segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O CONLTIO DOS SÉCULOS NO APOCALIPSE



Introdução: Um conflito de proporções cósmicas, bem organizado, tem tido lugar na nossa Terra. Não se trata de um drama com carácter virtual, ou de ficção, mas algo bem concreto que desde os primórdios da raça humana tem tocado todos os seres humanos de forma indiscriminada, crentes e descrentes, brancos e negros, ricos e pobres, sábios e humildes, velhos e jovens. Este conflito também lhe toca a si.

Jesus o Filho de Deus, dirige com poder as forças do Bem. Ele têm demonstrado um apreço infinito por cada criatura que trilha os caminhos poeirentos desta terra, a todos Ele dispensa, nesta luta, apoio, simpatia e força. Ele é digno da nossa admiração e da nossa confiança.
Por outro lado, alguém conduz as forças do mal com poder e astúcia, de forma impiedosa ataca e destrói, inspira o ódio e a dissensão, envia os seus mensageiros em missões de separar, sem escrúpulos, os filhos dos pais, o marido da esposa, instila ódio entre irmãos, dissemina a doença, a dor, a solidão e a morte.

No princípio quando Deus criou Adão e Eva, colocou nos seus corações a necessidade de amarem e serem amados, bem como o sentido da adoração ao Criador. Porém o adversário de Deus, Satanás, tem conseguido inverter esses sentimentos e modificá-los. Muitos, a maioria, inocentemente se têm deixado cair nesta armadilha de sofrimento e morte. É propósito do Apocalipse revelar este drama e convidar os sinceros a voltar à origem, como quando não havia mal, para tanto podemos contar com o apoio e força de Jesus e de todos os Seus anjos.

1- Que títulos atribui o Apocalipse a Satanás ?:

Nota explicativa: Satanás é mencionado de forma específica 55 vezes no Apocalipse, muitas outras vezes agindo através dos seus agentes, com um propósito permanente destruir a obra de Deus e o Seu povo.
A cruz do Calvário é o clímax da revelação do carácter malévolo de Satanás e é simultaneamente a manifestação grandiosa do amor de Deus. A cruz representa o preço pago por cada ser humano que reconhece em Jesus o Salvador pessoal.

2 – Qual é a origem do Diabo?:
Apocalipse 12:7-9; II São Pedro 2:4

Nota explicativa: São João apresenta a história breve do conflito que houve no céu entre Satanás e Cristo, desde a origem até ao momento em que Cristo triunfou sobre a cruz (Colossenses 2:14,15), altura em que Satanás foi definitivamente expulso do céu (Apocalipse 12:10-12), onde continua o conflito até ao tempo do fim (Apocalipse 12:13-16).
Em Apocalipse 12:7-9, São João centra a sua atenção particularmente no céu, em relação com a morte de Jesus na Cruz. Ainda que se possa entender na frase: “E houve guerra no céu”, uma referência ao tempo anterior à criação e habitação da terra, quando as hostilidades do dragão começaram porque Lúcifer aspirava a ser semelhante a Deus (Isaías 14:13,14; Ezequiel 28:12-16).
No livro de Ezequiel, Satanás é apresentado na figura do rei de Tiro. Em Isaías, como rei de Babilónia, ou seja o que governa, o que ele pretendia fazer no céu, e que continua a querer concretizar no coração de cada ser humano.

3 – Quantos anjos se uniram a Lúcifer e com ele foram expulsos do céu?:
Apocalipse 12:3,4,7-9

Nota explicativa: “Estrelas” nestes textos significam anjos (Apocalipse 1:20). Esta figura já tinha sido utilizada por Jó quando diz: “...as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e rejubilavam todos os filhos de Deus” (Jó 38:7). Quer dizer que durante a criação os anjos cantavam. A verdade é que Satanás conseguiu seduzir 1/3 dos anjos do céu. Quem consegue fazer tal coisa com anjos que não conheciam o pecado, confirma de forma inequívoca um poder extraordinário para seduzir e convencer. A única segurança é morar perto de Jesus.

