo. Amem.
Em Daniel 7:1-3 lemos:
“1 No primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia, teve Daniel, na sua cama, um sonho e visões da sua cabeça. Então escreveu o sonho, e relatou a suma das coisas.
2 Falou Daniel, e disse: Eu estava olhando, numa visão noturna, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o Mar Grande.
3 E quatro grandes animais, diferentes uns dos outros, subiam do mar.”
O que é que estes animais simbolizam? Só a Bíblia está autorizada a dar a resposta: Daniel 7:15-17, 23
“15 Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo, e as visões da minha cabeça me perturbavam.
16 Cheguei-me a um dos que estavam perto, e perguntei-lhe a verdadeira significação de tudo isso. Ele me respondeu e me fez saber a interpretação das coisas.
17 Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da terra.
23 Assim me disse ele: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços.”
Nota: Isto lembra-nos um princípio muito importante: a Bíblia interpreta-se a si mesma. É chamado o princípio da repetição e ampliação. No capítulo 2 Deus mostrou a Daniel estes quatro grandes reinos através do símbolo da estátua de quatro metais. (Rever a estátua de Daniel 2. CLICAR). Estes metais representavam os quatro reinos mais poderosos desde os dias da Babilónia até ao regresso de Jesus: Babilónia, Medo-Persia, Grécia, Roma, Europa Ocidental e a volta de Cristo. Daniel 7 repete o que foi dito no capítulo 2, mas também acrescenta informação ao dar mais detalhes. Vamos ver como isto funciona.
O primeiro reino em Daniel 2 é Babilónia representada pelo rei dos metais – o ouro. Em Daniel 7 começamos com o rei dos animais – o leão – que representa Babilónia.
Daniel 4:7 ver: “Então entraram os magos, os encantadores, os caldeus, e os adivinhadores, e lhes contei o sonho; mas não me fizeram saber a interpretação do mesmo.” O rei da Babilónia usava o leão alado para representar a sua nação. Ele tinha leões alados nos azulejos que formavam as paredes da rua que conduzia ao palácio na Babilónia antiga. Hoje em dia pode vê-los expostos num museu de Istambul e noutras capitais.
O segundo reino de Daniel 2 era a Medo-Pérsia. É representada aqui por um urso, levantado de um lado, e com três costelas na boca.
Daniel 7:5 “Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne.”
Nota: A razão por que o urso tem um lado mais levantado é porque os Medos e os Persas governavam juntos, mas os Persas tornaram-se mais poderosos. As três costelas representam as três nações conquistadas pelos Medos e pelos Persas quando subiram ao poder. (Lídia, Babilónia e Egipto).
O terceiro reino era o reino da Grécia.
Daniel 7:6 “Depois disto, continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha nas costas quatro asas de ave; tinha também este animal quatro cabeças; e foi-lhe dado domínio.”
Nota: Aqui é representado por um leopardo de quatro cabeças. O leopardo é um animal muito rápido. Este é super rápido porque tem quatro porque tem quatro asas nas costas. Representa a forma rápida como os gregos conquistaram o mundo em dez curtos anos. As quatro cabeças representam os quatro generais que dividiram o reino quando Alexandre o Grande, o primeiro rei da Grécia, morreu.
O quarto reino é Roma.Daniel 7:7 “Depois disto, eu continuava olhando, em visões noturnas, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.”
Nota: É um animal “terrível e espantoso” porque Roma era um poder muito cruel que matou muitas pessoas sem piedade.
Quando Roma caiu ficou dividida em dez nações. Em Daniel 2 isto é simbolizado pelos dez pés. Aqui são dez pontas.
Leia de novo Daniel 7:7 (última parte do verso) Repare que o anjo diz a Daniel que estas dez pontas representam dez reinos no verso 24 “Quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis.”
Nota: Até agora Daniel 7 tem sido um paralelo com Daniel 2. agora vem o acréscimo. Daniel 7 dá detalhes acerca do que irá acontecer antes de Deus estabelecer o Seu reino.
Daniel 7:8-10 apresenta dois detalhes adicionais que não existiam em Daniel 2. vamos continuar amanhã se Deus o permitir. Daniel e Apocalipse são uma mina cheia de pepitas de ouro. Uma mina com duas portas; Daniel e Apocalipse. Quem compreender estes dois livros é possuidor de uma riqueza que nem o ouro nem a prata deste mundo podem comprar. São, no entanto, oferecidos de graça para entrarmos e desfrutarmos do conhecimento de Deus e em breve entrar no Seu Reino. Anime-se a continuar em Jesus. Amem!

domingo, 7 de fevereiro de 2010

A PONTA PEQUENA DA PROFECIA DANIEL 7 - ESTUDO APROFUNDADO (B)

Continuamos o nosso estudo sobre Daniel 7. Dado que Daniel recebe informação nova, ele faz perguntas ao anjo especificamente acerca da ponta pequena, e de tudo o que está relacionado com ela e com o julgamento.
Daniel 7:19-22:“19 Então tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, sobremodo terrível, com dentes de ferro e unhas de bronze; o qual devorava, fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobrava;
20 e também a respeito dos dez chifres que ele tinha na cabeça, e do outro que subiu e diante do qual caíram três, isto é, daquele chifre que tinha olhos, e uma boca que falava grandes coisas, e parecia ser mais robusto do que os seus companheiros.
21 Enquanto eu olhava, eis que o mesmo chifre fazia guerra contra os santos, e prevalecia contra eles,
22 até que veio o ancião de dias, e foi executado o juízo a favor dos santos do Altíssimo; e chegou o tempo em que os santos possuíram o reino.”
Nota: Então quem é a ponta pequena? As pessoas têm especulado acerca dela durante séculos. Outros fizeram que nós vamos fazer agora e descobriram quem é. Vamos esquematizar tudo o que foi dito acerca da ponta pequena. Depois vamos recorrer à História e ver qual é o único poder que cumpre todas as especificações. Existem dez especificações:
Daniel 7:7,8:“7 Depois disto, eu continuava olhando, em visões noturnas, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.
8 Eu considerava os chifres, e eis que entre eles subiu outro chifre, pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava grandes coisas.”
Nota: A ponta pequena surgirá a partir do quarto animal – Roma.
Daniel 7:8 (leia a primeira parte). A ponta pequena surgirá “ENTRE” as dez pontas. Surgiria na Europa entre as dez nações da Europa.
Daniel 7:8 “Eu considerava os chifres, e eis que entre eles subiu outro chifre, pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava grandes coisas.”
Daniel 7:24 “Quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis.”
Nota: A ponta pequena subjugará três das nações para poder chegar ao poder. “Arrancará três pela raiz.” Arrancados pela raiz, estes “três reis” (v. 24), não deixarão nenhum ascendente. É muito interessante ver que hoje em dia apenas existem sete dessas dez nações.
1ª Anglo-saxões = Ingleses
Lombardos = Italianos
Burgundios = Suíços
Visigosos = Espanhóis
Francos = Franceses
Suevos = Portugueses
Alemanos = Alemães
Vândalos = já não existem
Hérulos = já não existem
10ª Ostrogodos = já não existem
Leia de novo Daniel 7:8.
Nota: Haverá um homem a chefiar que verá e falará por ela.
Leia de novo Daniel 7:24.
Nota: A ponta pequena surgirá “depois” das dez nações da Europa. Chega ao poder depois de 476 d.C., que é quando Roma caiu e se dividiu em dez partes. Mas também teria de acontecer por volta de 538 d.C., porque foi nessa data que as últimas três nações foram arrancadas pela raiz. Então a ponta pequena chegou ao poder entre 476-538 d.C.
Leia outra vez Daniel 7:24.
Nota: É diferente das outras nações da Europa.
Daniel 7:21,25:“21 Enquanto eu olhava, eis que o mesmo chifre fazia guerra contra os santos, e prevalecia contra eles,
25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, e consumirá os santos do Altíssimo; cuidará em mudar os tempos e a lei; os santos lhe serão entregues na mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo.”
Nota: Fará guerra com os verdadeiros seguidores de Deus e irá derrotá-los. Ao ler Daniel 7:25, verificamos que “Proferirá palavras contra o Altíssimo,” reinará “por um tempo, e tempos, e metade de um tempo,” e cuidará em “mudar os tempos e a lei.” Vou explicar a expressão tempo. Um “tempo” é outro nome para ano. “Tempos” são dois anos. E “metade de um tempo” é meio ano. Isto dá um total de três anos e meio.
Antes de explicar o que o versículo 25 significa vamos a Apocalipse 13:1-2:
“1 Então vi subir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças nomes de blasfêmia.
2 E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder e o seu trono e grande autoridade.”
Nota: Consegue ver as semelhanças com Daniel? Os mesmos animais com o mesmo número de cabeças e pontas (menos a ponta pequena).
Mas, repare no trabalho que este animal de Apocalipse 13 tem de fazer.
Apocalipse 13:4-7:“4 e adoraram o dragão, porque deu à besta a sua autoridade; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela?
5 Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias; e deu-se-lhe autoridade para atuar por quarenta e dois meses.
6 E abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome e do seu tabernáculo e dos que habitam no céu.
7 Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação.”
Nota: É-lhe permitido fazer “guerra aos santos e vencê-los.” Estará no poder mais 42 meses e abrirá a boca para dizer grandes blasfémias.
Isto é a mesma coisa que a ponta pequena iria fazer em Daniel 7. a ponta pequena fez guerra contra os santos e venceu-os; disse grandes blasfémias contra o Todo-Poderoso e reinaria durante o mesmo período de tempo: três anos e meio, ou seja, 42 meses. O animal de Apocalipse 13 é o mesmo da ponta pequena de Daniel 7. a razão por que Deus usa o mesmo animal nas duas profecias é para que possamos reconhecer a ligação entre os dois capítulos. Vamos explicar alguns destes símbolos.
Este período de 42 meses é significativo. Veja como este mesmo período é calculado em dia.
Apocalipse 12:14,6:“14 E foram dadas à mulher as duas asas da grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente.
6 E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.”
Apocalipse 11:2,3:“2 Mas deixa o átrio que está fora do santuário, e não o meças; porque foi dado aos gentios; e eles pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses.
3 E concederei às minhas duas testemunhas que, vestidas de saco, profetizem por mil duzentos e sessenta dias.”
Nota: Temos aqui uma equação simples. Três anos e meio são compostos por 42 meses de 1260 dias. Porque é que Deus está claramente a destacar este período de tempo? Porque é um símbolo significativo. Na profecia bíblica, quando o contexto é simbólico, um dia representa um ano. Tal como num mapa um centímetro pode representar quinze quilómetros. Vamos ler dois versos que falam acerca disto.
Ezequiel 4:6
“6 E quando tiveres cumprido estes dias, deitar-te-ás sobre o teu lado direito, e levarás a iniqüidade da casa de Judá; quarenta dias te dei, cada dia por um ano.”
Agora vamos ler Números 14:34“34 Segundo o número dos dias em que espiastes a terra, a saber, quarenta dias, levareis sobre vós as vossas iniqüidades por quarenta anos, um ano por um dia, e conhecereis a minha oposição.”
Nota: Este período de 1260 dias então simboliza 1260 anos, isso significa que este poder reinaria por um longo período de tempo, depois perderia o seu poder mundial (chaga mortal), e finalmente voltaria a recuperá-lo nos últimos dias (chaga mortal curada).
Apocalipse 13:3 “Também vi uma de suas cabeças como se fora ferida de morte, mas a sua ferida mortal foi curada. Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta.”
Repare no próximo ponto. Este reino é um poder religioso e recebe adoração.
Apocalipse 13:4,8:
“4 e adoraram o dragão, porque deu à besta a sua autoridade; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? quem poderá batalhar contra ela?
8 E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.”
Nota: Não é apenas um poder político; é, também, um poder religioso. É isso que o torna diferente das outras nações da Europa, de acordo com Daniel 7:24. Isto leva-nos ao ponto seguinte.