4 – Qual é a origem de Satanás e dos anjos?:
Colossenses 1:16

Nota explicativa: Jesus criou todas as coisas, Ele também criou o anjo que introduziu o pecado no universo. Como terá Jesus sofrido ao ver a rebelião e a maldade a desenvolver-se no coração deste anjo? Era o anjo mais magnifico do céu! Tornou-se no entanto um rebelde, e separou-se de Deus. O mesmo acontece hoje, o pecado provoca rotura, tristeza e infelicidade.

domingo, 25 de outubro de 2009

AS SETE IGREJAS DOS APOCALIPSE

Introdução: Os livros do Novo Testamento são, antes de tudo, cartas escritas pelos Apóstolos às igrejas (grupos de pessoas) ou a pessoas (personalizadas). Os cristãos aceitam todas estas cartas - livros - como sendo a Palavra de Deus. O Apocalipse começa com sete cartas de Jesus Cristo dirigidas a sete Igrejas. Estas cartas são portadoras de amor e de conselhos especiais de Deus. Iremos agora dedicar-lhes a nossa atenção e convidamos os nossos amigos a dar-lhes o maior acolhimento. Elas são também para si!

1- Por que razão Jesus alerta contra a possibilidade de tentar mudar a Sua Palavra?
Apocalipse 22:18-19.
Nota explicativa: Todo o conteúdo do Apocalipse é muito importante. Nada, mas mesmo nada, deve ser posto de parte. Nada se deve acrescentar ou retirar, nem mesmo com a intenção de melhorar.

2- Onde estavam situadas as sete Igrejas?
Apocalipse 1:4.

Nota explicativa: Não restam dúvidas de que as sete cartas foram dirigidas originalmente a sete Igrejas situadas na Ásia Menor. As suas mensagens aplicam-se a todos os cristãos de hoje, da mesma forma que todas as outras cartas e livros da Bíblia. II Timóteo 3:16-17.

2-1. Quais são as três mensagens principais destas cartas?

2-2. Deus conhece tudo o que se relaciona connosco: Apocalipse 2:2,9,13,19; 3:1,8,15.

2-3. Vencer por, e com, Jesus é um imperativo: Apocalipse 2:7,11,17,26; 3:5,12,21.

2-4. Escutar o Espírito Santo. Sem esta experiência ninguém pode sentir arrependimento e viver a experiência do novo nascimento (nascer para uma nova vida espiritual). Jesus dá muita importância a este tema: Apocalipse 2:7,11,17,29; 3:6,13,22.

3- O que representam as sete Igrejas?

Ao avançarmos no nosso estudo verificarão que elas representam sete períodos da história cristã, desde o tempo de São João até à Vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo.

3.1. ÉFESO - O PERÍODO APOSTÓLICO (período compreendido entre os anos 34 e 100 d.C): Apocalipse 2:4.

Nota explicativa: Esta Igreja cresceu rapidamente. No final do século havia mais de 6 milhões de cristãos espalhados pelo mundo. Entretanto foram perdendo o seu primeiro amor por Jesus e pela maravilhosa mensagem da salvação.

3.2. ESMIRNA – TEMPO DAS PERSEGUIÇÕES (período compreendido entre os anos 100 e 313 d.C): Apocalipse 2:10-11.

Nota explicativa: O Império Romano tentou destruir o Cristianismo. Só Deus sabe quantos foram decapitados, queimados vivos, lançados aos leões ou mortos à espada. Neste tempo tão difícil a Igreja vivia tão próxima de Jesus que Ele não lhe dirige nenhuma repreensão, ao contrário, encoraja e anima a Sua amada Igreja.