Apocalipse 13:3,7-8:“3 Também vi uma de suas cabeças como se fora ferida de morte, mas a sua ferida mortal foi curada. Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta,
7 Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação.
8 E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.”
Nota: “Toda a terra se maravilhou.” Este poder terá um alcance mundial. Esta é outra diferença. Não tem limites fronteiriços.
Vamos parar o nosso estudo aqui. Este é um estudo tão importante, exige leitura bíblica e notas explicativas para ser compreendido. Eu amo este estudo, o meu coração enaltece o Senhor Deus que revela a Sua vontade e os Seus desígnios aos seres humanos de maneira, que estes tomem decisões claras. Não acha? Jesus fique ao seu lado. Amén.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A PONTA PEQUENA DA PROFECIA DANIEL 7 - ESTUDO APROFUNDADO (C)

 Fomos obrigados a organizar este tema em três partes. Ele é demasiado importante para ser tratado de forma ligeira, ainda, que tenha a parte (SIMPLES) um pouco abaixo. Foi no entanto, levar mais longe este estudo espero que seja abençoado/a com isso no nome de Jesus.
“Proferirá palavras contra o Altíssimo, e consumirá os santos do Altíssimo; cuidará em mudar os tempos e a lei; os santos lhe serão entregues na mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo.” (Daniel 7:25)
Proferir palavras contra o Altíssimo significa blasfemar, só se blasfema contra Deus. E esta é a última característica deste pode é que blasfema contra Deus. O que é uma blasfémia?
Vamos ler em João 10:33 “Responderam-lhe os judeus: Não é por nenhuma obra boa que vamos apedrejar-te, mas por blasfêmia; e porque, sendo tu homem, te fazes Deus.” E vamos ler também em Lucas 5:21 “Então os escribas e os fariseus começaram a arrazoar, dizendo: Quem é este que profere blasfêmias? Quem é este que profere blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, senão só Deus?”
Nota: Um homem que declara ter poder para perdoar pecado, está a blasfemar. Blasfemou Jesus? Não. Porquê? Ele é Deus.
Vamos rever... A ponta pequena de Daniel 7 e o animal de Apocalipse 13 são o mesmo poder. Este poder:
1- Sair da Roma pagã. Raízes romanas. Daniel 7:7,8,23,34.
2- Surgirá depois da queda de Roma pagã em 476 d.C. Daniel 7:24.
3- Surgirá na Europa. Daniel 7:8.
4- Derrotará três reinos. O terceiro reino, pertencente aos dez, foi derrotado em 538 d.C. É por esta altura que a ponta pequena sobe ao poder. Daniel 7:8,20,24.
5- Reinará durante 1260 anos desde 538 d.C., até 1798 e depois perderá o seu poder mundial. Nos últimos dias ganhará de novo o seu poder mundial. Daniel 7:25; Apocalipse 13:5.
6- Fará guerra e perseguirá os cristãos durante 1260 anos. Daniel 7:21,25; Apocalipse 13:7.
7- Terá à cabeça um homem que falará e verá por ela. Daniel 7:8.
8- Dirá blasfémias: declarará ser Deus na Terra e que tem o poder de perdoar pecados. Daniel 7:25; Apocalipse 13:5; João 10:33; Lucas 5:21.
9- Será diferente das outras nações da Europa: um poder religioso e político. Daniel 7:24; Apocalipse 13:4,8.
10- Será universal e mundial. Não terá limites fronteiriços, difundir-se-á por todas as nações. Apocalipse 13:3,7-8.
Isto é o que a Bíblia diz. Só temos de recorrer à História para ver quem cumpre esse 10 pontos. Gostava que parasse o estudo e se dedicasse a descobrir por si mesmo quem é este sistema POLÍTICO/RELIGIOSO.
Já investigou?
Então podemos continuar:
1. A Igreja Romana veio da própria Roma.
2. Ganhou poder sobre a Europa em 538 d.C., depois da queda de Roma.
3. surgiu na Europa.
4. Os três reinos que foram derrotados tinham crenças religiosas diferentes do papado e por isso foram depostos.
5. O papado governou de 538 d.C., até 1798 quando o general francês Berthier levou o papa preso e o mandou de volta para França. Aos olhos do mundo parecia que o papado tinha acabado. Os estudiosos da Bíblia previram a quedo do papado em 1798 baseados nesta profecia.
6. O papado foi responsável por martirizar milhões de cristãos fiéis durante a Idade Média, por estes não seguirem os ensinos não bíblicos da Igreja.
7. O papado é a cabeça da Igreja e vê e fala por ela.
8. O papado declara que tem poder de Deus de perdoar os pecados e que é o representante de Deus na Terra. O papa Leão XIII disse: “Temos nesta Terra o lugar do Deus Todo-Poderoso.” (The Great Encyclical Letters of Leo, XIII, pág. 304 ´As Grandes Cartas Encíclicas de Leão XIII´).. “O padre ora meramente para que os seus pecados sejam perdoados? Não, actuando como instrumento de Deus e ministro ordenado, ele perdoa verdadeiramente os pecados” (Reverendo William J.Cogan, Catecismo para Adultos, Chicago, IL: Adult Catechetical Teaching Aids Foundation, 1975, p. 78).
9. A cidade do Vaticano é o centro duma Igreja e dum estado independente. A Igreja é a única denominação que é também um império político.
10. A Igreja Romana é universal e mundial.

“Ouvi outra voz do céu dizer: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos sete pecados, e para que não incorras nas suas pragas.” (Apocalipse 18:4)
Este texto sagrado é um apelo: “Sai dela, povo meu” se o seu coração foi sensibilizado pelo Espírito Santo a compreender este estudo. Deus o/a guiará nos passos seguintes. Amem.

GUERRA CÓSMICA: ENTRE O BEM E O MAL


Existem fantasias científicas que prendem a nossa imaginação. Viagem no tempo. O universo cheio de alienígenas de todos os tipos. Um universo cheio de conflitos e defeitos. Por mais estranho que possa parecer, o livro de Daniel revela uma guerra cósmica não muito diferente daquelas encontradas nas cenas de ficção científica. Na Terra, o surgimento e queda de impérios e reinos não simplesmente acontecimentos na história do mundo. Cada evento é uma parte da grande controvérsia que se iniciou muito tempo atrás entre Jesus e Satanás. Somente quando isto é visto no contexto desta batalha cósmica, o livro de Daniel pode ser entendido correctamente. O tema central do livro de Daniel é o drama cósmico tendo tido lugar na Babilónia antiga. Estes eventos são simbólicos do final do grande conflito que vai ter lugar no tempo final. Nos últimos dias, forças cósmicas trabalham na tentativa de destruir aqueles que são fiéis a Jesus.
Quem é derrotado na abertura do livro de Daniel? (Daniel 1:1,2)
“...No ano terceiro do reinado de Joaquim, rei de Judá, veio Nabucodonosor, rei de Babilónia, a Jerusalém, e a sitiou...”
O que ultimamente tem acontecido ao povo de Deus? (Daniel 12:1)
“... e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que existiu nação até aquele tempo...”
O PODEROSO PROTETOR
O tema cósmico da batalha entre as forças do bem e do mal. Nesta guerra, o vilão é Satanás e o protector é Jesus. Bem como na batalha cósmica na Babilónia antiga, Jesus vai ser o grande protector do povo de Deus no tempo do fim. Vamos ver como o livro de Daniel apresenta Jesus como o poderoso protector do povo de Deus.
Após Nabuconodosor haver lançado Sadraque, Mesaque e Abedenego dentro da fornalha ardente, quantas pessoas ele viu no fogo e Como se parecia este homem caminhando pelo fogo com Sadraque, Mesaque e Abedenego? (Daniel 3:25)
“... Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, e nenhum dano sofrem... e o aspecto do quarto é semelhante a um filho dos deuses...”
NOTA: Enquanto que Nabucodonosor lançou só três homens dentro da fornalha, ele agora vê um quarto homem caminhando com os outros três. Nabucodonosor reconheceu que estava a ver alguma coisa sobrenatural – um “filho dos deuses”. Quando os servos de Deus caminham em meio às mais difíceis dificuldades, o Filho de Deus vai com eles. Aqui está a tremenda figura de Jesus. Ele vem para proteger o Seu povo fiel no meio das provas de fogo. Jesus é o Protector.
Descreva Aquele que deu encorajamento a Daniel numa das suas visões e o Ser que apareceu a João como o Revelador do livro de Apocalipse. (Daniel 10:5,6 e Apocalipse 1:13-16)
“... levantei os meus olhos, e olhei, e eis um homem vestido de linho, cujos ombros estavam cingidos com ouro puro de Ufaz; o seu corpo era como turquesa, e o seu rosto como um relâmpago, os seus olhos, como tochas de fogo, os seus braços e os seus pés brilhavam como cor de bronze açacalado; e a voz das suas palavras era como duma multidão...” (Daniel 10:5,6)
“... e no meio dos candeeiros um semelhante a Filho de Homem, com vestes compridas e cingido, à altura do peito com um cinto de ouro... os olhos como chama de fogo; os pés, semelhantes a latão reluzente como que refinado numa fornalha... a voz, como a voz de muitas águas... o seu rosto brilhava como o sol , na sua força.” (Apocalipse 1:13-16)
NOTA: Comparando as descrições que vimos, concluímos que Daniel e João viram a mesma pessoa.
Quem é Este que apareceu a Daniel e João? (Apocalipse 1:13)
“...Um semelhante a o filho do Homem...”
NOTA: Jesus é apresentado como sendo O Filho do Homem no Apocalipse e Filho de Deus em Daniel. O único apresentado como o Protetor, Aquele que mantém constante comunhão com Seus servos tanto nos tempos do Antigo quanto do Novo Testamento, não é nenhum outro senão Jesus.
O OPRESSOR
Que nomes são usados pela Bíblia para aquele que se opõe a Jesus e que tipo de ser esse quando ele foi criado? (Apocalipse 12:9, Isaías 14:12, Ezequiel 28:12-15)
“... E foi expulso o grande dragão , a antiga serpente , que se chama Diabo e Satanás , o sedutor de todo o mundo ...” (Apocalipse 12:9)
“... Como caíste do céu, ó estrela da manhã , filha da alva !” (Isaías 14:12)
“...Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti ...” (Ezequiel 28:15)
NOTA: Deus não criou um demónio mal. Ele criou um anjo perfeito chamado Lúcifer. Lúcifer se tornou mal porque ele assim escolheu.
O que Lúcifer tentou fazer e como resultado de sua rebelião, o que aconteceu a ele? (Isaías 14:13 e Apocalipse 12:7-9)
“... tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono ; e no monte da congregação me assentarei ...” (Isaías 14:13)
“... E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente... e, com ele, os seus anjos...” (Apocalipse 12:9)
NOTA: Lúcifer procurou se sentar onde se assentava Deus. Ele procurou colocar regras onde Deus colocou regras. Ele sentiu que poderia ser melhor que Deus regendo o universo, então se rebelou contra Deus. Uma guerra teve lugar no céu, não em alguma parte remota do universo. A rebelião que se iniciou com Lúcifer finalmente em ser lançado fora do céu.
Quando Lúcifer foi lançado fora do céu, quem ele procurou enganar e como ele engana o povo? (Apocalipse 12:12 e 2 Coríntios 11:12-15)
“... Ai dos que habitam na terra e no mar! pois o Diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta...” (Apocalipse 12:12)
“... E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz ... Não é muito, pois, que também os seus próprios ministros se transformam em ministros de justiça ...” (2 Coríntios 11:14-15)
NOTA: Tenham cuidado os habitantes da terra e do mar O diabo está cheio de fúria porque seu tempo é curto. Satanás não aparecerá como sendo mal. Ele tentará enganar o povo professando ter grande luz e verdade.