3.3. PÉRGAMO – PERÍODO DE COMPROMISSO (4º,5º e primeira parte do 6º século): Apocalipse 2:14-15.

Nota explicativa: A Igreja faz compromissos com o Estado. O Imperador Constantino sente a necessidade do apoio da Igreja e “faz-se cristão”. Satanás, que não tinha conseguido destruir a Igreja de Deus através da perseguição, corrompe-a com a popularidade e práticas pagãs que são introduzidas na Igreja.

3.4. TIATIRA – TEMPOS DE APOSTASIA (última parte do 6º até ao século 16 : 538-1560 d.C): Apocalipse 2:20.

Nota explicativa: A história desta Igreja preenche um período de quase mil anos. Ou seja desde o século 6 até ao princípio do século 16). Este período é conhecido por “Idade Média”. A Bíblia foi literalmente colocada de parte. Tempo de apostasia, representada por uma mulher, Jezabel (ver 1ª de Reis 18), símbolo do paganismo que suplanta os ensinos bíblicos.
A Igreja durante este período tornou-se completamente infiel a Jesus Cristo e é mesmo considerada “infiel” e “prostituta” (Apocalipse 2:22-23). Ela deixa de facto o Esposo e em consequência não é mais a Sua esposa.

3.5. SARDES – TEMPO DA REFORMA (período que vai de 1560 a 1790 d.C): Apocalipse 3:1-2.

Nota explicativa: Levantam-se grandes responsáveis espirituais, certamente suscitados por Deus para reconduzir “um resto”, os fiéis à Bíblia e a Jesus Cristo. Estes são os Reformadores entre os quais se destacam Wycliffe, João Huss, Jerónimo, Lutero, Zwínglio, Calvino, Knox e tantos outros. Infelizmente quando estes homens morreram, os seus sucessores, no lugar de procurarem com oração a verdade da Primeira Igreja, ficaram cristalizados e não progrediram.

3.6. FILADÉLFIA – PERÍODO DE DESPERTAMENTO (o significado da palavra é “amor fraternal” e é a Igreja que medeia o período entre 1790 a 1840 DC): Apocalipse 3:7-8.

Nota explicativa: Neste período nasceram e espalharam-se pelo mundo as “missões estrangeiras”. As Sociedades Bíblicas americanas, britânicas, e outras, foram organizadas com o objectivo de levar a Bíblia “a todo o povo, nação, tribo e língua.” Iniciaram-se os estudos sobre os livros de Daniel e Apocalipse. Sem dúvida este movimento religioso levou a um despertamento religioso espantoso. Repare-se que Jesus não dirige nenhuma reprovação a esta Igreja.

3.7. LAODICEIA – O CRISTIANSIMO CONTEMPORÂNEO (esta é o último período da Igreja de Deus e inicia-se no meio do século 19 - 1840 - e terminará com a Gloriosa Vinda de Jesus): Apocalipse 3:16-18.

Nota explicativa: Os nossos corações estremecem ao saber que Laodiceia representa a Igreja contemporânea. É uma Igreja que tem toda a Verdade Bíblica. Tem, no entanto, grande necessidade dos cuidados divinos. De facto precisa de três medicamentos urgentes e permanentemente.

4- Quais são os três medicamentos que fazem falta à Igreja do Resto?
Apocalipse 3:18.

Nota explicativa: 1- Ouro; o ouro representa a verdadeira riqueza celeste que se manifesta num carácter semelhante ao de Cristo. Este carácter só se adquire pelo conhecimento da Palavra de Deus e aplicado pela fé na vida, para que actos de amor sejam manifestos (Gálatas 5:6):
2- Vestes brancas; as vestes brancas representam a justiça de Jesus (Isaías 61:10; Apocalipse 19:8). A justiça de Cristo é oferecida gratuitamente, recebe-se unicamente pela fé e conserva-se da mesma forma, pela fé (Romanos 1:17).
3- Colírio; representa o discernimento para compreender a Palavra de Deus. Não é dom do homem, é graça do Espírito Santo.