Satanás pode realmente operar milagres e até quem ele vai enganar? (Apocalipse 16:12,14 e Mateus 24:24)
“... Porque eles são espíritos de demónios, que fazem sinais...” (Apocalipse 16:14)
“... porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios escolhidos.”(Mateus 24:24)
NOTA: Os enganos de Satanás nos últimos dias vão ser tão convincentes que muitos vão ser enganados. Nossa fé não pode descansar em milagres, sinais ou prodígios; nossa fé tem que descansar segura somente na Palavra de Deus.
Com quem o povo de Deus vai fazer contenda nas batalhas da vida e como poderão os cristãos resistir ao adversário? (Efésios 6:11-13)
“... Revesti-vos de tomai toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo .... porque a nossa luta não é contra a carne e o sangue e sim contra os principados e potestades, contra os príncipes das trevas deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestes.”
NOTA: Os cristãos não estão em guerra com outro povo, mas contra as forças que procuram constantemente nos destruir. O Novo Testamento claramente amplifica o que foi revelado por Daniel. Há uma grande controvérsia acontecendo entre Jesus e Satanás, uma batalha sendo enfrentada por qualquer pessoa.
O que é esta armadura? (Efésios 6:14-17)
“... Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos com a couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus...”
NOTA: Nossa única defesa contra as ciladas do inimigo é a firme confiança em Jesus, um profundo relacionamento pessoal com Ele, e um contínuo estudo de Sua palavra. Este é o único meio de vencer o inimigo. Existe uma grande guerra cósmica entre Jesus e Seus anjos e Satanás e seus anjos. Atrás destas cenas da história humana, forças invisíveis estão trabalhando. Uma batalha está sendo travada em toda alma. A boa nova do livro de Daniel é que Deus vai ter a vitória, Satanás e suas hostes vão ser derrotados, e o povo de Deus vai ser vitorioso.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A PONTA PEQUENA DA PROFECIA DE DANIEL 7 - ESTUDO SIMPLES

Hoje, vamos fazer uma leve introdução a este tema da "ponta pequena", por ser um assunto complexo faremos em duas partes; estudo simples e estudo aprofundado.
O capítulo inicia ao prover uma data para a visão, pois no verso 1 diz: "No primeiro ano de Belsazar". Nabucodonosor havia falecido há nove anos. Os seus sucessores no trono não foram pessoas de grande nível, e Belsazar que vai terminar com a cabeça de ouro, foi de carácter fraco. Tratava-se de um período de incerteza política para todos, inclusive para os judeus que viviam em Babilônia. O Próprio Daniel já não era mais um jovenzinho. Achava-se por volta dos setenta anos, embora com certeza ainda estivesse na ativa(Veja Daniel 8:27).
A queda de Babilônia(capítulo 5) e sua experiência na cova dos leões(capítulo 6) ainda se encontravam no futuro, pois os capítulos de Daniel não estavam em ordem cronológica. Entretanto, 50 anos haviam decorrido desde a visão do capítulo 2.
Era noite. Daniel estava dormindo - talvez depois de um dia de profunda oração e cuidadoso estudo da profecia da imagem. Águas encheram a vista que tinha diante de si - águas em movimento, agitadas e envolvidas em tumulto pelos ventos que provinham de todas as direções. Repentinamente, enquanto seus olhos tentavam acompanhar a agitação incessante das ondas, sua admiração foi despertada para o aparecimento de um enorme leão, semelhante ao qual ele jamais havia visto outro antes. O leão possuía asas! Enquanto Daniel observava, as asas foram "arrancadas" e "lhe foi dada mente de homem", e foi colocado em pé, "como homem". Daniel 7:4.
O leão não abandonou a cena, mas a atenção de Daniel foi a seguir desviada para um urso que aparecia; este se mostrava estranhamente mais alto de um lado que do outro. O urso "se levantou sobre um dos seus lados", observou Daniel. Além disso, ele trazia três costelas na boca. Verso 5. O urso saliente de um dos lados foi logo ladeado por um leopardo possuidor de quatro cabeças e quatro asas(verso 6), aos quais se seguiu um monstro aterrador que desafiava qualquer classificação zoológica. Daniel jamais havia visto qualquer coisa a que pudesse comparar esse animal. Ele o descreve como "terrível, espantoso, sobremodo forte", "diferente de todos os animais que apareceram antes dele". Daniel acrescenta, então, que o animal possuía "dez chifres". Este animal extremamente feio, postado evidentemente num pedaço de solo, apareceu na visão com aspecto ameaçador e assassino, com enormes unhas de bronze e dentes de ferro. Ele "devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobejava". Versos 7 e 19.
Enquanto contemplava maravilhado o estranho e selvagem animal, Daniel - embora assustado - pôde discernir o décimo primeiro chifre, "pequeno", tentando fazer espaço para si entre os outros dez; em seguida percebeu que, daqueles 10 chifres, três se tornavam frouxos, caíam, e cediam o seu espaço para o chifre pequeno. "E eis que neste chifre haviam olhos, como os de homem, e uma boca que falava insolência." Verso 8. Neste ponto a atenção de Daniel foi desviada misericordiosamente da horrível cena que tinha diante de si, sendo conduzida para uma grande e gloriosa cena no Céu. Lá ele pôde ver o Ancião de Dias em sua obra de julgamento, próximo ao fim dos dias. O profeta viu ainda a Quarta besta morta, enquanto "domínio, e glória, e o reino" foram dados a "um como o Filho do homem". Versos 9 a 14.
Ele tinha razão em sentir-se grandemente aliviado. Por certo assim aconteceu. Mas ele também continuou profundamente impressionado com a Quarta besta e seus 10 chifres, a ainda mais especialmente com o "chifre pequeno". Percebendo que se aproximava uma pessoa útil e agradável, alegrou-se logo muitíssimo ao descobrir que se tratava de um personagem celestial, o qual podemos imaginar como sendo um anjo. Este se colocou ao lado do profeta. Daniel pediu ao anjo que lhe contasse "a verdade acerca de tudo isto". Verso 16. O anjo respondeu simplesmente: "Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da Terra." Imediatamente o ser celestial chamou a atenção do profeta para o final feliz da visão: "Os santos do Altíssimo receberão o reino, e o possuirão para todo sempre, de eternidade em eternidade." Versos 17 e 18. Mas Daniel não ficou satisfeito com esse resumo! Ele suplicou ao anjo(Verso 19 a 22) que lhe concedesse detalhes acerca do quarto animal e seus chifres. Graciosamente, o anjo acedeu(Versos 23 a 27). Depois que o anjo terminou a primeira parte da explanação, disse ele a Daniel- e, através do profeta a todos nós- "O quarto animal será um quarto reino da Terra". Verso 23.
A partir do momento em que sabemos que o quarto animal, reconhecemos estar tratando da mesma série de potências mundiais que encontramos pela primeira vez no sonho da estátua de Nabucodonosor, apresentado no capítulo 2: Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma, seguidos na seqüência de eventos pelo reino de Deus. Babilônia, representada na grande estátua pela cabeça de ouro, é apropriadamente representada por um leão, o rei dos animais. As pessoas que visitam Babilônia podem ainda hoje ver as figuras de leões em baixo-relevo nos muros e paredes construídos com tijolos queimados; podem ver também o enorme leão de pedra que, depois de 2400 anos, ainda está agachado sobre uma mulher de pedra, caída. O Império Medo-Persa, simbolizado na grande estátua pelo peito e braços de prata, é facilmente distinguível como o urso com um dos seus lados mais alto, em Daniel 7. Nossa identificação será plenamente confirmada mais tarde, quando chegarmos em Daniel 8, onde os dois chifres desiguais de um carneiro são explicitamente identificados como os reis da Média e da Persa. O ventre e coxas da estátua representam a Grécia. O mesmo ocorre com o leopardo do presente capítulo. Em Daniel 8, o bode que ataca o carneiro medo-persa será interpretado como o "rei da Grécia". Por fim, as pernas de ferro que representavam Roma em Daniel 2, são aqui substituídas pelo animal terrível e espantoso, para o qual não parece haver classificação zoológica. Assim, não pode haver dúvida quanto a identificação das quatro bestas; quanto às águas, também é fácil identificá-las segundo a Bíblia. Apocalipse 17 :15 afirma que águas simbólicas são: "povos, multidões, nações e línguas".
Talvez você queira verificar os textos de Isaías 17:12 e 13, e Jeremias 46:8; 47:1 e 2. A mente de homem significa a mudança do caráter de Babilônia após a morte de Nabucodonosor. As três costelas na boca do urso podem ser identificadas como Babilônia, Lídia e Egito, as três principais entidades conquistadas pelo Império Medo-Persa. Asas denotam facilmente a presença de velocidade. Habacuque 1:8 descreve a cavalaria babilônica como lançando os seus ataques com a velocidade de águias, e a rapidez demonstrada por Alexandre à frente dos exércitos gregos obteve admiração do mundo. Partindo praticamente do nada, Alexandre uniu entre si os contenciosos gregos e conquistou o poderoso império persa em doze curtos anos. Ele conquistou os persas e morreu quando estava com apenas 32 anos de idade! As quatro cabeças do leopardo estão identificadas em Daniel 8:22 como os quatro reinos em que seria dividido o império helenístico de Alexandre após a sua morte. -Cassandro ficou com a Macedônia e a Grécia; -Lisímaco tomou a Trácia e grande parte da Ásia Menor; -Ptolomeu reteve o Egito, a Cirenaica e a Palestina; -Seleuco ficou com o restante da Ásia(isto é, a Síria e as terras que Alexandre conquistara no leste).
O Chifre Pequeno[Os Sinais identificadores]: Daniel 7 provê oito marcas identificadoras, que nos ajudam no trabalho de identificação do chifre pequeno. Estas podem ser assim enunciadas: 1-Ele surgiu da Quarta besta. Versos 8 e 24. 2-Ele apareceu depois dos dez outros chifres. 3-Ele era pequeno quando foi contemplado pela primeira vez, mas com o passar do tempo veio a tornar-se "mais robusto do que os seus companheiros" Versos 8 e 20. 4 -De diante desse chifre deveriam cair três outros, de modo que, diante de seu aparecimento, estes "foram arrancados". Versos 8 e 24. 5-Nesse chifre "havia olhos como os de homens, e uma boca que falava com insolência", dirigindo suas palavras "contra o Altíssimo". Versos 8 e 25. 6-Ele haveria de "magoar[ou destruir] os santos do Altíssimo". Verso 25. 7-Uma de suas pretensões seria "mudar os tempos e a lei" Verso 25. 8-Foi-lhe concedido poder especial durante "um tempo, dois tempos e metade de um tempo". Verso 25.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O SEGREDO PARA OBTER A PAZ PESSOAL – DANIEL 4

HOJE vamos conhecer o único capítulo da Bíblia que foi escrito por um rei pagão. Trata-se de Daniel 4, escrito pelo rei Nabucodonosor, que nos conta como ele se converteu. Vamos em frente com a preciosa ajuda do Espírito Santo.
“1 Nabucodonosor rei, a todos os povos, nações, e línguas, que moram em toda a terra: Paz vos seja multiplicada.
2 Pareceu-me bem-fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo.
3 Quão grandes são os seus sinais, e quão poderosas as suas maravilhas! O seu reino é um reino sempiterno, e o seu domínio de geração em geração.” (Dan. 4:1-3).
Nabucodonosor diz-nos que descobriu o segredo para alcançar paz. (v. “Paz vos seja multiplicada”). Ele vai mostrar-nos como se pode encontrar paz em Deus e não nas coisas deste mundo.
Lembre-se que ele era o rei mais rico e poderoso do mundo. Leia: ”Eu, Nabucodonosor, estava sossegado em minha casa, e próspero no meu palácio.” (Dan. 4:4). Tinha tudo aquilo que este mundo tem para oferecer, mas não tinha vida eterna, nem paz com Deus. Contudo, Deus vem até ele para o levar a concentrar a sua atenção nas coisas eternas, e não nos prazeres passageiros deste mundo. Vamos ler a história tal como aconteceu: “5 Tive um sonho que me espantou; e estando eu na minha cama, os pensamentos e as visões da minha cabeça me perturbaram.