5- Como podemos receber este dom precioso?
Apocalipse 3:20.

Apelo: Se é verdade que Jesus pode abrir qualquer porta, na verdade não há nenhuma dificuldade que não possamos vencer com Ele ao nosso lado! Há, no entanto, uma porta que Ele nunca força: a porta do amor! Só os que aceitam toda a Sua verdade com amor fazem parte de Laodiceia, a estes o Senhor está pronto a aplicar o remédio divino para os curar. Se você fez este estudo, está interessado/a em fazer parte da Igreja de Laodiceia. Deus o/a abençoe!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

OS QUATRO CAVALEIROS DO APOCALIPSE

Introdução: Recentemente o jornal inglês “The Sunday Telegraph” relacionava os cataclismos que têm assolado a Terra com os 4 cavaleiros do Apocalipse “os modernos cavaleiros do Apocalipse estão aí, os seus nomes são Guerra, Fome, Pestilências e Morte.” Este artigo de várias páginas era ilustrado com os cavaleiros um com uma espada na mão, outro com uma balança, um outro com um arco e flechas, o último com uma forquilha. Era também ilustrado com fotos da destruição das florestas, a perda dos glaciares, dilúvios, erosão do solo, crianças africanas desnutridas e os furacões que têm assolado a América Central e do Norte.

Será que esta descrição tem alguma coisa a ver com os quatro cavaleiros do Apocalipse?

1- O cavalo branco:
Apocalipse 6:2.
Nota explicativa: No Apocalipse a cor branca é sempre um símbolo de Cristo, ou de algo associado com Jesus, como por exemplo vitória espiritual:
• Jesus glorificado tem cabelos brancos como a neve. Apocalipse 1:4
• Os fiéis receberão uma pedrinha branca, com um novo nome escrito sobre ela. Apocalipse 2:17
• Os vestidos dos salvos são brancos. Apocalipse 3:4,5,18
• Aos mártires são dadas vestes brancas. Apocalipse 6:11.
• Vestida de branco estará a grande multidão (os redimidos de todas as eras). Apocalipse 7:9-13
• O Filho do homem é visto sobre uma nuvem branca. Apocalipse 14:14
• No julgamento final, Deus é visto assentado num trono branco. Apocalipse 20: 11
• Não resta dúvida entre associação da cor branca e Cristo e os Seus fiéis.
Assim, o branco é a cor de Cristo e da Sua justiça. Significa que o primeiro cavaleiro representa a verdadeira religião bíblica, ou o verdadeiro cristianismo, que oferece a Palavra de Deus “pão da vida ou pão dos anjos”. O cavaleiro não é violento, é portador da paz interior e do pão da vida. O verdadeiro cristianismo é o oposto da guerra, da fome e da morte.

2- O cavalo vermelho:
Apocalipse 6:4.

Nota explicativa: Houve mudanças, agora já não é um cavalo branco, mas vermelho. Se o primeiro cavaleiro representava o verdadeiro cristianismo, este cavalo é da cor do sangue. Descreve com rigor o período desde o ano 100 até ao ano 313 d.C., quando Constantino assina em Milão o Édito de Tolerância. Se o branco representa a pureza da fé, então o cavalo vermelho deve considerar-se como a corrupção da fé pela introdução de inúmeras heresias. Crenças pagãs como adoração do sol, (deus principal de Constantino que se fez passar por cristão, aceitando o baptismo à hora da morte) e ritos estranhos à fé cristã substituíram grande parte dos princípios estabelecidos por Cristo e ensinados pelos Seus Apóstolos.
São Paulo profetizou acerca deste período em que as doutrinas santas passariam por um processo de paganização (Actos 20:27-31; II Tessalonicenses 2:6; II Timóteo 4:1-4). São Pedro também não ficou em silêncio em relação a este assunto (II Pedro 2:1-3). A igreja tradicional que absorveu estes ritos continua a mantê-los apesar de serem frontalmente contra a Palavra Santa.
Roma cristã não crucificou pessoas como o fizera a Roma pagã. Não, Roma cristã queimou-as vivas!
Roma pagã torturou criminosos que roubavam. Roma cristã torturou os seguidores de Cristo que liam a Bíblia!
Foi a igreja que conquistou o mundo, ou foi o mundo que conquistou a igreja?