6 Portanto expedi um decreto, que fossem introduzidos à minha presença todos os sábios de Babilónia, para que me fizessem saber a interpretação do sonho.
7 Então entraram os magos, os encantadores, os caldeus, e os adivinhadores, e lhes contei o sonho; mas não me fizeram saber a interpretação do mesmo.
8 Por fim entrou na minha presença Daniel, cujo nome é Beltessazar, segundo o nome do meu deus, e no qual há o espírito dos deuses santos; e eu lhe contei o sonho, dizendo:
9 Ó Beltessazar, chefe dos magos, porquanto eu sei que há em ti o espírito dos deuses santos, e nenhum mistério te é difícil, dize-me as visões do meu sonho que tive e a sua interpretação.” (Dan. 4:5-9)
Deus fá-lo ter um sonho. Ele chama de novo os mesmos sábios que não conseguiram ajudá-lo numa situação semelhante em Daniel 2. Porque é que não chamou Daniel de imediato? Ele sabia que Daniel poderia interpretar os sonhos.
Será que tinha medo da verdade? Às vezes somos assim. Evitamos as verdades de Deus porque temos medo que elas nos magoem. (Isto é apenas aquilo que Satanás quer que pensemos.) As verdades da palavra de Deus e o dom da vida eterna nunca irão ferir-nos. Elas visam salva-nos e melhorar a nossa vida.
(João 8:32 “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.)
Vejamos como o rei reage ao que Daniel tem para lhe dizer.
“10 Eram assim as visões da minha cabeça, estando eu na minha cama: eu olhava, e eis uma árvore no meio da terra, e grande era a sua altura;
11 crescia a árvore, e se fazia forte, de maneira que a sua altura chegava até o céu, e era vista até os confins da terra.
12 A sua folhagem era formosa, e o seu fruto abundante, e havia nela sustento para todos; debaixo dela os animais do campo achavam sombra, e as aves do céu faziam morada nos seus ramos, e dela se mantinha toda a carne.
13 Eu via isso nas visões da minha cabeça, estando eu na minha cama, e eis que um vigia, um santo, descia do céu.
14 Ele clamou em alta voz e disse assim: Derrubai a árvore, e cortai-lhe os ramos, sacudi as suas folhas e espalhai o seu fruto; afugentem-se os animais de debaixo dela, e as aves dos seus ramos.
15 Contudo deixai na terra o tronco com as suas raízes, numa cinta de ferro e de bronze, no meio da tenra relva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e seja a sua porção com os animais na erva da terra.
16 Seja mudada a sua mente, para que não seja mais a de homem, e lhe seja dada mente de animal; e passem sobre ele sete tempos.
17 Esta sentença é por decreto dos vigias, e por mandado dos santos; a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer, e até o mais humilde dos homens constitui sobre eles.
18 Este sonho eu, rei Nabucodonosor, o vi. Tu, pois, Beltessazar, dize a interpretação; porquanto todos os sábios do meu reino não puderam fazer-me saber a interpretação; mas tu podes; pois há em ti o espírito dos deuses santos.” (Dan. 10-18)
O rei conta-lhe que sonhou com uma grande árvore que foi cortada por ordem divina e roga a Deus que lhe diga o que isso significa.
Daniel precisa de alguns minutos até conseguir dizer ao rei o seu significado.
“19 Então Daniel, cujo nome era Beltessazar, esteve atónito por algum tempo, e os seus pensamentos o perturbaram. Falou, pois, o rei e disse: Beltessazar, não te espante o sonho, nem a sua interpretação. Respondeu Beltessazar, e disse: Senhor meu, seja o sonho para os que te odeiam, e a sua interpretação para os teus inimigos.” (Dan. 4:19)
Daniel fica muito preocupado com este sonho. Ele apercebe-se que não tem uma mensagem favorável, mas, de qualquer forma, conta a verdade ao rei.
“20 A árvore que viste, que cresceu, e se fez forte, cuja altura chegava até o céu, e que era vista por toda a terra;
21 cujas folhas eram formosas, e o seu fruto abundante, e em que para todos havia sustento, debaixo da qual os animais do campo achavam sombra, e em cujos ramos habitavam as aves do céu;
22 és ,tu, ó rei, que cresceste, e te fizeste forte; pois a tua grandeza cresceu, e chegou até o céu, e o teu domínio até a extremidade da terra.
23 E quanto ao que viu o rei, um vigia, um santo, que descia do céu, e que dizia: Cortai a árvore, e destruí-a; contudo deixai na terra o tronco com as suas raízes, numa cinta de ferro e de bronze, no meio da tenra relva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e seja a sua porção com os animais do campo, até que passem sobre ele sete tempos;
24 esta é a interpretação, ó rei é o decreto do Altíssimo, que é vindo sobre o rei, meu senhor:
25 serás expulso do meio dos homens, e a tua morada será com os animais do campo, e te farão comer erva como os bois, e serás molhado do orvalho do céu, e passar-se-ão sete tempos por cima de ti; até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer.
26 E quanto ao que foi dito, que deixassem o tronco com as raízes da árvore, o teu reino voltará para ti, depois que tiveres conhecido que o céu reina.” (Dan. 4:20-26).
Daniel diz ao rei que ele é a árvore. Deus está a preparar-se para executar o Seu julgamento sobre ele devido aos seus pecados. Deus tinha tentado de diferentes formas que o rei se arrependesse. Mostrou-lhe todos os factos que lemos nos capítulos 2 e 3. Mas o rei recusou arrepender-se. Então, como é dito no capítulo 4, Deus vem até ele e diz: “Vou dar-te uma última oportunidade. Eu amo-te e quero que te salves. Mas, se continuares a pecar, perder-te-ás.”
Deus foi misericordioso ao prevenir o rei de que o tempo estava a esgotar-se. Deus não quer que ninguém se perca, portanto Ele avisa-nos. Mas depende de cada pessoa aceitar Cristo. Deus respeita as nossas escolhas. Não nos obriga a nada. Se recusamos ou adiamos a entrega do nosso coração a Deus, Ele respeita essa escolha. Mesmo que isso signifique que nos vamos perder. Eu quero sempre tomar as decisões certas para seguir a Deus, e você?
Daniel reconhece que é um momento crucial para o rei.
Daniel 4:27: “Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, e põe fim aos teus pecados, praticando a justiça, e as tuas iniquidades, usando de misericórdia com os pobres, se, porventura, se prolongar a tua tranquilidade.”
Daniel apela ao rei que se converta. Há aqui uma questão importante que não quero que deixemos para trás. Repare na forma como Daniel define conversão. Ele diz que ela envolve um “rompimento com os nossos pecados”. É difícil pôr de lado alguns pecados, mas Deus ajudar-nos-á se o fizermos com fé e pela Sua graça.
Como podemos afastar-nos do pecado? Daniel diz que “rompemos” com o pecado “pela justiça”. Justiça é “fazer o bem.” A única forma de encontrar poder para fazer o bem é pedir a Jesus que entre no nosso coração (Filipenses 1:11).
Infelizmente, o rei adiou a sua decisão de seguir o concelho de Daniel:
“28 Tudo isso veio sobre o rei Nabucodonosor.
29 Ao cabo de doze meses, quando passeava sobre o palácio real de Babilónia,
30 falou o rei, e disse: Não é esta a grande Babilónia que eu edifiquei para a morada real, pela força do meu poder, e para a glória da minha majestade?
31 Ainda estava a palavra na boca do rei, quando caiu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Passou de ti o reino.
32 E serás expulso do meio dos homens, e a tua morada será com os animais do campo; far-te-ão comer erva como os bois, e passar-se-ão sete tempos sobre ti, até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer.
33 Na mesma hora a palavra se cumpriu sobre Nabucodonosor, e foi expulso do meio dos homens, e comia erva como os bois, e o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceu o cabelo como as penas da águia, e as suas unhas como as das aves.” (Dan. 4:28-33).
Um ano mais tarde, o rei ainda não tinha mudado. Ele não reconhecia Deus como Soberano e Senhor da sua vida. “Não é esta a grande Babilónia que eu edifiquei..., com a força do MEU poder, e para glória da MINHA magnificência?” Deus, relutantemente, retira as Suas bênçãos do rei e ele enlouquece.
Sabe qual é a grande causa da perda das pessoas? É o ADIAMENTO – adiar uma decisão de deixar o pecado e ir a Jesus. Por isso é tão importante dizer “sim” a Deus quando estamos convictos de que O queremos seguir. Tomei a decisão de me esforçar para seguir imediatamente as convicções que eu recebo da palavra de Deus e não adiar.
Tenho visto que quando a pessoa adia, o diabo fá-la cair na armadilha da desobediência e, um dia, é tarde de mais. Tenho a certeza que Nabucodonosor estava profundamente afectado pelas palavras de Daniel e tinha toda a intenção de as seguir, mas achava que não precisava de o fazer já. Que erro trágico. Felizmente este não é o fim da história. Deus é muito misericordioso.
“34 Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei ao céu os meus olhos, e voltou a mim o meu entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei, e glorifiquei ao que vive para sempre; porque o seu domínio é um domínio sempiterno, e o seu reino é de geração em geração.
35 E todos os moradores da terra são reputados em nada; e segundo a sua vontade ele opera no exército do céu e entre os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?
36 No mesmo tempo voltou a mim o meu entendimento; e para a glória do meu reino voltou a mim a minha majestade e o meu resplendor. Buscaram-me os meus conselheiros e os meus grandes; e fui restabelecido no meu reino, e foi-me acrescentada excelente grandeza.
37 Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, e exalto, e glorifico ao Rei do céu; porque todas as suas obras são rectas, e os seus caminhos justos, e ele pode humilhar aos que andam na soberba.” (Dan. 4:34-37)
Nabucodonosor finalmente aprende a lição que o leva ao arrependimento e a uma mudança de coração. Consciencializa-se que Deus é o Soberano do universo e que (verso 35) “segundo a sua vontade ele opera ... não há quem possa estorvar a sua mão, e lhe diga: Que fazes?” Quando o rei aprendeu esta lição, a sua razão voltou.
Esta é uma lição muito importante também para nós. Muitos argumentam com Deus. Tentam questioná-l´O, tal como Nabucodonosor. Não devemos questionar a autoridade de Deus e o direito de fazer as coisas à Sua maneira. Podemos não entender sempre, mas temos de confiar que Ele nos ama e obedecer-Lhe. Temos de aprender a responder a Deus segundo a Sua palavra e obedecer-Lhe sempre sem questionar e adiar.
Leia de novo o versículo 37. Outra lição é que o ORGULHO leva a que muitos percam a vida eterna. O orgulho é o embrião de todo o pecado. O orgulho diz: “Vou fazer as coisas à MINHA MANEIRA independentemente do que Deus diz.” O orgulho pecaminoso tem de ser abandonado.
Nabucodonosor encontrou a paz que só Deus pode dar. Gostaria de terminar o nosso estudo lendo quatro textos das Escrituras que nos dizem como podemos ter também essa paz.
1- João 3:16:” Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigénito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” Crer que Deus nos ama imensamente. Jesus morreu por nós.
2- Actos 11:18: “Ouvindo eles estas coisas, apaziguaram-se e glorificaram a Deus, dizendo: Assim, pois, Deus concedeu também aos gentios o arrependimento para a vida.” Arrependermo-nos dos nossos pecados porque eles causam dor a Deus.
3- 1ª João 1:9: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” Confessar os nossos pecados a Jesus em oração.
4- Apocalipse 3:20: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” Permitir que ele entre no nosso coração para ser nosso amigo e dirigir a nossa vida.
Posso fazer-lhe uma pergunta pessoal acerca do que estudámos?
Já tomo esta decisão tão importante de seguir Cristo? Se perdesse a sua vida hoje, teria a certeza de que passaria a eternidade com Jesus? Deus abençoe a sua decisão. Amem!