3- O cavalo preto:
Apocalipse 6:5.

Nota explicativa: Representando o cavalo branco vitória e pureza (veja o que diz São Paulo aos Colossenses 1:23), deve considerar-se que o cavalo preto indica derrota, ou que a sua cor denota uma ainda maior corrupção da fé genuína.
A balança (em grego zugós “jugo”) pela semelhança dos braços da balança. Considera-se que este símbolo descreve a condição espiritual dentro da igreja depois que o cristianismo foi legalizado a partir do século IV, quando se uniram a igreja e o estado. No seguimento dessa união, a igreja preocupou-se especialmente com os assuntos seculares; em muitos casos houve um esquecimento total da espiritualidade.
A balança é certamente símbolo da preocupação material. Não se trata aqui de uma guerra vitoriosa na proclamação do Evangelho, nem tão pouco de derramamento de sangue como no segundo cavalo, mas de um efeito muito mais perverso e terrível: a fome. A fome espiritual a que foram votados os cristãos, e o mundo necessitado do pão da vida.

4- Cavalo amarelo:
Apocalipse 6:8.

Nota explicativa: Amarelo, a cor do temor e da morte. “o que estava sentado sobre ele tinha por nome Morte”. Como compreender este simbolismo ? Que se terá passado na história da igreja e da civilização que leve a pensar em “morte, inferno, poder para matar à espada, fome, peste...”. Parece relacionar-se com degradação progressiva da moral, problemas de saúde que se agravam, pragas e pestilências. Morte nas águas, morte da terra, poluição do ar.
A religião que não satisfaz as necessidades profundas da alma, o aproveitamento e multiplicação de “vendedores da fé” sem preocupação com a religião pura e sem mácula, a que foi fundada pelo Senhor Jesus.
É tempo, de procurar o pão de Deus. É tempo de viver sob o poder de Cristo. Os impérios (religiões) construídos sob a força e saber humano desmoronam-se, mas a verdade edificada sobre Cristo permanece para sempre.
Ainda que a verdade, como a rosa, tenha espinhos, os homens rectos levam-na junto do coração. As nossas almas devem ser o santuário e o refúgio da verdade. Mesmo que a verdade doa, aceite-a de qualquer maneira.
Respondendo à pergunta inicial devemos dizer: Deus revela o futuro, não o futuro que Ele quis que fosse, mas o futuro que os homens, gerindo a liberdade prerrogativa dada por Ele, constróem com Deus ou sem Ele. E sem Deus as forças do mal são implacáveis.
Deus continua a ser o que foi para Abraão “Eu sou o teu escudo” (Génesis 15:1) e para Davi “o Senhor é a minha força e o meu escudo” (Salmo 28:7; Salmo 119:114).
Faça a sua história ao lado de Jesus e terá paz no meio das agruras, esperança no meio das lágrimas, equilíbrio emocional num mundo de doentes depressivos. Aceite agora Jesus como seu Salvador e Companheiro na jornada da vida, porquê hesitar?

Apelo: Não deixe de estudar os Sete Selos, este assunto interliga-se, como certamente reparou, com os quatro Cavaleiros. Separámos os estudos para tornar mais fácil a sua compreensão. Deus o/a abençoe!

AS 7 IGREJAS: do 1º século ao fim dos tempos (Ap. 1:12 ao cap.3)


OS 7 SELOS: INICIO DO PRIMEIRO SÉCULO ATÉ AO RETORNO DE JEUS (Ap. 4:1-8:1)